O que falta de relevante para melhorar a carreira paulista?

Renato  Para melhorar a nossa carreira precisamos de:  PEC, estadual ou federal, para fixar o teto salarial do executivo igual ao do judiciário;  extinguir o nível básico, que desestimula o ingresso na carreira e cria uma diferença salarial muito grande entre os novos colegas e os mais antigos;  uma lei orgânica para termos mais autonomia e segurança; mudar as regras de promoções, para possibilitar uma ascensão mais rápida na carreira; incentivar o trabalho do colega interno, tendo em vista a diferença salarial criada pelo auxílio-transporte; melhorar a tabela de produtividade do fiscal externo, de forma que recebam pontuações justas pelos trabalhos desenvolvidos.

PRÓXIMA

Qual foi ao seu envolvimento no processo de reestruturação da carreira, em 2007/2008?

5 Comentários to “O que falta de relevante para melhorar a carreira paulista?”

  1. Auxílio transporte não é motivo para comparar com a função externa com a função interna. A motivação para a função interna precisa ser estudada no âmbito dela mesma e, assim, criar atrativos remuneratórios sem dividir a categoria.

  2. Prezados Marcimedes e Renato,

    A Reestruturação já cuidou de tornar a carreira interna mais atrativa. Os colegas que entram a partir de 2009 ganham 15 mil reais líquidos anuais a menos do que um Assistente Fiscal II, já considerando o AT. Isso sem falar no prejuízo ao progresso na carreira, anunciado na minuta das novas regras de promoção.
    O problema daqui por diante será convencer os colegas a serem FDTs.

  3. Caro Delcides,

    Concordo plenamente que está chegando o tempo em que “O problema daqui por diante será convencer os colegas a serem FDTs.” A visão distorcida do Renato é por que nunca exerceu a FDT o que deveria ser obrigatório para todos que ingressassem na carreira por um período mínimo de um terço do estágio probatório.

    • Marcimedes,

      A colocação do Renato não está errada, se considerarmos o universo dos AFRs pré-reestruturação: como todos estão limitados pelo teto, a existência do AT “por fora” cria um incentivo forte para a FDT para quem entrou até 2006.
      A reestruturação criou realidades diferentes para os AFRs pré e pós-2009. Para nós FuBás, o teto é só daqui 20 anos, a FDT, uma “roubada” a ser evitada e a PEC, só se incorporarem 50% da PR primeiro ( se não, é prejuízo no bolso).

  4. O trabalho de um Agente Fiscal de Rendas externo é mais perigoso e penoso do que um interno devido ao fato de estar lidando diretamente com o contribuinte, executa ainda tarefas que o expõe em riscos diversos.
    Além disso, a pontuação em aberto, com a tabela fajutada, obriga-o a trabalhar tenso e muito, ou então, fazer trabalhos superficialmente.
    Portanto, proponho, como isonomia entre fiscal interno e externo, termos a tabela de pontos fechada em 2.700 pontos para recebimento dos vencimentos, e os demais pontos obtidos iriam para as promoções por merecimento.

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