Posts tagged ‘valorização’

fevereiro 20, 2018

A capacitação catalisando a eficiência da gestão pública

Vanessa de Oliveira Lima e Editon Volpi Gomes

A sociedade vivencia mudanças muito rápidas em diversas frentes: comportamentais, sociais, econômicas, na forma de produção e distribuição de mercadorias e serviços.

Nesse processo o elemento fundamental que permite essa rápida evolução é a capacitação das pessoas envolvidas nesse processo.

A capacitação abrange aspectos de formação educacional tradicional oferecidas pelas escolas públicas e privadas a partir da primeira infância até a educação e o aprendizado continuados que jovens e adultos devem realizar para uma melhor adequação às exigências do trabalho profissional.

Mas se a sociedade muda em uma velocidade elevada, o que podemos dizer sobre a administração pública no Brasil?

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dezembro 31, 2017

Em 3 anos, MS convocou 4.512 servidores concursados

Para arrecadação foram 73 auditores fiscais e 147 fiscais tributários 

Para minimizar a deficiência do quadro funcional, o Governo de Mato Grosso do Sul vem cumprindo a risca sua política de valorização dos servidores e convocando novos colaboradores nas mais diversas áreas de atuação. Nos últimos três anos, 4.512 novos servidores foram convocados pela administração pública. A informação é do secretário de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis.

É diretriz do Governador Reinaldo Azambuja, apertar o cinto nos contratos e convênios e priorizar o servidor público. E é com base nessa determinação que estamos preenchendo alguns gargalos da administração, no que se refere ao quadro funcional, especialmente nas áreas prioritárias, sempre com planejamento e responsabilidade. Com essa postura, o governo busca inverter o cenário encontrado no quadro de servidores para garantir que, até 2018, 80% do quadro funcional seja de servidores efetivos”.

Para trabalhar diretamente na arrecadação estadual, foram convocados 73 auditores fiscais da Receita Estadual (antigos fiscais de rendas) e 147 Fiscais Tributários Estaduais (antigo agente tributário), por meio da Secretaria de Fazenda. E, no Instituto de Metrologia, o Inmetro, 10 novos servidores passaram a fazer parte do quadro funcional do Estado.

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junho 26, 2017

Os servidores públicos não são vilões

Victor Poubel*

“Depreciar o servidor público atenta contra a sensatez”

Um país que almeja crescer e se desenvolver tem que ter seus serviços públicos funcionando a pleno vapor e com imponente qualidade – principalmente nas áreas essenciais da segurança, saúde e educação. É isso que o povo espera quando paga seus tributos, sem mais nem menos. Os serviços públicos devem atender a necessidade geral da coletividade, cabendo ao Estado sua regular prestação através dos órgãos e seus servidores públicos.

Sem jogo de empurras, a definição do que cabe à União, Estados, Distrito Federal e Municípios realizar se encontra na própria competência constitucional de cada ente federativo. Exemplo disso é o policiamento marítimo, aeroportuário e de fronteiras, exercido pelo Departamento de Polícia Federal, que difere do policiamento ostensivo do espaço aéreo, pela Aeronáutica, ambos órgãos da União.

Nas áreas da segurança, saúde e educação sobressai uma importante divisão de tarefas imposta pela lei. Todos os entes federativos possuem o seu mister para facilitar a boa prestação dos serviços. Estes deveriam traduzir os anseios da população, que também atua como fiscal, cobrando e denunciando eventuais irregularidades. Mesmo nos casos das terceirizações e parcerias público-privadas, por se tratarem de funções delegadas pelo Poder Público, a alta qualidade deveria ser sempre um objetivo.

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julho 5, 2016

875 fiscais entregam função pela abertura de diálogo

A sede da Secretaria da Fazenda foi palco de um dos momentos mais marcantes da carreira

Na manhã de ontem (4), diretores do Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo – Sinafresp estiveram ao lado dos colegas da Sede em ato simbólico, dando um grande passo na busca pela valorização do Fisco de São Paulo.

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fevereiro 29, 2016

AFRs-SP: Desvalorizados ao extremo

alexandroafonsoAlexandro Afonso

Mais uma vez o Governo Alckmin corta o salário e imputa a nós os seus erros administrativos. O discurso é sempre o mesmo: tempo de crise com “arrecadação caindo” demanda congelamento salarial.

Se o Governo Alckmin quer falar em termos reais, vamos mostrar o nosso salário em termos reais também. De 2006 a novembro de 2015 acumulamos 59% de perda em relação à arrecadação do ICMS, 48% em relação ao PIB Paulista e ~17% em relação à inflação.

O Gráfico abaixo mostra de forma visual o desprezo do Governo Alckmin em relação aos resultados do nosso trabalho. Mas o Governo Alckmin não para por aí, ainda diz que não pode nos pagar 25% do nosso salário (PR) porque não demos resultado suficiente para ter dinheiro no caixa.

Então me diga, o que fizeram com os 42% de dinheiro adicional acima da inflação que colocamos no caixa do Estado desde 2006?

Haja.

alexa_desvalo

afr.afonso@gmail.com

ARTIGOS de ALEXANDRO AFONSO

NOTA: O BLOG do AFR é um foro de debates. Não tem opinião oficial ou oficiosa sobre qualquer tema em foco. Artigos e comentários aqui publicados são de inteira responsabilidade de seus autores.

fevereiro 24, 2015

Home office vale a pena

Trabalhar em casa gera menos estresse, diz pesquisa

  • Estudo aponta que dos 56% dos profissionais no Brasil que têm autorização para fazer home office, 69% trabalham 25% do tempo de casa
  • 54% dos brasileiros consideram que são mais produtivos ao realizar o trabalho remoto e o home office

A constatação faz parte do estudo Global Evolving Workforce (Força de Trabalho em Evolução), patrocinado pela Dell e Intel, e que entrevistou 5 mil profissionais de pequenas, médias e grandes empresas de 12 países, para identificar tendências em relação aos ambientes de trabalho e como as tecnologias têm impactado esse cenário.

Segundo Luis Gonçalves, Presidente da Dell Brasil:

A disseminação de uso dos dispositivos móveis para acesso à internet e da cloud computing (computação em nuvem) têm proporcionado novos modelos de trabalho. Essa tendência atende a uma demanda das pessoas, principalmente em grandes centros urbanos, de buscarem o trabalho remoto e o home office como forma de equilibrar vida pessoal e profissional”

Entre os profissionais brasileiros que trabalham de casa, 49% sentem menos estresse, 45% dirigem menos, 33% dormem mais e 52% têm mais tempo para a família […] Saiba mais

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Servidores de tribunais trabalham em casa

[Charge animada] Operação Esquenta

Home office para servidores do TJ-SP

[Tirinha] da Série “Ambiente caloroso”

Home office: novo modelo para novos tempos

janeiro 14, 2015

Esforço Útil

alexandroafonsoAlexandro Afonso*

Num esquema simples emprestado da física, temos duas situações de esforço X que gera um resultado Y (roda quadrada) ou Z (roda redonda)

Um engenheiro nunca utilizaria um indicador de esforço como forma de melhorar o sistema ou o resultado. Muito pelo contrário, a redução do esforço é a busca primordial da humanidade. Engenheiros, por incrível que pareça, também são humanos. Porém, no campo da gestão e administração as coisas não são tão claras quanto nos eventos físicos já controlados pela humanidade. Para nossa alegria, a analogia nesse caso é direta. Vamos chamar de “indicadores de esforço” os “indicadores de procedimento”, já para o resultado temos, inclusive, o mesmo termo.

Se um engenheiro nunca utilizaria um indicador de esforço para melhorar algo, por que motivo, razão ou circunstância um administrador utilizaria? A questão é mais simples do que parece. O administrador (este, não todos) toma como certo que quanto mais esforço for empregado, mais resultado será alcançado. Continuemos com a nossa analogia física x administração […] Continue lendo

sindicais

outubro 30, 2013

Técnicos da Sefaz-SP se mobilizam

fabio-guerreiro

Fabio Trindade Guerreiro

Manifestação espera 300 pessoas para pressionar Calabi

Cerca de 120 profissionais da região progamaram paralisar o atendimento ao público e serviços internos da Fazenda Estadual por duas horas na terça-feira (29) e na sexta (1º), para chamar a atenção do secretário da Fazenda.

Segundo o delegado regional do Sitesp (Sindicato dos Técnicos da Fazenda Estadual do Estado de São Paulo), Fábio Trindade Guerreiro, há três meses o secretário da Fazenda deixou de discutir com a categoria os ajustes no anteprojeto de lei que deve regulamentar a carreira dos técnicos e tem como objetivos revisar a lei complementar de 2010 que reestruturou o cargo no estado.

Queremos que o secretário volte a conversar com a categoria para que sejam acrescentadas na lei nossas reivindicações mais urgentes e que até agora sabemos que o texto original não contempla”

Entre as reivindicações dos técnicos estão a revalorização das escalas de vencimentos dos salários, a retirada do redutor de salário na aposentadoria que atualmente é de 25% e ainda a inclusão de benefícios como o quinquênio, dentre outros pontos. O salário base atual da categoria é de R$ 685,00 e a faixa variável é de R$ 1.800, porém os benefícios e reajustes são calculados a partir da base, o que segundo Guerreiro configura uma manobra do governo para reduzir o reajuste repassado aos técnicos.

O estado de São Paulo é o que mais arrecada, porém é o que pior paga os técnicos. Numa comparação rápida,enquanto que o técnico de São Paulo recebe R$ 2.485, em estados mais pobres como o Maranhão e o Piauí, os técnicos iniciam carreira ganhando R$ 4.400 e R$ 4 mil respectivamente. No Rio de Janeiro o salário inicial é de R$ 5 mil”

MANIFESTAÇÃO – No próximo dia 7, uma manifestação deve acontecer em São Paulo, em frente a Secretaria da Fazenda, onde são esperados cerca de 300 pessoas com o intuito de pressionar o secretário para retornar a discutir a lei com o sindicato […] Leia mais

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SP – Governo não valoriza servidores de gestão

PLC 50/2012 – Sitesp se reúne com Sefaz Adjunto

Técnicos conversam com Calabi e Analistas se mobilizam

setembro 14, 2013

SP – Governo não valoriza servidores de gestão

unhappysmilyEvasão de profissionais atinge 67% do efetivo

A AGESP (Associação dos Gestores Públicos do Estado de São Paulo) vem informar à sociedade que a carreira de Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas (APOFP) encontra-se em um período de mobilização em prol de sua valorização. Nossa carreira foi criada com o objetivo de profissionalizar as atividades de gestão e controle do gasto público, ou seja, somos a principal carreira responsável por ajudar o Governo a gastar melhor o dinheiro arrecadado por meio dos impostos.

Nossa carreira, no entanto, sofre com a falta de reconhecimento e a persistência de problemas estruturais — resultando em uma evasão de seus quadros que chega a 67%. Certos de que um Governo que se diz comprometido com a boa gestão dos recursos públicos não pode ficar de braços cruzados perante essa situação, vimos a público:

EXIGIR DO GOVERNADOR DO ESTADO, GERALDO ALCKMIN, DO SECRETÁRIO DA FAZENDA, ANDREA CALABI, E DO SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, JULIO SEMEGHINI, A TOMADA DAS SEGUINTES MEDIDAS: […] Leia mais

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Técnicos conversam com Calabi e Analistas se mobilizam

Classe de Gérson (requer senha)

PLC 50/2012 – Sitesp se reúne com Sefaz Adjunto

Área restrita: Post 7 (requer senha)

julho 31, 2013

Valorização das carreiras do Serviço Público

Antônio Augusto de Queiroz*

As carreiras de Estado deveriam contar com suporte para o bom desempenho de sua missão

A ideia de valorizar as carreiras responsáveis pela prestação de serviços que só o Estado pode realizar nunca foi uma prioridade dos governos, considerando o histórico de desrespeito aos servidores e do sucateamento a que o serviço público foi submetido, de um modo geral, e as carreiras exclusivas de Estado, em particular.

Apenas a título de ilustração, basta dizer que somente durante os governos Collor e FHC, por exemplo, pelo menos 50 direitos, vantagens ou benefícios dos servidores foram suprimidos, tanto em nível infraconstitucional quanto na esfera constitucional, sempre sob o pretexto de promover ajuste fiscal pelo lado da despesa.

Naquele período, o desmonte do Estado foi proposital. Houve a desativação de órgãos; servidores foram colocados em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço; aconteceram demissões em massa; a terceirização foi quase que generalizada; direitos foram reduzidos ou suprimidos; não houve reposição salarial equivalente à perda inflacionária; houve perseguição a servidores que militavam nos sindicatos ou nos partidos políticos; além da completa ausência de diálogo e de respeito às entidades representativas dos servidores públicos.

Esse foi um tempo de triste memória para os servidores públicos.

Em que pese reconhecer que o governo do ex-presidente Lula promoveu uma mudança cultural nas relações de trabalho no serviço público, com a substituição de um padrão autoritário por um sistema de diálogo, os servidores continuaram sendo utilizados como principal variável de ajuste fiscal, pelo menos nos dois primeiros anos de mandato, quando o mercado financeiro dava as cartas.

O próprio presidente Lula, no primeiro ano de seu mandato, patrocinou uma reforma previdenciária que marcou negativamente a relação de seu governo com os servidores, ao patrocinar: 1) a instituição da contribuição de aposentados e pensionistas, 2) o redutor da pensão, e 3) a quebra da paridade entre ativos e aposentados […] Leia mais

(*) Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap

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PEC 555 – Questão de justiça

Reforma da Previdência foi comprada

Seguridade social bilionária

junho 14, 2013

Profissionais da área tributária valorizados

Levantamento, indiretamente, reforça a necessidade da valorização das carreiras públicas da fiscalização

Segundo a Folha de S.Paulo, dentre os quinze profissionais mais procurados, estão os “profissionais para a área tributária”:

o Brasil tem uma das estruturas tributárias mais complexas do mundo. Esse profissional é importante para melhorar a competitividade

A reportagem ouviu as consultorias Michael page, Robert half, Adecco, Quality Training Recursos Humanos, Robert Walters, Mercer, Mariaca, Asap, 2get e Manpower para descobrir os quinze profissionais mais em falta no país na atualidade.

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Tempos Modernos (?)

Dysrationalia: Quando a inteligência não tem vez

O aviltamento salarial do auditor da Receita Federal

abril 24, 2013

Tempos Modernos (?)

do Blog Contraponto Sindifisco  

Dois dos vários pilares da Secretaria da Receita Federal do Brasil são: a eclética formação de seus quadros e a reconhecida alta qualificação técnica de seus Auditores-Fiscais. Contudo, o modelo organizacional adotado nestes últimos anos vem conduzindo, por meio de normas infralegais, a uma crescente transferência de competências do responsável pela execução dos trabalhos para o Auditor-Fiscal ocupante de cargos de gestores das unidades locais, o que conduziu à uma excessiva centralização de competências e atividades, muitas delas de cunho meramente operacionais.

Na contramão da própria legislação federal que determina a desburocratização e descentralização, criamos uma estrutura excessivamente hierarquizada, em que um mero despacho negando seguimento a uma impugnação pode depender de até quatro signatários. O elevado grau de concentração aumenta em demasiado o volume de procedimentos que dependem de ratificação de um chefe de Serviço ou um Delegado/Inspetor, que, por ser humanamente impossível, não analisa detidamente todos os trabalhos realizados, e que ao final gera uma falsa imagem de controle […] Leia mais

abril 24, 2012

Santa Catarina valoriza o Auditor-Fiscal

Média da remuneração é de R$ 24.719

Planilha disponível no site da Secretaria de Fazenda catarinense com as médias remuneratórias por cargo/órgão do Estado demonstra o quanto o Governo local valoriza o corpo funcional de auditoria fiscal. Na tabela com a média remuneratória relativa aos servidores da administração direta, autarquias, fundações e empresas estatais, o Auditor-Fiscal da Receita Estadual está em segundo lugar, atrás apenas do Procurador de estado, que tem remuneração atrelada ao teto do funcionalismo público federal. No estado, que possui um quadro com 490 Auditores, a média remuneratória é de R$ 24.719. Os números são referentes ao ano de 2011. […] Veja a tabela

abril 22, 2012

O Fisco, sua missão e imagem

É hora de refletirmos sobre o que nos falta para assegurar perante o Estado e a sociedade que nossa carreira é digna do status de típica e exclusiva, além de indispensável

Existem classes, dentre as típicas e exclusivas de Estado, que reafirmam seu status como tal, figurando diariamente na mídia, proclamando alto e bom som sua atividade de inteligência e repressão: Ministério Público, Receita Federal e polícia Federal. São irregularidades, fraudes, corrupções e um sem número de descobertas que, veiculadas na mídia, projetam uma imagem de eficácia dessas carreiras, com reflexos positivos no Governo, na sociedade e de temor dos indiciados e dos potenciais infratores, que pensarão duas vezes antes de fraudar.

Ao contrário, a ostentação dos feitos eletrônicos como vitrine de nossa ação, além de projetar uma imagem nossa de crédulos do bom comportamento do contribuinte, ainda dá a entender ser desnecessária a ação fiscal propriamente dita. Fabiana Lopes Pinto, então assessora da presidência do Instituto dos Advogados de São Paulo – IASP e professora de direito tributário da FAAP, em artigo publicado no Valor Econômico, de 20 de junho de 2007, ao comentar os efeitos positivos do Sistema Público de Escrituração Fiscal – SPED,

… a mais nova estratégia de fiscalização… [sua implantação poderá] culminar em autuações sem depender de pessoas físicas para fiscalizar internamente cada empresa, o que elimina a corrupção neste campo

Enquanto nos limitarmos a agir como coletores de dados ou simplesmente a apurar a sonegação escritural confessada, pouco será acrescentado à nossa missão de fiscalização do tributo e nada na de combate a fraudes. É hora de refletirmos sobre o que nos falta para assegurar perante o Estado e a sociedade que nossa carreira é digna do status de típica e exclusiva, além de indispensável. No momento em que consigamos provar nossa importância, doa a quem doer – a mídia está aí sequiosa para divulgar furos de reportagem – o Governo buscará o diálogo conosco, sem a necessidade de grandes manifestações.  […] Leia o artigo completo

abril 3, 2012

Treinees de elite na área tributária ganham até R$ 20 mil

Mudanças na legislação tributária e a adoção de novos sistemas digitais exigem maior qualificação

Para baratear o custo com mão de obra na área fiscal, as empresas iniciaram um novo movimento constatado nas áreas tributária e fiscal: a “disseminação” de talentos. Consultores de Recursos Humanos e do setor fiscal explicam que, na prática, isso significa contratar um profissional mais qualificado, com salário na faixa de R$ 20 mil, para “dividir” seu conhecimento e experiência com integrantes de sua equipe.

Henrique Gasperoni, diretor de projetos e operações do Confeb (Conselho Fiscal Empresarial Brasileiro), diz que

O que temos visto é a empresa contratar profissionais com mais de dez anos de experiência com salários na faixa de R$ 15 mil a R$ 20 mil e usá-los para treinar a equipe. É a chamada disseminação de talentos

MUDANÇAS NA LEGISLAÇÃO – Além da qualificação, outros dois fatores são apontados pelas empresas para pressionar o custo da contratação: as mudanças constantes na legislação tributária e a adoção de sistemas digitais mais complexos exigem mais gastos com a admissão de executivos mais experientes em seus quadros.

Segundo o presidente da Abracont (Associação Brasileira dos Contabilistas), Valdir Jorge Mompean, o tamanho das equipes no setor fiscal também cresceu. Empresas de médio porte tinham em média cinco profissionais em departamentos que cuidam de assuntos tributário e fiscal. Marcelo Ferrari, diretor de negócios da Mercer, a maior consultoria de RH do mundo diz

Se uma empresa não tem os profissionais adequados não consegue crescer e competir. Paga mais para ter um bom profissional dessa área fiscal e tributária, porque, se ele consegue fazer um planejamento tributário adequado, a empresa sabe que poderá economizar até milhões […] Leia mais
novembro 24, 2011

Calabi faz balanço do quadrimestre na Alesp

Deputados questionam os número modestos para a conta investimentos

O secretário da Fazenda Andréa Calabi apresentou à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento o relatório de gestão fiscal relativo ao 2º quadrimestre de 2011. Em resultados, R$ 73,4 bilhões de despesas, para R$ 93 bilhões de receitas para o quadrimestre considerado. A conta de investimentos, entretanto, apresentou números modestos, da ordem de R$ 7,5 bilhões, o que provocou críticas dos membros da comissão mas que Calabi rebateu atribuindo o baixo investimento ao primeiro ano da administração, o que, segundo ele, é normal. Também o superávit orçamentário previsto para 2011, da ordem de R$ 19,8 bilhões, recebeu críticas por estar subestimado.

Na sessão de Principais Medidas de Gestão o secretário abordou a valorização dos servidores públicos, a autorização para abertura de concursos públicos na área da Educação, Segurança e Saúde, e nas mudanças na previdência baseadas no PL 840/2011 (complementação por parte dos servidores que ganham acima do teto do RGPS e contribuição paritária de até 7,5% da retribuição) […] Leia mais