Archive for ‘Liderança & Motivação’

novembro 30, 2013

Comunicação é ferramenta de disputa de poder

charlesalcantaraCharles Alcantara

“A comunicação tem valor estratégico no movimento sindical. De modo geral, ainda há uma baixa compreensão do valor estratégico da comunicação. Comunicação não é um simples instrumento de transmissão de informação, de notícia. A comunicação é uma poderosa ferramenta de disputa de poder, de disputa de hegemonia”

A constatação da importância política da comunicação sobrevém das recentes e históricas conquistas dos auditores e fiscais de receitas do Pará, como sonhada a Lei Orgânica do Fisco, em 2011. Alcantara, é dono de currículo que apresenta experiências como coordenador de campanhas políticas emblemáticas no Estado e em Belém e com estreita ligação com a área de comunicação dos movimentos sociais. Na última quinta-feira (28), no XVI Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Conafisco) o presidente do Sindifisco Pará tomou posse como diretor de Assuntos Técnicos e Comunicação da FENAFISCO  […] Leia mais

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abril 24, 2013

Tempos Modernos (?)

do Blog Contraponto Sindifisco  

Dois dos vários pilares da Secretaria da Receita Federal do Brasil são: a eclética formação de seus quadros e a reconhecida alta qualificação técnica de seus Auditores-Fiscais. Contudo, o modelo organizacional adotado nestes últimos anos vem conduzindo, por meio de normas infralegais, a uma crescente transferência de competências do responsável pela execução dos trabalhos para o Auditor-Fiscal ocupante de cargos de gestores das unidades locais, o que conduziu à uma excessiva centralização de competências e atividades, muitas delas de cunho meramente operacionais.

Na contramão da própria legislação federal que determina a desburocratização e descentralização, criamos uma estrutura excessivamente hierarquizada, em que um mero despacho negando seguimento a uma impugnação pode depender de até quatro signatários. O elevado grau de concentração aumenta em demasiado o volume de procedimentos que dependem de ratificação de um chefe de Serviço ou um Delegado/Inspetor, que, por ser humanamente impossível, não analisa detidamente todos os trabalhos realizados, e que ao final gera uma falsa imagem de controle […] Leia mais

março 30, 2013

Não desista!

Você é do tipo perseverante ou é daqueles que têm muita iniciativa e pouca “acabativa”? 

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Verdades sobre a real motivação no trabalho

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fevereiro 4, 2013

Vale a pena ler de novo III

LIDERANÇA & MOTIVAÇÃO

Com o início da nova gestão sindical, o BLOG do AFR passa a pontuar artigos, notícias e demais posts, reunidos num tema específico, visando o enriquecimento do debate para contribuir com a formação da Agenda Sindical através da reflexão construtiva.

Motivação e filosofia de resultados

Verdades sobre a real motivação no trabalho

Dysrationalia: Quando a inteligência não tem vez

Bônus no serviço público: Muito mais problema do que solução

Falar sobre ética é fácil…

Liderança positiva e trabalho em equipe

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janeiro 5, 2012

Gerações: Y versus X

por Eurico Gushi

A Geração Y, Informação, Raciocinio Lógico e Auto Conhecimento

Vez ou outra o termo “Geração Y” bate à minha porta e eu fico com algumas dúvidas.
Eu Sei que a Geração Y:
– Nasceram na Era do Conhecimento
– Tem Acesso a uma Infinidade de Informações
– Tem o domínio das Tecnologias de Informação

Eu não sei se a Geração Y tem:
– Um bom Raciocínio Lógico:
. Organização do Pensamento
. Comunicação: Simples e Clara
. Análise e Agrupamento (Raciocínio Dedutivo)
. Síntese e Relação de Causa e Efeito (Racioc. Indutivo)
– Um bom Auto Conhecimento
. Valores e Propósito
. Visão de Longo Prazo: Sonhos e Objetivos

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dezembro 27, 2011

LESA RONDÔNIA – O golpe de 1 bilhão e o Chico

Paulo Andreoli

Paulo Andreoli*

Chico, servidor público, que vale por 300 policiais federais, 24 deputados estaduais, um secretário de finanças e um governador

Um golpe que estava sendo tramado contra o erário rondoniense e que foi  cessado pela Justiça. Um golpe que deixa em valores a quadrilha da operação Dominó e seus 23 deputados corruptos no chinelo. Uma fortuna que deixa o pessoal da operação Termopilas parecendo “crianças de fralda”. Estou falando da vergonhosa, imoral e corrupta lei estadual que pretendia dar isenção de ICMS ás empresas que constroem as Usinas do rio Madeira.

O valor do butim podia chegar a quase 1 bilhão de reais (R$1.000.000.000,00) e foi corrigido graças a corajosa atuação de um auditor fiscal que descobriu a tramóia nos porões imundos da Sefin – Secretaria de Finanças. Francisco Barroso, este é o nome do Homem que merecia ganhar da Assembléia Legislativa o titulo de cidadão rondoniense. O Chico (para os amigos) recebeu o total apoio do Rondoniaovivo e outros veículos de comunicação deste Estado comprometidos com a comunidade. Outros jornais e Tvs, acertados com as “Usinas” ficaram calados, como verdadeiros covardes e traidores que são do povo rondoniense. Chico protocolou denuncia no MPE – Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas e outros órgãos fiscalizadores. Correu atrás, fez pressão e graças a atuação de corajosos diligentes da lei, a golpe multimilionário foi brecado. 
Vale lembrar que tudo começou com a mudança de um parágrafo num decreto que concedia isenção de ICMS para empresas locais na compra de materiais e insumos fora do estado. O decreto datava de 1991. Pois bem, algum marginal mal intencionado acrescentou no decreto do século passado, um parágrafo que também permitia a isenção para compra de Turbinas (Alstom e Bardella) e Torres de Energia (Toshiba) entre outras empresas que seriam beneficiarias. E olha que em 1991, ninguém nem sonhava ainda com Usinas em Rondônia. O decreto fajuto precisava virar “lei” e para tanto foi enviado para a Assembléia Legislativa, onde os deputados estaduais, vergonhosamente na calada da noite, aprovaram a “toque de caixa” a lei do “Lesa Rondônia” como foi batizada por este escriba. Não é difícil imaginar, agora depois da operação Termopilas que a “mala preta” das Usinas deve ter corrido entre os corruptos de plantão.

Tudo caminhava para que Rondônia, um estado que ainda necessita de saúde de qualidade fosse penalizado por uma sangria criminosa, que iria privar nossos irmãos de um futuro melhor. A quantia que seria “doada” aos grandes empresários poderia conceder aumento para policiais militares em greve e todos os outros servidores estaduais. Poderia se construir centenas de casas populares. Dezenas de escolas e postos de saúde. Hospitais e estradas.

Mas tudo foi diferente do que arquitetaram os marginais e criminosos do ICMS rondoniense. E olha que nem precisou da Policia Federal. Bastou um auditor fiscal sério, comprometido com suas obrigações patriotas.

A quadrilha que preparou o golpe está solta. Não existe acusação criminal contra os “espertos” empresários, políticos e gestores estaduais. Não duvido que todos estes quadrilheiros estão arquitetando novo golpe em favor da Usinas. É uma questão de tempo.  O que não falta é vagabundo querendo sacanear o povo a troco de propina.

Chico Barroso

Fica o recado aos bandidos do colarinho branco. Aqui não! Aqui tem o Chico, que vale por 300 policiais federais, 24 deputados estaduais, um secretário de finanças e um governador. Tudo bem que como retaliação à sua atuação ética e cívica, Chico foi transferido de setor por integrantes do grupo “Lesa Rondônia”. Jogaram o cara numa sala lá pelas bandas do porto graneleiro e o caso está na Jusitça. Aqui também tem o Rondoniaovivo. E não pretendemos nos ajoelhar perante Usineiros. Bem diferente de alguns que já venderam o corpo, a alma e entregaram a mãe como brinde para as Usinas.

Então fica assim. Nem Termopilas, muito menos Dominó. O maior roubo da história rondoniense  foi tramado e cessado em 2011. Foi a operação Lesa Rondônia que não deixou quase um bilhão de reais sair pelo ladrão. Sem duplo sentido.

*Paulo Andreoli é jornalista e editor do http://www.rondoniaovivo.com

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setembro 15, 2011

Verdades sobre a real motivação no trabalho

Animação da RSA Animate, é uma adptação da palestra Dan Pink’s na RSA, ilustra as verdades escondidas por trás daquilo que realmente nos motiva no trabalho.

Daniel Pink divide os estágios de motivação em 3 gerações, que caracteriza com exemplos interessantes. Motivação 1.0, que funciona como um sistema operativo e que se regula por fazer cumprir os objetivos mínimos da humanidade, como comida, roupa, reprodução – a base da pirâmide de Maslow, repetida variadas vezes neste livro. Motivação 2.0, caracterizada com base na cenoura: prêmio por resultado ou castigo por não obtenção dos objetivos – funciona bem em geral, mas não é suficiente em muitas situações. Motivação 3.0, que pretende superar algumas lacunas da segunda geração, como o enfoque no curto prazo ou o comportamento menos ético.

Pink divide a motivação em dois tipos – tipo I e tipo X – representando as motivações intrínsecas e extrínsecas das pessoas. As primeiras estão menos expostas a prêmios e aceleradores externos, e mais a valores e vontades próprias, ao gozo e ao prazer. As segundas possuem três elementos principais: autonomia, controle e propósito. Num mundo cada vez mais competitivo, o conteúdo de Drive – que sustenta a importância das motivações intrínsecas raramente tratadas pelas organizações – ganha relevância e torna-o em mais uma obra de rara importância.

agosto 21, 2011

A geração Y é mais produtiva do que a X?

Depende. A geração Y (os nascidos na década de 80) ingressa nas empresas com altas expectativas referentes à carreira e à conquista de seu espaço no mundo dos negócios. Lembrando que ela cresceu em ambiente rápido, competitivo e onde a informação havia se tornado ‘commoditie’. Atendo clientes da geração Y, que procuram processos de coaching exatamente para lidar melhor com a ansiedade, frustração e raiva causada pela suposta ‘lentidão’ dos X e do mundo corporativo, ainda bastante direcionados pelos mesmos. Com base na experiência que tenho com esses profissionais, posso dizer que a geração Y pode ser mais produtiva caso a interface com outras pessoas, principalmente da geração X, seja baixa ou nenhuma. Já se o progresso de sua produção depender de relações interpessoais com a geração X, terão sua produtividade reduzida, e muita frustração para digerir. (Guilherme Lang Dias Rego)

O LÍDER MODERNO TEM QUE OUVIR

Consultora de 26 anos fala da arrojada geração Y e das novas formas de liderança
O líder moderno, a meu ver, é uma pessoa estratégica, disponível para o relacionamento interpessoal, com boa comunicação e habilidade de inspirar pessoas com os valores de uma causa comum. Consegue estabelecer um estilo de liderança participativo, integrando-se, criando um ambiente e relacionamento horizontal com seus liderados, não sendo a pessoa que fala mais alto, mas a que possui grande capacidade de ouvir e compreender. Sabe libertar e incentivar o talento de seus colaboradores, tendo boa visão de futuro, sendo auto-confiante e firme, sem ser arrogante. É proativo, consciente, realizador, apaixonado por liderar e por pessoas. Para ser líder, não basta ter conhecimento técnico, mas também em gestão de pessoas, sensibilidade e maturidade para lidar com diferentes demandas técnicas e humanas. (Janete Trevisani)

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abril 16, 2011

O rabo que abana o cachorro

OPINIÃO

Quando ouvimos de colegas, perplexos, sobre o marasmo do movimento sindical, perguntamos: Por que nos falta motivação? Seria atribuição das lideranças o dever de motivar a categoria?

É lógico, dizem alguns. Quem esta no comando da tropa, deveria orientar os soldados. Do outro lado, o líder cansado e desanimado responde: é da base que deve vir o incentivo para a liderança se projetar!

Alguns enxergam no líder características pessoais, como carisma e firmeza, quase um profeta. Enquanto outros entendem que liderança esta ligada a uma sinergia do próprio grupo de comandados com os dirigentes de plantão. Um processo dinâmico de influenciar uns aos outros.

De qualquer forma, o que buscamos é a eficácia da atuação da organização, através da liderança, bem como de seus agregados diretos. O sucesso advém da postura em formar e desenvolver equipes, transmitir credibilidade, fazer comunicação eficiente e se aproximar das pessoas. Capacitar e inspirar. À liderança, cabe o papel de facilitador.

Se a função do líder não é a de criar motivação nos seus liderados, pelo menos, cabe a ele manter os que já estavam motivados”

Esta ideia baseia-se na premissa de que quando se elege um novo líder, todos estão cheios de esperanças e expectativas, e, por isso, são depositários de um rico manancial de motivação. Cabe ao líder manter a chama acesa.

Não é comum o líder se deparar com um grupo voluntariamente motivado. Na maioria das vezes, ele precisa saber criar um ambiente no qual os seguidores possam despertar o seu potencial motivacional. Por isso, todo esforço no sentido de não desmotivar é fundamental no processo de liderança. O pior dos mundos é encontrar um grupo motivado e deixar esvair toda essa energia.

É bem verdade que manifestações de encorajamento e apoio, fazem parte do contraponto, e são bem vindas. Mas o verdadeiro líder, pode ser comparado ao regente de uma grande orquestra, que precisa fazer bom uso da batuta. Cabendo aos ouvintes do espetáculo avaliarem a música que a banda toca.

Todos os envolvidos, nesta espécie de simbiose, tem a sua parcela de responsabilidade. Que cada um assuma o seu papel para o bem comum da nossa organização sindical!

TeoFranco

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Desafios do líder

E quando o Carnaval chegar? III

Construindo pontes e abrindo caminhos

5 pontos para um sindicato forte

abril 2, 2011

Planejamento de Relações Públicas

As relações públicas exercem a função estratégica que significa ajudar as organizações em geral, bem como entidades representativas, empresariais e sindicais. Estes organismos, face às novas exigências no sistema social global, necessitam, além de rever posturas, planejar estrategicamente a comunicação e administrar o relacionamento com o público alvo. Valorizar a dimensão e o seu posicionamento institucional.

a organização se converteu em um ator social … agindo politicamente … e suas regras de comunicar foram, progressivamente, impregnando todo o corpo social (Armand Mattelart) na sociedade contemporânea ser transparente passou a ser um imperativo para as organizações (Don Tapscott e David Tipoll)

A transparência vai muito além da obrigação de fornecer informações, implica a necessidade de planejar estrategicamente a comunicação organizacional com todos os públicos.

Assista aos slides sobre Planejamento de Relações Públicas:

fevereiro 5, 2011

A Fábula do Porco-espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.
Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

enviado por Neusa Asada

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fevereiro 1, 2011

O conceito de time nas organizações

Relembrando o conceito de time.

Muitas organizações dizem com orgulho que possuem um time forte, um time unido, um time vencedor. Isso é muito importante, mas para entender melhor o conceito de time, é preciso começar entendendo de onde veio a palavra “time”. Ela existe há séculos e no extinto idioma indo-europeu, significava puxar.

Por isso, em sua origem, a palavra era aplicada apenas aos bois, que puxavam os arados. Evidentemente, para que o time de bois funcionasse bem, todos os bois tinham que puxar ao mesmo tempo, na mesma direção e com a mesma força. Naquela época, os bois que demonstravam ter mais disposição que seus companheiros, acabavam atrapalhando o time e viravam churrasco.

Foi só no século 16 que a palavra “time” começou a ser aplicada também a seres humanos que executavam um trabalho em conjunto. E bem depressa, os proprietários de times humanos perceberam que teriam que lidar com uma nova variável: o talento.

Todo time sempre tem alguém que é mais talentoso do que o resto. E, não por acaso, no século 19, os ingleses passaram a chamar as suas equipes de futebol de times. Porque os times, para serem vencedores, precisavam de jogadores esforçados e disciplinados, que garantiam os bons resultados, mas não podiam prescindir dos talentos, que corriam menos e não gostavam de receber ordens, mas podiam resolver um jogo com uma jogada criativa e inesperada. Os melhores times da história, tanto no futebol quanto nas empresas, são os que conseguiram achar um lugar para o talento, e dar a ele, ocasionalmente, a chance de brilhar sozinho.

Por isso, quando um chefe diz orgulhoso: “nós temos um time unido”, é preciso saber em que século ele está pensando. Se no século 16, quando os talentos eram desprezados e todo mundo era obrigado a ser igual, ou se no século 21, quando os poucos que se destacam por seu talento são reconhecidos e incentivados.

Max Gehringer, para CBN

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janeiro 26, 2011

Desafios do líder

Opinião

O líder de uma organização, deve investir no aperfeiçoamento do seu papel, tem que ter franca habilidade no manuseio e na administração de pessoas com vistas a trabalhar em equipe, ser flexível, idôneo, ter confiança, autocontrole, bom humor, empenho, etc. Estas exigências, a bem da verdade, não são só dirigidas aos que exercem função de comando, muito pelo contrário, são demandas feitas a todos aqueles que pretendam ter uma carreira sólida e pouco sujeita a contratempos.
O mundo moderno trouxe vários desafios para todos os profissionais de uma maneira geral. Porém, para os líderes cabem alguns desafios um tanto diferenciados e específicos que devem ser ressaltados:

1. Assegurar um ambiente de trabalho seguro e motivador;

2. Investir em educação e gestão do conhecimento;

3. Conseguir trazer para a organização os profissionais mais talentosos, bem como retê-los;

4. Administrar uma estrutura de benefícios compatível com a realidade da organização e/ou do mercado que opera;

5. Cuidar da cultura organizacional, da ética, dos valores, do endomarketing, etc.

Blog do AFR

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janeiro 11, 2011

Chefia e Liderança

Dois funcionários saem em companhia do chefe para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, por isso, concederei um a cada um de vós”. “Eu primeiro, eu primeiro.” Grita um dos funcionários. “Eu queria estar nas Bahamas a pilotar um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” Puf! E lá se foi.O outro funcionário apressa-se a fazer o seu pedido:” Eu quero estar no Havaí com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” Puf e lá se foi. “Agora você” diz o génio para o chefe. “Eu quero que aqueles dois voltem à repartição logo depois do almoço.” – Diz o chefe.

Moral da História:

Deixa sempre o teu chefe falar primeiro.

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janeiro 10, 2011

Paradigmas

Nesse vídeo podemos observar como um paradigma é formado e como os seres seguem ele, seja animal ou seja o homem. Apesar desse vídeo ser feito por macacos, sabemos que a humanidade na sua maioria faz a mesma coisa, seguem modelos de vidas, mesmo sem saber o porque e o pra que?!

Obs.: Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido.

Paradigma pode ser entendido por um exemplo, um modelo, uma referencia, uma diretriz, um parâmetro, um rumo, uma estrutura, ou ate mesmo ideal. Algo digno de ser seguido. Podemos dizer que um paradigma é a percepção geral e comum – não necessariamente a melhor – de se ver determinada coisa, seja um objeto, seja um fenômeno, seja um conjunto de idéias. Ao mesmo tempo, ao ser aceito, um paradigma serve como critério de verdade e de validação e reconhecimento nos meios onde é adotado. Foi o físico Thomas Khun que o utilizou como um termo científico em seu livro A Estrutura das Revoluções Científicas, publicado em 1962.

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janeiro 8, 2011

Liderança positiva e trabalho em equipe

A liderança positiva é essencial para o trabalho em equipe. Hoje, não se trata apenas de liderar pessoas, mas produzir resultados positivos através do desempenho acima da média. Com este tipo de liderança todos os liderados se destacam, pois não é uma liderança de privilégios nem de privilegiados, mas de valorização das virtudes individuais no grupo.Cada integrante da equipe é chamado a colocar seus dons a serviço do corpo maior (corporação).

Para exercer a liderança positiva numa corporação, com eficácia, o bom líder precisa ter em mente que tudo começa nas pessoas, que o trabalho depende delas e que um ambiente positivo tem a possibilidade de gerar melhores resultados do que um ambiente negativo.

Liderar positivamente é internalizar esta magia no seio da equipe, de modo a contagiar toda a corporação. Todavia, a liderança positiva é um processo que deve começar na consciência do próprio líder. Portanto, aquele que deseja liderar deve primeiro ser líder de si mesmo, para depois ser líder de outros, de uma equipe. Para tanto, as primeiras providências a tomar são:

a) rever as próprias posturas pessoais frente ao grupo, sempre em consonância com os objetivos e metas da corporação e do mercado;
b) trabalhar de maneira harmônica e integrada com sua equipe na busca dos resultados;
c) não se descuidar de três desejos humanos: manutenção da fortuna (sucesso e êxito), busca constante da evolução (crescimento pessoal e grupal, profissional e familiar) e conquista da felicidade (realização dos sonhos).

Se a Fortuna era a deusa romana da sorte (boa ou má) e da esperança, a liderança positiva é um processo que não pode confiar unicamente nela, mas deve buscar com positividade a evolução e o sentimento de felicidade das pessoas que compõem a equipe.

A liderança positiva não é um jogo ou uma questão de apostar na sorte, mas é aquela que vê saídas onde outros apenas conseguem enxergar problemas ou meias soluções. É afortunada de características especiais, como visão diferenciada, conhecimento, espiritualidade, capacidade para o relacionamento, determinação e coragem.

Abaixo alguns atributos para aquele que deseja exercer a liderança positiva para o trabalho em equipe nas corporações:

• Ouvir mais do que discursar;
• Elogiar mais do que criticar, sem deixar de ser franco;
• Estimular as ações (dar “motivos para a ação” de cada um dos seus liderados);
• Expor suas idéias sempre com clareza e com a força do convencimento;
• Transmitir confiança e entusiasmo, fazendo com que cada liderado descubra o seu “Deus interior”;
• Ter visão conectada à ação;
• Ser firme nas suas posições (líder frouxo, liderado desorientado);
• Possuir competência (teórica e prática);
• Ser exemplo aos demais (o exemplo arrasta);
• Administrar o seu tempo (sua vida);
• Delegar com segurança (passar a incumbência para quem realmente vai dar conta do recado);
• Ser ponderado nas suas colocações (o desequilíbrio desagrega a equipe);
• Ter espírito de equipe (solidariedade e reciprocidade).

A liderança positiva é moderna e conectada ao seu tempo. Sabe que a sociedade atual funciona em rede e que a equipe não pode ficar isolada dos acontecimentos da corporação e do mundo. A liderança positiva (para o trabalho em equipe) moderna sabe que o conhecimento está ao alcance de todos, envidando esforços para trazê-lo ao seio da equipe. Integridade, confiança e maturidade fazem parte do seu vocabulário.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/lideranca-positiva-e-trabalho-em-equipe-nas-corporacoes/26118