A peleja da Paraíba contra o REIcardo

“Salve o povo campinense    
E o povo que vem de fora,    
Viva nossa grande festa    
Que começa em boa hora,    
Se ela é feita por nós    
Vamos desfrutá-la agora.    
  O Maior São João do Mundo  
  É de um tamanho sem fim,  
  A corrente da alegria  
  Se faz de você para mim,  
  Quem é que não se orgulha  
  De uma festa grande assim?  
    Com nossa emoção conjunta
    Vai ser um São João em paz,
    Dança, forró, culinárias…
    Em diversos arraiais,
    Vamos tornar esta festa
    Bonita cada vez mais!
  Meu caro turista amigo  
  Que de todo canto vem,  
  Tá vendo esta festa enorme  
  Que Campina Grande tem?  
  O Governo do Estado  
  Não investiu um vintém.  
Paraíba cara nova,    
Uma propaganda diz.    
Mas essa é a cara nova?    
Não vejo quem peça bis,    
Pra confiar, nem pensar!    
E menos pra ser feliz.    
  Cinquenta anos em cinco  
  Alguém fez pela nação.  
  Isso foi com Juscelino  
  Para esse “Mago”, não!  
  Quarenta anos em quatro?  
  Parece até gozação!  
    Há mais de cinqüenta anos
    Os nossos policiais
    Tinham seguro de vida
    Por saber que são mortais
    O mago acabou com tudo
    Governador nunca mais
  Governador três por cento  
  Cumpra suas promessas,  
  Eram doze ponto cinco  
  Altere esse aumento às pressas.  
  Quem diabo trabalha alegre  
  Com uma migalha dessas?  
Tá vendo o caso do Fisco    
Em que subsídio é lei.    
Faça cumprir o Direito    
O senhor sabe eu também sei,    
Que numa democracia    
Não há lugar para rei.    
  Pela lógica do Direito  
  Até onde eu estudei,  
  Lei é pra ser cumprida  
  Dessa norma eu também sei,  
  E Governo que não cumpre  
  Passa a ser fora da lei.  
    E o Hospital do Trauma
    Que não “tá” de brincadeira,
    Inventaram um jeito novo
    Que dá até tremedeira,
    Tão operando cabeças
    Com ponta de furadeira.
  Lá quem deitar vai pra broca  
  Sai de cabeça furada,  
  Já pensou se a Cruz Vermelha  
  Soubesse da presepada?  
  Em que grau a Paraíba  
  Estaria colocada?  
Por que só sabe culpar    
Os governos do passado?    
O seu tem tanto defeito    
Que anda desconjuntado,    
Lembre-se quem julga os outros    
Do mesmo jeito é julgado.    
  E o Programa do Leite  
  Com soda cáustica e formol?  
  Uma das coisas mais tristes  
  Que vi debaixo do sol!  
  “Tô” vendo a hora botarem  
  “Creolina” e Metanol.  
    Até quando a gente vai
    Suportar tanto maltrato?
    Ter sempre que engolir
    Um novo ESTELIONATO,
    E nosso povo sofrido
    Sem culpa pagando o pato.
  E a compra da Fazenda,  
  Lembra do procedimento?  
  A Cuiá foi para cuia  
  Do superfaturamento,  
  Essa foi dose pra onça  
  Purgante para jumento.  
Com um “dinheirão” daqueles    
Revertido em seu proveito,    
Qualquer um teria chance    
Imensa de ser eleito.    
Até eu daria olé    
Para governo ou prefeito.    
  Quem diabo disse ao senhor  
  Que a educação vai bem?  
  Com tanta escola fechada  
  Não vai ser bom pra ninguém,  
  Escola é para se “abrir” mais  
  E não fechar as que tem.  
    Sabemos que sem escola
    Não há povo que evolua,
    E criança fora dela
    No perigo continua,
    Feito monstrengo sem rumo
    Fumando crack na rua.
  E o piso do professor  
  Responda governador?  
  Nem de perto corresponde  
  Ao valor do educador,  
  Será que todo esse peso  
  Não dói dentro do senhor?  
Estamos todos lembrados    
Das medidas provisórias,    
Moldadas de arrogância    
Duramente obrigatórias,    
Ou o senhor ta pensando    
Que apaga nossas memórias?    
  As medidas provisórias  
  Têm seu lado eficiente,  
  Quando vêm para servir  
  Ao povo indistintamente,  
  Mas as suas são maldades  
  Da forma mais prepotente.  
    E o dinheiro da folha
    Que entrou na conta errada?
    Burlando o Índice da Lei
    Que pra isso foi criada,
    Enrolando os servidores
    Aos poderes não dando nada.
  Com o Banco do Brasil  
  Ela foi negociada,  
  O Tribunal ao saber  
  Como contabilizada  
  Decidiu acabar logo  
  Com aquela marmelada  
Esconder é impossível,    
Nem dando marcha ré.    
Quem usa dessa malícia    
Com toda certeza é:    
Um Governo incompetente    
Ou um chefão de má-fé.    
  Na campanha esse “rei mago”  
  Sobre a Cagepa dizia:  
  Que era questão de gestão  
  Todo problema que havia,  
  E hoje treme de medo  
  De uma simples auditoria.  
    Aumentou em cem milhões
    Enorme endividamento!
    Mesmo elevando a tarifa
    Em vinte e oito por cento
    Quebrou a Cagepa inteira
    Com esse procedimento.
  Fale da PEC 300  
  Divulgada nos jornais,  
  Por que foi que não cumpriu  
  Com nossos policiais,  
  Toda ação é sempre pouca  
  Quando a conversa é demais.  
E o secretário “vivão”    
Está longe ou mora perto?    
Com subsídio dobrado    
Muito “mala”, muito esperto!    
Esse é capaz de vender    
Área verde no deserto.    
  Até a UEPB  
  Levou sua cacetada,  
  Pela Lei Orçamentária  
  Foi também lesionada,  
  Tendo sua autonomia  
  Profundamente arranhada.  
    O que a lei determina
    Esse governo negou,
    Verba que a ela cabia
    Ele com ódio tirou.
    Veja o autoritarismo
    Até que ponto chegou.
  João Pessoa é a cidade  
  Mais verde deste país,  
  E a segunda do mundo  
  Perdendo só pra Paris,  
  Mas a Segurança Pública  
  Vive um período infeliz.  
Para a cidade mais verde    
Uma coisa lhe atormenta,    
No Brasil ser a segunda    
Capital mais violenta,    
Morar num “inferno desses”    
Me diga quem diabo aguenta?    
  Lembra o Jampa Digital?  
  Com aquele “zum zum zum”,  
  Que o Mundo e a Paraíba  
  Os dois formaria um,  
  Mas nessa algazarra toda  
  Não foi pra canto nenhum.  
    Onde está a Bolsa Atleta
    Por aí tão decantada?
    Dizendo que nossos jovens
    Seriam reis da pelada,
    A grana ficou na Bolsa
    E o nosso atleta sem nada!
  O sonho da Bolsa Atleta  
  Nem mesmo em sonho aparece,  
  Havendo estelionato,  
  Quer saber o que acontece?  
  O craque vai fumar crack  
  E o craque desaparece.  
O crack pedra, é perigo!    
Sua maldade é tamanha,    
Se lutar com o craque homem    
Vai usar toda artimanha,    
O craque homem é quem perde    
E o crack pedra é quem ganha.    
  E o Esporte na Escola  
  Que era um propósito seu?  
  Nem um, nem outro vingou  
  Sabe o que aconteceu?  
  A Escola está capenga  
  E o seu esporte morreu.  
    Arrependido estou e reafirmo enfim
    Pagando esta penitência,
    Que Deus tenha dó de mim,
    E que ilumine seu povo,
    Para não votar de novo
    Num “mago” ruim assim!”

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