Archive for ‘Carta do Editor’

outubro 23, 2016

Protegido: [Alerta] Abaixo-assinado da rendição

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junho 14, 2016

Servidor público não é marajá nem vilão da crise

teo.seminariog3Teo Franco

Com o anúncio da decisão do presidente em exercício, Michel Temer, em apoiar o reajuste do funcionalismo público, a mídia passou a criticar tal posicionamento, que nada mais foi do que honrar os compromissos assumidos pela então presidente Dilma Rousseff.

Compromissos estes, após longas e exaustivas negociações.

Diversas categorias foram contempladas com, pasmem, nada mais nada menos, que a reposição de parte das perdas salariais sofridas, no caso do Judiciário, de 11 anos.

A imprensa repetiu exaustivamente o índice máximo de 41,47%, mas esqueceu de mencionar que será parcelado em 3 anos (com prestações semestrais) e que em 2019, um servidor estará recebendo, em média, 33% a mais do que recebia em 2006 (época do último aumento). No período de 11 anos: aumento de 3% ao ano, longe de superar a inflação do período: 99,03%.

O que justifica investir contra o servidor público?

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março 27, 2016

O sentido da Páscoa

Será que a nossa fé é engajada no processo de transformação social?

Todo ser humano é um agente político. A política é um processo social que existe nas relações humanas em toda parte, no condomínio residencial, nas associações, nos sindicatos, escolas, no trabalho, etc. Os cristãos são chamados para atuar na política e na construção do bem comum da sociedade, para todos os brasileiros.

Onde a nossa fé se mistura com a realidade socialmente dramática para milhões de famintos, sem-teto, analfabetos,  desempregados, migrantes, violentados, doentes e tantos sem eira e sem beira, sem vez e vem voz neste Brasil rico de povo pobre

Nos aproximamos da vontade de Deus, quando as ações políticas realmente são comprometidos com a realização de uma sociedade mais justa e mais fraterna. Participar, ser sujeito da história da humanidade, que Jesus Cristo libertou para sempre com sua páscoa/passagem, verdadeiramente nova, para uma vida digna de ser vivida, plena de direitos humanos.

TeoFranco

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novembro 3, 2015

Pela manutenção do status de mobilização!

teo.seminariog3Teo Franco

Só depende de nós seguir por mais 2 semanas ou aguardar 9 meses

Sem ter recebido qualquer oferta objetiva, imediatamente após a última reunião com o Sr. Secretário da Fazenda, Renato Villela, o Sinafresp convocou Assembleia Geral Extraordinária regionalizada, nesta quarta-feira (4), para “definir os rumos da categoria”, com a seguinte pauta fechada:

a) Aceitar a proposta apresentada pelo Secretário da Fazenda, suspendendo, até 30/06/2016, as ações de mobilização;

b) Manter as ações de mobilização.

Sem entrar no mérito do tema “mobilizar ou não”, entendo que, diante das eleições sindicais marcadas para o próximo dia 12, qualquer decisão desta AGEr pode comprometer seriamente as estratégias de ação da nova gestão.

Assim sendo, a única opção que nos resta é votar na alternativa “b” (manutenção do status atual de mobilização), para ser reavaliada, após os resultados das urnas. Esperamos, inclusive, gesto de grandeza da diretoria atual, com o convite da chapa eleita para conduzir o processo de consulta à Classe, via AGE centralizada, logo em seguida, na 3ª semana de novembro.

Caso contrário, estaremos engessando, por 9 meses, a nova direção sindical. Retirando desta, parte do seu legítimo mandato e retardando providências para nossas prementes questões, inclusive PLO (subsídio do governador) para este final de ano.

Atenção: AGE regionalizada será nesta 4ª feira (4/11), às 17h
(requer senha do Sinafresp)

novembro 1, 2015

[Sinafresp] Momento de mudanças!

teo.seminariog3

Teo Franco

É hora de alterar a tática de jogo ou
continuar na lanterna da tabela do subteto dos Estados

Tenho acompanhado os informes das chapas concorrentes, bem como os comentários de vários colegas, tanto pessoalmente como pelas mídias sociais. Importante ressaltar a qualidade e competência das duas equipes candidatas para desempenhar o papel de representação sindical.

Penso que, vimos de um modelo de gestão um tanto desgastado, que pouco tem avançado no campo das negociações junto ao governo. Além disso, tem falhado a forma de relacionamento praticada pela direção do sindicato, com comunicação arcaica e demorada, sem falar no alto grau de centralização de poder. A Chapa 2, com vários simpatizantes e conselheiros da atual gestão, não me parece que irá mudar muita coisa.

Vejo na Chapa 1 #Atitute a possibilidade de mudança e inovação nestas áreas, com oxigenação de ideias e estratégias, além de energização dos AFR’s, requisito essencial para fortalecimento do Sinafresp.

A Chapa encabeçada por Alfredo Maranca é a minha esperança!

assinav

Veja a tabela do subteto

[MENU] Eleições Sinafresp 2015

março 16, 2015

Protegido: AFR’s fazem sua Primavera Árabe

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janeiro 3, 2015

A banalização da mobilização

teo.seminariog3Teo Franco

Mais uma vez, a nossa direção sindical tutelou a categoria e escolheu (por ela) arriscar a vaga e verbal “proposta” de “aumentar o teto” e a “negociar a revisão do cálculo da cota“. Escolheu o caminho do sigilo, ao invés de informar, guardando a sete chaves os termos do “acordo firmado” com o governo. Não se sabe por qual razão, optou pelo silêncio, enquanto muitos alertavam pela importância vital de mobilização no período eleitoral. Censurou, com vigor e autoritarismo quem se atreveu a criticar a postura adotada, ameaçando filiados de exclusão do grupo virtual de debate, culminando na impensável extinção do mesmo, de forma arbitrária e sem qualquer satisfação ou mensagem de esclarecimento.

Sem Plano B, ao ver sucumbir sua “estratégia” que resultou unicamente no PLO de 4,7%, a Alta Cúpula da Direção Sindical divulgou nota sobre “os próximos passos”, convocando os filiados, dentre outras medidas, a protestarem, já na primeira semana de janeiro, com a falta ao trabalho, através da doação de sangue ou abono.

Assim, novamente, assistimos a reprise de medidas atabalhoadas, na base do improviso, sem consulta aos interessados, direta (por meio de AGE) ou, ao menos, indireta (pela aferição da temperatura/disposição da base, abalizada pelos representantes regionais).

Faz três anos, em nov/dez de 2011 algo semelhante aconteceu, quando a diretoria de então surpreendeu pela NÃO convocação de AGE para debater a proposta concreta de extinção da Função Básica. Quem se lembra, sabe bem do que estou falando, não se trata de ter aceitado ou não, mas da prática de OUVIR os interessados e permitir que estes SOBERANAMENTE decidam seu próprio destino. Afinal, tutela parece algo muito descabido e sem lugar em nosso meio.

Nada contra mobilização, em suas diferentes manifestações, no entanto, sem planejamento, o grande risco é o movimento para demonstração de força transmitir exatamente o oposto.

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dezembro 28, 2014

O guarda-sol e o subteto

teo.seminariopTeo Franco

Não sei se foi efeito da caipiroska ou frustração da vida profissional…

Fim de ano, festas natalinas e o tão aguardado momento de curtir o feriadão na praia. Lá fui eu com a família enfrentar o trânsito caótico na descida da serra, como se não fosse o suficiente, amargamos mais dois dias de chuva dentro do apartamento torcendo pelo tão desejado sol de verão. Em tempos de seca, até torcemos muito pela chuva, mas não precisava vir tudo de uma vez justo nos dias de folga.

Enfim, o dia raiou com tempo firme e com ele a turistada compareceu em peso à praia. Com o alívio de não precisar tirar o carro da garagem, atravessamos a rua e já no calçadão fomos recepcionados pelo concierge praiano, Wallace, funcionário da barraca de petiscos à beira mar. Esquadrinhando o escasso espaço nas areias, ele lançou mão da ferramenta e instalou o guarda sol da Associação dos Funcionários Públicos, colocou a mesinha plástica e sacou o menu que carregava debaixo do braço suado: “Qualquer coisa é só chamar doutor” […] Continue lendo

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novembro 30, 2014

Protegido: O Sinafresp e a censora de Ribeirão Preto

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novembro 3, 2014

Eleições Afresp: O debate e o desgaste

Teo Franco

A uma semana da votação, a temperatura subiu por conta da tentativa frustrada de realização do 1º debate entre as duas chapas que concorrem às eleições de nossa Associação.

Em tempos de tecnologia de 4ª geração na rede celular, além dos cabos, satélites, em nosso meio classista, ainda, estamos utilizando a prensa de Gutenberg para informar e atrair o interesse dos associados pelo importante evento eleitoral. Para ficar apenas no campo dos servidores do fisco, vale citar o exemplo do Sindifisco Nacional (dos Auditores da Receita Federal), que tem realizado debates ao vivo, pelo sistema streaming, mesmo sendo categoria maior e de abrangência nacional, portanto, com muito mais dificuldade de aglutinação, mas, conseguem viabilizar este formato on demand.

À nosotros, restou a opção escrita, com 10 perguntas formuladas pelo Blog à cada Chapa, e, depois, 5 perguntas formuladas por cada candidato, dirigidas ao adversário. Ao (e)leitor, além de conhecer as propostas e compromissos dos concorrentes, restou a possibilidade de dirigir-se com comentários no campo próprio ao final de cada post. Este resultado, parcial – pois uma das Chapas sequer enviou as perguntas, muito menos as respostas da outra candidatura – se deve, à cultura desatualizada na área de comunicação no meio classista (Afresp e Sinafresp).

A impressão que fica é que, daqui pra frente, candidaturas que não considerarem, em suas plataformas, a importância do debate, de início já terão franca desvantagem.

ENTREVISTA com os CANDIDATOS

PINGA-FOGO (DEBATE VIRTUAL)
(requer senha)

PARTICIPE da ENQUETE
(barra lateral)

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outubro 11, 2014

Um passo atrás com a reeleição de Alckmin…

teo.seminariog3

Teo Franco

…pelo estilo de governo e visão política que conhecemos

Com Alckmin reeleito no 1º turno e a oposição menor na Alesp (de 29 para 20 deputados), o futuro dos servidores públicos paulistas não será fácil. A máquina do governador (rolo compressor) na Assembleia Legislativa é conhecida há tempos, só é votado aquilo que o Palácio dos Bandeirantes determina. Até na esfera federal, podemos lembrar, a influência de Alckmin na Reforma da Previdência com a criação do famigerado subteto estadual, em 2003, criando duas categorias de servidores públicos, os do Judiciário com 90,25% do STF e o resto.

No último dia 5 de outubro, os eleitores se esqueceram das manifestações de rua de 2013 e só lembraram do rigor no combate à recente greve dos metroviários. O candidato da situação, recebeu nas urnas a aprovação confortável do seu atual governo. Nem a crise hídrica foi capaz de trazer risco à vitória no 1º turno.

No nosso caso, a (vaga) promessa do sr. governador, noticiada unicamente pelo canal oficial (sindicato), de rever o subteto salarial, além do ‘início dos estudos’ de pontos críticos da LC 1059, nos remetem à uma necessária reorganização de estratégia, com a obrigatória convocação de Assembleia Geral. De preferência, sem prescindir do apoio da Afresp, principalmente pela carência de interlocutores, com a ‘derrota’ do colega Gilson Barreto (elo político na histórica audiência no Morumbi), sem falar na não reeleição dos colegas dep. estadual Vitor Sapienza e dep. federal João Dado.

Enquanto isso, podíamos tentar mudar, ao menos, o nosso sindicalismo de gabinete, começando a debater as questões ‘menores’ do dia a dia, além das ‘emergentes’, em especial, a validade da polêmica e régia contratação de advogados externos ao departamento jurídico sindical.

Só a nossa disposição, maturidade e união poderá salvar 2015!

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setembro 25, 2014

Protegido: A direção sindical, blogofobia e síndrome de nanismo

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maio 31, 2014

Mais um prato (mal) feito…

teo.seminariog3Teo Franco

…com base na seguinte reflexão sobre o Conefip:

1 – Colega, você sabe o que é Conefip?

2 – Você recebeu alguma convocação formal da realização do Congresso?

3 – Você foi convocado para eleição do “seu” “delegado da base” (para representá-lo)?

4 – Onde se enquadra a participação dos contratados “Max Gehringer, Prof. Marins e outros? 

Na verdade, o “prato pronto” preparado para ser servido, nos dias 4 a 6 de junho, será uma cópia disfarçada da festejada alienação vista nos showmícios das centrais sindicais, onde o entretenimento se sobrepõe às importantes questões de fundo da categoria.

Um Congresso* na acepção da palavra, quer dizer um grande fórum interno para tratar profundamente dos inúmeros tópicos que envolvem o trabalho e o futuro da carreira. Mas, ao que parece, teremos no centro do foco algumas vedetes do “stand up management” com régios cachês financiados pelos abastados (sic) filiados do Sinafresp […] Continue lendo (requer senha)

março 27, 2014

Protegido: Sinais de uma Eleição Sindical IX – O retorno da caixinha…

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março 9, 2014

O Fisco violado V – O abominável desvio do ISS e o implacável aumento do IPTU

teo.seminariog3Teo Franco

Indignação houve por parte dos prefeitos, sucedido e sucessor,
mas pelos prejuízos eleitorais…

Foi com sobressalto e indignação que a população recebeu as notícias do grande escândalo de corrupção ocorrido na prefeitura de São Paulo. Tem se tornado frequente esse tipo de surpresa desagradável, desta vez, naquela que esta entre as dez cidades mais ricas. Com PIB que supera R$ 450 bilhões, se fosse um país seria a 36ª economia mundial.

Enquanto a roubalheira corria solta através de negociatas para liberação de novas construções de imóveis de luxo desviando recursos do ISS a mesma máquina pública deixava de fiscalizar estabelecimentos que funcionavam sem licença. Prova disso é a outra manchete, do incêndio em prédio residencial vizinho de estabelecimento comercial sem alvará de licença de funcionamento, onde ocorreu o início do sinistro.

Segundo denúncia, o esquema funcionava especialmente em função das grandes incorporações imobiliárias, que tinham interesse na redução do ISS, causando, segundo estimativas preliminares, prejuízo aos cofres públicos na ordem de R$ 500 milhões.

A ironia da história é que o incêndio não se deu em bairro afastado na periferia da metrópole, mas no centro da cidade (Rua do Boticário, esquina com a Avenida Ipiranga) a seis quadras do gabinete do prefeito, mesmo endereço da Unidade de Fiscalização (Vale do Anhangabaú, 206) […] Continue lendo

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fevereiro 9, 2014

Sinais de uma eleição sindical VIII – AGE pra quê? Vamos vender seguros!

teo.seminariog3Teo Franco

Empresa contratada e reuniões temáticas vão preparar os AFRs para uma AGE futura

A tão aguardada reunião do Conselho frustra, mais uma vez, a expectativa de muitos. No 14º mês deste mandato sindical a notícia divulgada pelo Sinafresp é que, para realização de uma AGE é necessário, antes, contratar empresa de pesquisa:

A diretoria do Sindicato reunirá as propostas e encaminhará para uma empresa de pesquisa contratada que levantará com aproximadamente mil colegas os problemas da Classe. Com base na pesquisa, a direção identificará os principais anseios dos AFRs

A presidente do sindicato explicou:

Os colegas farão reuniões temáticas em suas unidades com o objetivo de preparar a Classe para a AGE.

Na mesma reunião, a diretoria apresentou “proposta de convênio com uma seguradora para oferecer seguros com benefícios relevantes para o filiado. Ouvida a opinião dos representantes sindicais, a diretoria vai discutir e deliberar sobre o assunto”.

Gostaríamos de oferecer para os nossos sindicalizados uma gama de convênios em diversas áreas.

E assim, caro colega, esta gestão sindical, no segundo terço de mandato, dá sequência à uma postura demagógica, adiando, mais uma vez, a realização da primeira Assembleia Geral de seus filiados, sabe-se lá por qual razão… Ainda mais, segue caminho inverso ao natural, que seria de buscar apoio da entidade co-irmã (Afresp) nos pleitos que são de todos, mas não, prefere fazer ameaça velada de “vender seguros e ‘gama de convênios'”.

A quem interessa tudo isso?

Quem não se lembra da discórdia ocorrida na gestão passada, onde a vice (atual presidente) questionava a falta de ação do então presidente? Época em que se cobrava mobilização, críticas na imprensa, etc… algo que provocou  racha na diretoria, recurso ao Conselho de Representantes, depois Conselho de Ética e, até, medida judicial. Pelo menos, a gestão anterior, em seis meses, havia realizado duas AGE’s – sendo uma delas, é verdade por abaixo assinado. O que tanto segura a atual direção para não querer realizar AGE, mesmo que regional, ou ainda, virtual, já utilizada em outras categorias profissionais? A impressão que fica é que continuamos sendo tutelados, agora, de forma deslavada e infantil, sem falar na “piada” sobre “vender seguros e uma gama de convênios”… se não dão conta nem das questões básicas…

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