Chapa 1 – Atitude

chapa-atitude

CHAPA ATITUDE NOME NOMEAÇÃO LOTAÇÃO EM 31/12/2014
PRESIDENTE Alfredo Portinari Maranca 23/01/1998 CAPITAL (BUTANTÃ)
VICE Glauco Honório 03/05/1990 CAMPINAS
SECRETÁRIO GERAL Guilherme Cassoli Jacob  10/02/2010 SANTOS
TESOUREIRO Fabiano Buchetti De Sousa 27/06/2006 TAUBATÉ
DIRETOR DE COMUNICAÇÃO E EVENTOS Leandro Fioritta Neves Ferro 14/02/2014 SANTOS
DIRETOR DE ASS. JURÍDICOS José Marcio Rielli 25/10/1986  APOSENTADO (TIT)
DIRETOR DE ASS. INTERSINDICAIS E FORMAÇÃO SINDICAL Aron Teixeira Rodrigues 02/10/2010 CAPITAL (DTI)
DIRETOR DE ASS. PARLAMENTARES E DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Monica Paim De Andrade 20/09/1986 CAPITAL (BUTANTÃ)
DIRETOR DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS Eduardo Monteiro 03/07/1987 APOSENTADO (CAMPINAS)
DIRETOR ASS. TÉCNICOS Delcides Flavio De Sousa Junior 02/10/2010 RIBEIRÃO PRETO
SUPLENTE Felipe Cepkauskas Petrachini 14/02/2014 CAPITAL (DEAT)
SUPLENTE Raphael Zulli Neto 12/08/1989 CAPITAL (TIT)
SUPLENTE Rafael Antonio Amaral Pedrini 10/02/2010 BAURU (UJ)
Colaboração especial: Alcides Gimenes

Alfredo Maranca é natural de São Paulo/SP, 49 anos, pai de cinco filhas. Agente Fiscal de Rendas ingressante no concurso de 1998, exerce a Fiscalização Direta de Tributos na DRTC-III, juntamente com sua esposa, Adriana Conti Reed, também da FDT. Formado em Engenharia Química pela Escola Politécnica da USP e Mestre em Engenharia de Controle e Lógica, formou-se também em Direito pela Faculdade do Largo São Francisco da USP e pós-graduou-se em Filosofia do Direito.

Atuou em diversas áreas, demonstrando grande comprometimento e capacidade de adaptação:

– Foi perito de Classificação Aduaneira de produtos químicos junto à Receita Federal;
– Participou da Equipe de Telecomunicações da DRTC-III;
– Foi pesquisador dos grupos de Filosofia da Ciência e Ciências Cognitivas do Instituto de Estudos Avançados da USP;
– Foi professor de Termodinâmica e Análise Matemática na Escola Politécnica da USP;
– Foi Consultor Tributário na Sefaz-SP, na área de Legislação, de 1998 a 2005;
– Participou da equipe de representação dos Estados e negociação na reforma tributária que resultou na Emenda Constitucional 42, origem do Simples Nacional;
– Representante Titular dos Estados na Secretaria Executiva do Simples Nacional de 2007 a 2015, sendo o coordenador do Grupo de Trabalho do Simples Nacional da Cotepe desde 2010;
– Autor do Regulamento Comentado do Simples Nacional.

Com um passado ilibado e marcado pelo esforço no alcance do seus objetivos pessoais e profissionais, Alfredo está comprometido em buscar a valorização do trabalho dos Agentes Fiscais de Rendas e do papel da Instituição perante a sociedade. Sempre respeitando a vontade da classe e atuando com transparência, determinação e afinco em nossas demandas.

‪#‎transparência‬ ‪#‎renovação‬ ‪#‎união‬

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VÍDEO DE APRESENTAÇÃO e PROPOSTAS

ÍNDICE SINAFRESP 2015

4 Comentários to “Chapa 1 – Atitude”

  1. Plano de Gestão
    Nossas propostas de trabalhado para classe.

    Negociação / Comunicação e Eventos / Mobilizações / Jurídico / Participação Política / Assessoria Parlamentar / Valorização das Atribuições
    Gestão Participativa / Financeiro / TI / Assuntos Técnicos / Relações Inter-sindicais / Relacionamento com Aposentados e Pensionistas

    Negociação
    Embora usualmente se recomende como primeiro passo de uma negociação estruturar os próprios pleitos (saber exatamente o que se deseja), acreditamos que a SEFAZ-SP demanda uma abordagem diferente:

    Devemos começar por entender exatamente (e realmente) o que o Governador, Secretário da Fazenda, Coordenadores e Diretores pensam sobre nossa situação funcional. Não seria surpresa se alguns deles acreditassem que a remuneração e as atribuições do cargo são adequadas (muito disso decorrente da atual estrutura da SEFAZ-SP, onde o AFR é um mero executor de roteiros).

    O segundo passo é conhecer quanto do orçamento o Governo está disposto a alocar em pleitos da categoria, e quanto de autonomia está disposto a ceder. Não podemos esquecer que cada centavo em prol da classe terá de sair de outro lugar, e que cada decisão que um AFR comum tiver a prerrogativa de tomar reduzirá a competência de uma autoridade superior.

    Ao obter a resposta para essas duas questões principais, temos o panorama com o qual podemos trabalhar. Em um cenário ideal, a Administração reconhece nossa precária situação funcional e aloca recursos suficientes para as mudanças necessárias. Neste caso, cumpre à classe discutir a melhor forma de alocar equitativamente as mudanças na carreira, de forma a beneficiar a todos os AFRs.

    Caso haja resistência por parte da Administração em reconhecer a falta de adequação de nossa situação funcional, ou então, embora a reconhecendo, não forneça os recursos necessários para corrigi-la, compete à própria classe ressaltar sua importância perante a Administração.

    Existe uma tendência a ressaltar nossos problemas, nossas perdas e nossas frustrações com a carreira, mas, infelizmente, esta não parece ser a postura mais adequada na negociação. Como o consenso é preferível ao combate, devemos inicialmente mostrar o quanto a Administração tem a ganhar com nossa colaboração. Caso isto não se revele suficiente, devemos mostrar o quanto tem a perder com nossa antipatia (e é neste ponto que os movimentos classistas são importantes).

    Todos os compromissos precisam de prazos e de consequências. O prazo, seguido do devido acompanhamento, é importante para verificar se os compromissos estão sendo cumpridos. Deve ficar claro, preferencialmente através de Ata assinada pelos presentes e publicada na página do Sindicato, quais compromissos foram firmados e quando serão cumpridos.

    Quanto às consequências, não se deve adotar o tom de ameaça, porém, deve se deixar claro que as manifestações estão apenas suspensas e que voltarão caso os prazos estipulados não sejam respeitados.

    Por fim, no momento em que nossos pleitos são atendidos, devemos mostrar a Administração que nossa colaboração é decisiva para o funcionamento do Estado, fazendo o melhor trabalho que formos capazes de fazer, a fim de que, em futuras negociações, prefira-se conceder aquilo que pleiteamos ao invés de provocarem o enfrentamento.
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    Comunicação e Eventos
    Os problemas de comunicação têm sido uma carga pesada para as mobilizações e movimento da classe rumo a melhorias na carreira.

    Em nossa gestão propomos:

    Divisão clara do departamento entre comunicação interna e comunicação externa para atender com efetividade as necessidades da classe.Agilidade e precisão na entrega de informações ao sindicalizado por meio de boletins a respeito de reuniões internas e de negociação, comunicados, e notas com o intuito mais de explicar do que de se explicar;
    Trazer, para dentro da Diretoria de Comunicação, profissionais de excelência com bagagem e conhecimentos práticos para divulgar nossas ações à sociedade de forma eficaz;
    Utilizar de redes sociais e outras formas modernas de comunicação de forma efetiva
    Reformular nosso website para que se torne simples e e acessível a todos os colegas, assim como ser um meio efetivo de se comunicar com a sociedade
    Aproximação com jornais, rádios, canais de TV de grande porte assim como jornais e outros veiculas de comunicação de menor tamanho mas de projeção na atual sociedade
    Transparência no orçamento do sindicato e informações institucionais ao alcance dos filiados via internet.
    Reestruturação do Conefip para que este sirva como plataforma, tanto de planejamento de longo prazo das estratégias sindicais, como para projeção perante a sociedade de consensos internamente construídos para que a classe de AFRs se credencie como relevante formadora de opinião.
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    Mobilizações
    Ferramenta mais do que necessária nas negociações e principalmente em tempos de atraso salarial e demais adversidades que a carreira venha passar.

    Profissionalismo, planejamento e comunicação eficaz em cada mobilização que a classe empreender na luta pelos pleitos almejados.
    Suporte sindical verdadeiro e suporte jurídico para todos AFR’s sentirem-se seguros em participar das ações.
    Esforço constante em levar nossa luta interna para o conhecimento da sociedade, denunciando a crise de governança do governo com a classe caso as negociações não progredirem.
    Site, jornais, material gráfico e demais ferramentas a serviço das mobilizações.
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    Jurídico
    A função primordial do Departamento Jurídico do Sindicato é fornecer subsídios legais para as ações do próprio Sindicato. Necessário lembrar que, até mesmo pela natureza da atividade sindical, as decisões tomadas pelas demais diretorias do Sindicato tendem a levar em consideração tão somente a vontade de seus filiados sem, contudo, questionar a viabilidade técnica e jurídica de determinadas propostas, o que, por sua vez, fragiliza as conquistas obtidas pela classe, à medida que só pode haver direitos reconhecidos quando baseados em diplomas legislativos em harmonia com o restante do ordenamento jurídico.

    Assim o sendo, a atuação da Diretoria Jurídica busca atuar de duas formas:

    Consultiva, munindo o Sindicato de subsídios jurídicos para embasar as ações a serem tomadas pelo Sindicato, as negociações de pleitos da classe e, finalmente, os trabalhos de outras diretorias, em especial a Diretoria de Assuntos Técnicos;
    Contenciosa, com a representação de seus filiados perante o Poder Judiciário. Aqui estão abrangidas tanto o acompanhamento de ações de interesse dos filiados (neste caso, cujo ajuizamento foi solicitado pelo próprio sindicalizado) como ainda a identificação de direitos que eventualmente estejam sendo desrespeitados e que possam justificar o ingresso de ações por iniciativa do próprio SINAFRESP.
    Por fim, necessário lembrar que a Diretoria Jurídica encontra-se a serviço da classe. De tal forma, embora possa opinar negativamente pela adoção de determinada linha de ação por entende-la contrária ao ordenamento jurídico, não tomará quaisquer medidas que seus membros entendam nocivas aos interesses de seus filiados.

    Entre as medidas mais imediatas e específicas, propomos:

    Reanálise do corpo de advogados disponíveis, bem como das políticas de pagamentos sucumbenciais;
    Estudo de viabilidade de estratégia de ação nos mandados de segurança baseada em avanço gradual: distribuição prioritária de grupos menores para criação de jurisprudência gradual e crescente, com o intuito de explorar/ampliar a probabilidade de ganho de causas;
    Ações para pedido de redução da contagem de tempo para fins previdenciários devida em virtude de periculosidade existente em nossa atividade, com base em exemplos de sucesso;
    Ações para desconto de pagamentos escolares do IR retido, estudo e criação de teses para novas ações;
    Ações inicialmente administativas para correção do valor de IR pago nos casos de colegas que pagam pensão e cuja pensão é base de cálculo do IR.
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    Participação Política/Assessoria parlamentar
    A assessoria parlamentar será norteada pelos seguintes propósitos:

    Atuação “a”, “pluri” e suprapartidária;
    Forte interação com os demais sindicatos do fisco brasileiro (estaduais e federal) e federação de fiscos;
    Assessorar a interface do Sinafresp com a Assembléia Legislativa e o Congresso Nacional;
    Relacionamentos estruturados para além de alguns deputados, envolvendo partidos e outros secretários, com prioridade para aqueles que influenciam mais fortemente o Governados e as bancadas legislativas;
    Prospecção, análise e monitoramento de informações legislativas do interesse do sindicato;
    Elaboração de estratégias sobre matérias legislativas em tramitação;
    Elaboração, em conjunto com as áreas jurídica e técnica, de minutas de proposições, pareceres, emendas, substitutivos, requerimentos e recursos sobre proposições;
    Em um primeiro momento se pretende:

    Apresentar a diretoria à Assembleia Legislativa, estreitando contatos;

    Acompanhar o momento turbulento que permite aprovação de PEC´s no âmbito federal, com especial destaque à PEC 186, mantendo a classe informada de cada passo e mobilizando-a quando necessário;

    Concentrar esforços na Assembleia Legislativa para criar condições de aperfeiçoamentos na LC 1059, de uma PEC estadual para desvinculação do teto do subsídio do governador e de uma futura Lei Orgânica do Fisco Estadual;

    Valorização das Atribuições
    Uma reclamação recorrente entre nós é que não somos valorizados pela administração, nem pelo governo. Tal inferência, correta, diga-se de passagem, está muito presente nesse momento de reivindicação salarial. Pois bem, lançamos um desafio, ou melhor, dois:

    1) As atividades que exercemos merecem maior valor que o dispensado a elas?

    2) Qual o valor que damos às atividades que efetivamente executamos?

    Antes de continuar é necessário colocar que aqui trataremos sempre de forma geral. Temos plena consciência de que há ilhas de excelência, e outras de não tanta excelência. Sabemos ainda que tais ilhas permeiam todas as áreas da casa. Discordamos de rótulos, de classificações simplistas que reconhecem maior ou menor valor conforme a função exercida pelo AFR na estrutura da CAT.

    Concluída a digressão que entendíamos necessária, queremos debater os seguintes pontos:

    Nosso sindicalismo

    Não queremos entrar em debate com administrações específicas, tampouco nos perder num mar de críticas àqueles que se dedicaram às entidades. Hoje temos a necessidade de definir nosso futuro, o Sinafresp de amanhã.

    No passado, a Administração foi uma fiel e poderosa parceira nas lutas classistas. Se, por um lado, essa parceria nos rendeu um período de relativa prosperidade que hoje é mera lembrança, por outro nos acomodou, nos atrofiou. Poderíamos dizer que, quase trinta anos depois da primeira (e única) greve que já houve na Secretaria da Fazenda, somos hoje, paradoxalmente mais do que ontem, neófitos em mobilizações, em organização sindical, em consciência coletiva, em espírito de classe.

    Nossa falta de experiência, naturalmente, conduz a uma série de equívocos. Por exemplo, alguns colegas apoiam com veemência o exercício de atividades… atípicas (para não usar termos inadequados) pelos AFRs. Vejamos duas máximas ditas por aí, pescadas dentre outras pérolas:

    “Quanto mais trabalhos fizermos, mais indispensáveis seremos”

    “Temos muitos fiscais trabalhando fora da CAT, o que demonstra nossa capacidade”

    Para provar o absurdo dessas frases, primeiro vamos definir quais são nossas funções. Diríamos, com absoluta convicção, que são duas, somente duas, as atividades exclusivas da classe.

    1ª – A constituição do Crédito Tributário

    2ª – A gestão da CAT (cargos de Chefia e Planejamento)

    Partindo dessa premissa, temos que considerar dois pontos: primeiro, que tudo que não estiver incluso nessas atividades será muito provavelmente desvio de função; segundo, verificar as exceções.

    Começando pelo fim, as exceções. Primeiro na própria CAT. É evidente que, por exemplo, consultores tributários, corregedores, representantes fiscais, julgadores, entre outros, são cargos que devem ser exercidos por AFRs. Uma gama não pequena de assistentes, em vários níveis na CAT, também, mas já devemos aí iniciar a discussão sobre o que fazem. Fora da CAT o cuidado deve ser muito maior: somente para funções de grande expertise – Diretores, assessores do Secretário, etc.

    Vejamos as carreiras que são valorizadas no Estado – Procuradores e Promotores, por exemplo. Eles exercem funções estranhas a suas carreiras? A reposta geral é NÃO. Mas alguns dirão: há juízes fazendários do TIT que são da Procuradoria! A resposta é fácil: atividade nobre do Fisco; sem problemas exercer atividade nobre de outra carreira.

    E nós, AFRs, quais são as atividades que exercemos?

    Por hora esperamos que cada um dos AFRs responda e analise essa pergunta. Oportunamente voltaremos a ela. Passamos agora a novas questões:

    O que o Sindicato tem a ver com isso? Este não é um problema da administração? Não é quem manda fazer o responsável? Não cabe ao AFR apenas cumprir com zelo a atividade determinada?

    Somos um sindicato de uma carreira específica do Funcionalismo Público. Temos que ter este fato sempre em mente. Nossa atividade sindical não pode ser comparada a cargos da iniciativa privada, que negociam com diversos empregadores cujos interesses (produção e lucro) são conhecidos. Aqui, tudo é específico.

    Pedimos valorização apregoando nossa “alta capacidade”, mas a verdade é que somos remunerados pelo que fazemos e não pelo que potencialmente poderíamos fazer. Assim, é DEVER do Sindicato se envolver nas atividades determinadas pela administração aos AFRs. Isso não é interferência na Administração Tributária! Evidente que não queremos determinar as diretrizes da SEFAZ, mas temos que verificar quais tarefas são executadas pelos AFRs.

    Outro ponto que devemos discutir com a Administração é nossa tabela de produtividade, não para simplesmente “ter mais pontos” ou obtê-los com maior facilidade, mas para que a tabela priorize os trabalhos relevantes e de alta complexidade, buscando a qualidade e não a quantidade, como induz a tabela atual.

    Concluindo:

    Só vamos conseguir teto e piso iguais aos das melhores carreiras do Estado quando mostrarmos que nossas atividades compensam para o Estado. Quando executarmos somente atividades típicas de AFR e angariarmos os resultados. Temos que trabalhar, inclusive, num marketing institucional, passando aí por uma boa imagem da classe junto à sociedade.

    Gestão Participativa
    Propomos, em parceria com o Conselho de Representantes e com o restante da classe, a abertura de frentes de trabalho ou comissões para tratar de demandas específicas de forma especializada e mais focada.

    A ideia seria a de que estes grupos de trabalho possam, com o apoio da infraestrutura do sindicato, se reunir e elaborar propostas para os mais variados campos de interesses da classe, condicionado a cronogramas de trabalho pré-definidos, à prestação de contas periódicas quanto à evolução do trabalho e a pertinência aos interesses classistas.

    Entre alguns exemplos, a depender da existência de interessados, poder-se-iam criar comissões para tratar da tabela de produtividade, de futuras propostas de mobilização, para elaboração de propostas de revisão do estatuto e/ou projeto de Lei Orgânica, de banco de artigos críticos (críticas construtivas que contribuam com os interesses da sociedade ainda que contraponham determinadas políticas públicas de momento) para utilização em momento oportuno, para tratar de promoções, de atribuições/competências, da forma de organização do trabalho fiscal centrada na compartimentalização regionalizada de ações, etc.

    Financeiro
    A transparência será a palavra de ordem nesta área. A ideia é sistematizar a prestação de contas trimestrais à classe e propor a criação de indicadores que permitam melhor acompanhamento por parte do sindicalizado que não tenha tempo de se debruçar em demonstrativos contábeis e orçamentos, bem como comentários a respeito dos eventuais desvios parciais em relação ao inicialmente orçado.

    Na medida do possível pretende-se fornecer algumas informações complementares quanto a despesas relevantes como AGEs, reuniões de Conselho, CONEFIP, participação em Federações e Confederações, contratação de pareceres, custos para organização de eventos e eventuais campanhas publicitárias.

    Na elaboração da proposta orçamentária, especial cuidado será dado em notas que expliquem as principais alterações propostas de um exercício para outro.

    TI
    Aqui pretendemos implementar as seguintes melhorias:

    Utilização do espaço restrito do site do Sinafresp para consultas à classe;
    Disponibilização de informações cadastrais atualizadas e completas (inclusive a data de filiação e o domicílio eleitoral) bem como de rotina de alteração de dados que não exija o repreenchimento completo da ficha cadastral;
    Levantamento de informações junto à Sefaz (com base na Lei de Acesso à Informação) em momentos que antecedam processos eleitorais para cruzamento com a base cadastral do Sinafresp de modo a avisar os filiados quanto à necessidade de correção de dados em tempo hábil;
    Website colaborativo como instrumento inclusive para instrumentalizar a gestão participativa;
    Implantação do aplicativo Afrgree;
    Criação de versão mobile do site do Sinafresp;
    Apoio a inovações tecnológicas desenvolvidas pelos colegas (exemplo: uso de “robôs” para repasse de mensagens entre os grupos OP no WhatsApp);
    Suporte a solicitações do Conselho de Representantes;

    Assuntos Técnicos
    Buscar soluções que atendam premissas estabelecidas pela classe, como piso, teto, vinculação entre piso e teto, reposição inflacionária;
    Análise constante da tabela de produtividade objetivando discussão e propostas de melhorias;
    Estudo comparativo dos pisos e tetos salariais dos fiscos do Brasil;
    Estudo das formas de promoções alternativas, inclusive as existentes nos demais fiscos do Brasil;
    Estudo das consideradas melhores estruturas salariais existentes nos fiscos estaduais;
    Cálculos e levantamentos de estimativas de impactos orçamentários, de perdas acumuladas, de dinâmicas de evolução da remuneração e de mecanismos de promoção, entre outros.
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    Relações Inter-sindicais
    As relações intersindicais basicamente envolvem três núcleos:

    Sindicatos próximos, como o dos TEFEs, dos demais fazendários, associação dos APOFPs e da PGE, entre outros. Aqui especial atenção será dada a uma aproximação das demais entidades representativas no âmbito da Sefaz;
    UGT, central sindical a qual o Sinafresp é filiado, e que lhe dá determinados deveres e direitos;
    Federações de Fiscos, onde recentemente houve o episódio de desfiliação da Fenafisco (por esta apoiar o lançamento de tributos em alguns Estados por mais de uma carreira) e a iniciativa de criação de nova federação de fiscos na qual a atual Diretoria foi autorizada pelo Conselho a atuar como entidade cofundadora ao lado de outros fiscos inconformados com a Fenafisco e do Sindfisco Nacional;
    Nesta questão das Federações de Fiscos, dada a tramitação atual cercada de pouca transparência, esta chapa se compromete a esclarecer os pormenores e trazê-los à classe para que esta, com todos os subsídios necessários, faça uma opção consciente a respeito de a qual Federação se associar e sob quais condições.

    Relacionamento com Aposentados
    Se eleitos, pretendemos criar diretorias regionais de aposentados.

    A ideia é amplificar a voz dessa parte da classe que muitas vezes fica diminuída em vista de estarem fora no dia-a-dia nas repartições da fazenda, e também devido à grande quantidade de novos meios de comunicação, que algumas vezes podem se tornar barreiras silenciosas à comunicação dos mais experientes. Precisamos saber de fato quais são os pontos que os afligem para que possamos ajuda-los a lutar pela melhoria deles!

    Não à toa dois dos integrantes da chapa são de fato aposentados. Realmente acreditamos que a união e a experiência dos aposentados pode e deve ser um grande diferencial nas atividades sindicais, na nova forma de gestão que pretendemos dar ao SINAFRESP!

    http://chapaatitude.com.br/site5/propostas/

  2. Nossos Valores
    Como vamos fazer!

    PROFISSIONALISMO

    Representar uma classe tão importante como a dos AFRs é uma grande responsabilidade. Chega de improvisações, de questões pessoais contaminando a gestão sindical, de falhas de comunicação, de bocas mudas em mesas de negociação.

    ATITUDE é planejamento. É construir propostas coerentes, a partir de estudos detalhados. É respeitar e se comunicar com os filiados. ATITUDE é seriedade na gestão do SINAFRESP.

    TRANSPARÊNCIA

    Reuniões de teor misterioso, “propostas” secretas, negociações que, se é que existem, correm à revelia da classe, pautas surpresa. Não podemos mais ser tratados assim.A Diretoria só terá força para se expressar como legítima representante da categoria quando contar com a confiança dos sindicalizados. Para conquistar essa confiança, transparência é fundamental.

    ATITUDE é dialogar com a classe de forma rápida e efetiva. ATITUDE é dialogar com a classe de forma rápida e efetiva ATITUDE é comunicar para construir.

    RESPEITO À VONTADE DA CLASSE

    O SINAFRESP só conseguirá de fato liderar e unir a categoria quando respeitar a sua vontade, cumprindo o que for decidido pelas bases.

    Saber o que a classe quer necessita um esforço constante. Para isso, usaremos todos os meios de comunicação possíveis.

    ATITUDE é o SINAFRESP caminhando junto com a classe.

    UNIÃO

    Só voltaremos a ser fortes quando nos unirmos em prol dos interesses comuns. Quando nos focarmos em construir juntos soluções para os problemas de todos, ao invés de instigar diferenças.

    ATITUDE é lutar por todos, perseguindo, a cada dia, a unificação da classe.

    VALORIZAÇÃO

    Reconhecimento dos AFRs como carreira típica de Estado, com foco nas atividades de competência privativa. Repúdio à corrupção e à má gestão.Temos muito pelo que lutar, por nós, pela instituição, e pela sociedade.

    ATITUDE é ser agente de mudanças. ATITUDE é fazer acontecer.

    http://chapaatitude.com.br/site5/nossos-valores/

  3. CARTA DE AGRADECIMENTO

    Encerrada as apurações das eleições 2015 para o SINAFRESP cumpre Chapa 1-Atitude,vencedora do pleito a direção da entidade, fazer alguns agradecimentos.

    Primeiro e,sem dúvida o mais relevante,à classe dos Agentes Fiscais de Rendas, independente da posição individual, pela expressiva participação no processo eleitoral. Ambas as chapas concorrentes tinham como um dos valores primordiais a união dê classe. Tal união já se iniciou, com o claro interesse na participação deste momento.

    Sem dúvida, um agradecimento especial aos que escolheram a Atitude para representa-los nos próximos três anos:obrigado pela confiança depositada nos candidatos e em nossas propostas.

    Aos que nos apoiaram formalmente devemos uma reverência especial. Expor sua opinião e seu voto,sabendo que isso a-ia mais inimizades que amizades,. é um ato ele desprendimento pessoal muitas vezes mal compreendido. Obrigado Dado, lta, Hamilton, Ângelo, Lucas, Teo, Gabriela,Alex,Gustavo,Newton e Evandro.

    Para aqueles que trabalharam em nossa campanha,junto a nós ou até por iniciativa própria, nosso muito obrigado. Deixamos de citar nomes, pois foram tantos que certamente cometeríamos a grave falha de deixar colegas esquecidos. Queremos externar nosso sentimento de quanto é gratificante entra.r em uma rede social, por exemplo, e encontrar pessoas que espontaneamente pedem voto e fazem comentários positivos à Chapa: Atitude.

    À chapa adversária União e Trabalho um destaque ao comportamento durante a campanha e nas apura sempre com a cortesia e ações típicas de pessoas.que, em primeiro lugar, buscam o interesse da classe. Não vamos ser hipócritas e dizer que não houve excessos pontuais de ambos os lados, típicos das disputas democrática· mas e importante ê que de forma geral agimos como AFRs pelo bem dos AFRs. Não poderia ser diferente. É nosso dever salientar que- foi uma eleição apertada, decidida nos últimos votos. Portanto, parabenizamos a União e Trabalho pela grande votação e, desde- já, em respeito à vontade departe expressiva da classe, convidamos seus membros a participar ativamente das decisões classistas.

    Com a AFRESP que, sem se envolver no pleito, disponibilizou seus espaços aos concorrentes e abriu suas portas para participação em evento específico,esperamos andar junto cada qual com seu mister, para beneficio da categoria.

    À comissão e às subcomissões eleitorais, pela condução impecável e sem qualquer transtorno ao pleito.Tarefa silenciosa, discreta, mas muito árdua, especialmente em uma situação de disputa acirrada. Parabéns pelo trabalho.

    Ao Sinafresp agradecemos a acolhida, sabedoria de escolher uma comissão eleitoral neutra e pelo trabalho duro e probo feito atê hoje pelo nosso sindicato.

    Enfim, nossos mais prof undos agrade<imentos aos colegas Agentes Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo. Esperamo de todo coração, corresponder às e expectativas lançadas sobre nós e garantimos trabalhar muito pela concretização da valorização merecida de nossa carreira.

    Fonte

  4. Parabenizo a chapa 1 pelo pleito e desejo muito Boa Sorte para todos, mas confesso que achei meio confuso o programa da chapa vencedora – para começar as negociações serão feitas com “02 enquetes” – se o governador e o secretario acham ou pensam que merecemos o que pleiteamos e segundo se o AFR acha ou pensa que merece o que está pleiteando – pois bem – se as respostas forem positivas, ambas acharem que merecemos o que pleiteamos a chapa ganhadora vai fazer o quê? E se ambas acharem ( o governador e o secretário e o AFR) que não merecemos o que pleiteamos a chapa ganhadora vai fazer o quê?
    Tanto no caso positivo ou negativo nós vamos aguardar uma nova estrutura CAT e sabe lá quando vai ou pode acontecer e a partir daí pleitearmos alguma coisa? E depois fala em mobilização, não estou entendendo, enfim…..

    Vou torcer para vocês consigam realizar tudo o que pensaram, mas como participei de todas as assembleias do sindicato desde no meu ingresso em 1990 e conheço a tabela dos salários do fisco brasileiro (empresa pública) com todo respeito e desculpem se eu estiver muito equivocada mas me parece que vocês estão querendo “inventar a roda”

    Para começar não seria melhor dar continuidade ao trabalho feito pelo sinafresp (pelo menos extinguir o nível básico e um PLO com correção da inflação) e, depois sim começar a fazer essas enquetes? Nova estrutura da CAT

    Boa sorte!!!!

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