Posts tagged ‘nível básico’

junho 9, 2014

Distorções na estrutura remuneratória

Henrique Ziller 

Por uma visão estratégica do conjunto

As distorções na estrutura remuneratória entre as carreiras é um dos aspectos que mais comprometem a gestão pública. Funcionários que desempenham a mesma função, ou submetidos a responsabilidades e riscos semelhantes, têm vencimentos desiguais. Diferença especialmente marcante entre os poderes, já que a máquina do Executivo, mais robusta, comporta aumentos sempre menores do que aqueles concedidos aos servidores do Legislativo e do Judiciário.

O resultado é a busca do servidor pela carreira melhor remunerada no momento, a permanente instabilidade reivindicatória e o desestímulo profissional. Sem a clareza de uma política de pessoal, cada categoria persegue de forma individualista seus ganhos, sem compromisso com a visão estratégica do conjunto. O servidor olha para o salário do colega do outro lado da Esplanada que acabou de conquistar aumento ou benefício pessoal e passa a perseguir o mesmo direito. Naturalmente, carreiras com maior possibilidade de fazer pressão de cunho político recebem os maiores aumentos […] Saiba mais

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Estudo sobre o Nível Básico (requer senha)

Por uma visão de grupo

Como será a carreira de Agente Fiscal de Rendas em 2018 se o Nível Básico não acabar?

Classe de Gérson

maio 26, 2014

Sindicato fala da Campanha Salarial

seta-texto2“Se queremos respeito, as ações começam agora…

…mesmo com calendário político apertado conseguimos colocar a campanha salarial nas ruas…”

[youtube http://youtu.be/UJ_RI77–Ig]

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seta-texto2“Mensagem aos novos colegas: Fosso salarial resolvido em nossas gestões

…Medida reposicionou a tabela remuneratória em três padrões…”

[youtube http://youtu.be/3MaflaK-zis]

janeiro 23, 2014

A falácia sobre a troca do NB pela PR

teo.seminariog3Teo Franco

Em nenhum momento a categoria deixou de lutar pelos futuros (novos) colegas

Sobre o famigerado projeto de reestruturação, estive próximo das movimentações, sem falsa modéstia, dei minha pequena parcela de contribuição participando ativamente do Grupo Coordenador de Mobilização eleito numa das AGE’s.

Para quem não lembra, após o então secretário da fazenda, Mauro Ricardo, solicitar ao Sinafresp um estudo de alteração do formato salarial que considerasse a eliminação ou ajuste da GEIA que havia se tornado um critério desvirtuado, não recebeu nenhuma proposta. O sindicato inerte, após ouvir as bases em reuniões regionais, perdeu a chance de dar o chute inicial.

Logo depois, o mesmo Secretário determinou, ao seu staff, o início dos estudos para andamento da “reforma” da tabela de remuneração dos AFR’s, visando corrigir os salários nominais […] Continue lendo (requer senha)

julho 9, 2013

A Remuneração do Fisco. Nível Básico e Teto

cartasfiscal5p5º ebook lançado pelo BLOG do AFR com levantamento inédito

O objetivo do levantamento é comparar a remuneração dos agentes fiscais de rendas do Estado de São Paulo com os demais auditores fiscais da receita nos estados, quanto ao piso e teto salarial, no mais estrito e relevante espírito do interesse público.

Com muito empenho para obter as informações, através de variadas pesquisas públicas – Diário Oficial, jornais e comunicados das entidades – além dos registros feitos por colaboradores – apresentamos tabelas e gráficos comparativos. Em seu bojo foram incluídos textos de terceiros com comentários e propostas. Ao final relacionamos parte da legislação pertinente ao tema.

Veja as tabelas com o piso e teto remuneratório dos Estados comparados com os da Receita Federal, além do salário final efetivo.

graf_final_teto_p

Acesse a página de arquivos para baixar

(Saiba como obter a senha)

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Reflexões sobre a Carreira Fiscal [ebook]

Bandeira única Urgente

Retórica e Práxis

Sindicato assume ter recusado proposta de extinção da FuBá

abril 26, 2013

Devagar e sempre

teo.seminariog3TeoFranco

A aprovação do PLC 50 encerra (mais uma) rodada de um longo e constante ciclo de tentativas de negociação entre a categoria fiscal e o governo. A postura adotada pelos representantes classistas rendeu frutos, pequenos, mas rendeu. Para quem conhece bem a história pode afirmar que saímos no lucro, minguado, mas lucro (ou menos prejuízo com as correções). Apesar de não ter vingado, neste momento, as principais aspirações, AT para internos e fim do nível I (Emendas 2 e 5), a estratégia adotada em procurar a negociação, por parte da categoria, sem partir para a exposição pública, ataques gratuitos e ameaças, rendeu, por exemplo, a correção do quesito pro-labore e PR na licença-prêmio.

O governo dialogou, à sua maneira, formando uma mesa de negociação em três ocasiões lideradas pelo líder dep. Barros Munhoz.

A surpresa foi o sumiço do AFR dep. Vitor Sapienza, visto que patrocinava as Emendas 2 e 5, mas… em política (quase) tudo é mistério…

Por outro lado, faltou a convocação para os duzentos aposentados, que realizaram o tradicional almoço na sede da AFRESP no mesmo dia da votação. Sem dúvida o plenário (quase vazio), com eles, teria transmitido (pelo menos) a imagem de união da categoria em torno dos pleitos ali debatidos.

Em resumo, parece que estamos amadurecendo e caminhando para a sintonia fina de um equilíbrio nas relações políticas. Pode ser devagar, devagarinho, mas já é um avanço. Pra avançar mais é necessário, antes, fazer a lição de casa, como tenho dito.

Íntegra da Emenda aglutinativa n. 57/2013

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Construindo pontes e abrindo caminhos

Quem faz o Sindicato?

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Bandeira branca – Bandeira única

junho 25, 2012

Protegido: Nível Básico no 2º Subsolo

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outubro 18, 2011

Reflexões sobre a Carreira Fiscal — Parte IV

COLUNA do VALENTE

O NÍVEL BÁSICO – Na reestruturação da carreira através da LC 1059/08, o governo anterior criou uma discriminação contra os novos integrantes: o Nível Básico. Nesse nível, no qual o servidor deve permanecer por três anos, percebe 2800 cotas fixas, contra 4000 do Nível I. Essa criação merece duas glosas […] O estágio probatório existe para evitar que servidores aprovados em concursos, porém sem condições pessoais para exercer as atividades do cargo, por uma série de razões objetivas, que vão de aspectos psicológicos da personalidade à competência, tivessem de ser tolerados no serviço público, às custas do contribuinte. Já o chamado Nível Básico não é informado por esses critérios. O objetivo aqui é remunerar o servidor com valores aquém dos percebidos por colegas mais antigos, tendo em vista a sua inexperiência, a fase de aprendizado, o desconhecimento dos trâmites, a dificuldade de produzir no início da carreira […] Leia a parte 4 desta série