Fisco paulista: Carreira em galopante extinção

edisonf2webpEdison Farah

São Paulo, madrugada de 05 de maio de 2014, em angustiante constatação de como prospera  a desconstrução do fisco  paulista.

Há bastante tempo tenho me imposto silencio nas questões classistas e/ou referentes ao fisco paulista. Tanto absurdas e deprimentes são as notícias do que ocorre com o SINAFRESP  agora comandado por uma chapa que se propunha  criar as bases para um sindicato atuante e verdadeiro,  que não dá mais para calar. O relato do colega Gustavo Teodoro sobre a pantomima que foi a AG de 28/04/2014, primeira e única havida desde que foi empossada a  atual diretoria,  nos faz corar de vergonha.

Resgato da insana luta que foi em 2009, quando tentamos e acreditávamos que seria possível refundar o sindicato, meu manifesto apoiando, à época, a chapa Superação, que nos frustrou profundamente na sua gestão. Vários dos colegas que compõem a atual diretoria, e especialmente sua presidente,  são os mesmos da diretoria anterior, e que responsabilizavam o colega Ivan por sua personalidade centralista e autoritária, pelo fracasso daquele mandato.

E eis que, agora, sucedendo o mesmo colega, mostraram-se  muito mais incapazes de compreender  a finalidade e a importância de um sindicato da classe fiscal paulista no concerto nacional.

Publico aqui, para rememorar, e, com muita tristeza, constatar, que o quadro atual é infinitamente pior do que era em 2009. Pior porque então tínhamos ainda esperança na mudança. Não estou acreditando mais que possa haver mudança, dadas as características viscerais de anomia da base da “soi disant” classe fiscal paulista, o  que impede o surgimento de verdadeiras lideranças. Dizem os eternos crédulos, bobos da corte,  de que não devemos passar pessimismo, devemos sempre incentivar o  ânimo, prá frente Brasil, blá, blá, blá, viva, viva…….

Ora, não dá mais!

Analisando o histórico do nosso sindicato, que comemorou em 2013 seus 25 anos de fundação, tudo nos leva à conclusão  de que o mesmo nasceu fadado a ser uma permanente farsa. Senão vejamos: sua fundação e primeira diretoria foi um acordo entre a administração da SEFAZ e os que se diziam líderes  da classe à  época. A seguir o  sindicato foi empalmado pelo sr. Vaz de Lima, que apenas o usou como trampolim para sua carreira política, pouco se importando em estabelecer alicerces sólidos para a carreira.

Após tivemos o colega Davi, que  sem dúvida, sabia fazer um belo teatro, mas de concreto, nada deixou.

Então o sucedeu o colega Dado, este  o único que podemos afirmar  que tem  de fato personalidade de estadista, tem espírito publico, e comprometimento honesto com a carreira e com seus pares no fisco paulista.

Após  o Dado veio o Lauro, que conduziu com garbo, coadjuvado por delegados, pela administração como um todo, e por outros ex-colegas então deputados, lacaios do Palácio dos Bandeirantes, a desestruturação da carreira, no golpe final engendrado pelo PSDB, cuja missão e escopo programático foi e é, desde 1994, aviltar as carreiras de Estado,  coerente com o projeto neoliberal que abraça.

Lutamos então para mudar  quadro sombrio, e nos iludimos,  tanto que criamos o Movimento “Fisco Vivo”,  e inclusive, fizemos parte  da chapa SUPERAÇÃO, com colegas como Téo Franco, Felisberto Quintela de Carvalho, e alguns outros, sinceramente empenhados na construção da carreira.

Foi um fracasso  a chapa Superação. Fomos neutralizados, todos os empenhados com o programa que havia saído vitorioso das urnas, que foi engavetado pela direção eleita, e cujo escopo fulcral era transformar os fiscais de São Paulo em um time coeso e poderoso.

Substitui-se então  pela colega Miriam que, pela sua especial personalidade guerreira, sinalizava que finalmente teríamos um sindicato. Outra cruel frustração para todos nós!

Será sina?

Será mesmo destino do fisco paulista, pelo poderoso poder econômico que dá as cartas neste Estado, não conseguirmos  ter um sindicato de verdade???

Esta pergunta deixo para os meu pares.

Reproduzo  então aqui, para reavivar a memória de todos, e informar os novos na classe, o meu manifesto  em novembro de 2009. E peço que avaliem o que acontece com isenção de ânimo, porque tudo nos leva a crer que está  sendo, inexoravelmente, extinta a carreira fiscal paulista, e isto acontece  por clara incapacidade nossa de nos afirmarmos como cidadão e, mais, como cidadãos pertencentes  a uma carreira de estado que é essencial à existência do Estado.

Por quem os sinos dobram? Dobram por ti, fisco paulista!

Em tempo:   ainda uma ressalva para os eternos maldosos, que em tudo enxergam interesses pessoais: não sou candidato a nada neste país! Minha vida,   em termos de carreira, ou coisa publica,  está definitivamente encerrada. Cuido agora do espírito, preparando  o desencarne.

Deixo esta colaboração para os que ficam, para que meditem sobre seu próprio futuro.

 

“ELEIÇÕES SINAFRESP

 

AFRS Paulistas,

TODOS às urnas em  26 de novembro próximo. Vamos ZERAR a abstenção.

TODOS mobilizados pelo resgate da nossa carreira. É nossa vida e futuro que aqui se joga!!!!

 

São Paulo, aos 15 de novembro de 2009 (120 anos da República! Que República?)

 

A (RE) FUNDAÇÃO DE UM SINDICATO

PARA

OS AUDITORES DO FISCO PAULISTA

 

Colegas AFRs Paulistas,

Faz vinte anos que, obedecendo à nova Constituição Brasileira, a constituição cidadã de 1988, nas palavras do saudoso Ulysses Guimarães, que permitiu a sindicalização dos funcionários públicos neste país, criamos nosso sindicato.

Como soe acontecer nestes trópicos, foi criado pela coordenação de alguns poucos politizados nesta SEFAZ. Sem dúvida, bem intencionados!

Todavia, o sindicato transformou-se numa capitânia hereditária, onde as gestões eram sequencialmente exercidas  pelo  mesmo grupo de poder, que se revezava nos cargos da diretoria conforme as suas conveniências.

O sindicato, na verdade, acabou sendo apenas trampolim para colegas com ambições outras, e assim a representação classista ficou subordinada a interesses muitas vezes diversos do que convém a uma classe de profissionais pertencente a carreiras específicas de Estado.

Esta realidade cruel não é desgraça só nossa, dos AFRs paulistas, mas ocorre  praticamente em todos os sindicatos deste Brasil, de carreiras públicas e de atividades privadas, porque é fruto de distorções que  foram se estratificando pela incapacidade  do nosso povo exercer cidadania e, diga-se aqui, não se pode culpar os que assim agiram, vez que assim agiram,  e continuam assim agindo os tais “lideres sindicais”, pela conjunção  de vários  fatores perversos, típicos do comportamento do povo brasileiro:

1– a absoluta falta da cultura do coletivo;

2– a ausência do sentimento de solidariedade, num sistema social que só valoriza o individualismo e o egoísmo;

3- o descompromisso dos que se apropriam das entidades classistas para com seus representados, vez que, de fato, não os representam, dada a alienação da maioria.

No nosso caso, nosso sindicato transformou-se na antítese do que deve ser.

E o que deve ser um sindicato, precipuamente um sindicato de carreira típica de Estado???

Nas tratativas para a criação do sindicato à época oferecemos princípios que entendíamos, e ainda entendemos, ser a missão de uma carreira essencial à conformação do Estado–Nação.

Vamos recordar esses princípios:

Num país cujo povo tem pouca capacidade organizacional,

-(por ausência congênita de cultura participativa, e quando aparentemente se organiza, suas organizações na maioria das vezes são empalmadas por pelegos, ai entendemos então a dificuldade do Brasil de se conformar como uma Nação de fato, vez que a Instituição onde se daria a verdadeira representação popular, o Parlamento, foi este, em todos os seus níveis (federal , estadual e municipal), composto por prepostos  das poderosas corporações que ditam as regras do jogo econômico predominante nos países dependentes, com as raras e honrosas exceções, claro, exceções essas que não têm expressão para mudar o vetores resultantes do embate congressual ordinário, na condução dos negócios do País, vetores resultantes esses que jamais são aqueles que interessam ao povo ou à construção de uma verdadeira Nação).

– caberá esta missão aos sindicatos do alto funcionalismo público, os quais, além de abrigar os interesses funcionais das classes que representam, terá que abrigar a luta pela construção da Nação, pois com a anomia das entidades da sociedade civil, que em sua maioria perderam o rumo e a força política , a luta pela construção de uma Nação soberana, e democrática de fato, ficou órfã neste país.

Nesta esteira é que entendemos a missão que agora os AFRs PAULISTAS, neste ano da graça de 2009, vinte anos depois, vão delegar à futura novel Diretoria  do SINAFRESP- o qual, na verdade, deverá ser agora REFUNDADO, ou, para bem dizer, fundado de verdade, – para  urgentemente implementar  ações para:

10) O  resgate da nossa dignidade,

-(aviltada que foi pelos últimos governos cuja estratégia foi desqualificar e amesquinhar as classes funcionais públicas que gerenciam o Estado,)-  agindo como um verdadeiro Sindicato, interferindo na gestão administrativa da SEFAZ no que concerne às atividades fiscais, precipuamente as que interferem na ação fiscal propriamente dita, com repercussão sobre o trabalho do AFR, na sua autonomia funcional, elaborando estudos técnicos que subsidiem a gestão tributária oficial e os seus programas de gerenciamento, através a criação a nível do Sindicato, de Câmaras Técnicas, compostas estas com os nossos melhores quadros, para que realmente a Administração Tributária do Estado de São Paulo venha a ser assumida por todos os AFRs, vez que tenha sido fruto de nossa participação real. E, antes do mais, defender em qualquer instância,- administrativa, judicial, social-, o AFR que venha a sofrer aviltamento ou injustiça no exercício de suas funções, seja por parte da Administração, seja por parte de contribuintes e/ou organizações da sociedade civil e/ou da mídia, atreladas a interesses escusos, como também  encetar campanha para valorização da imagem do fisco e de seus agentes, AFRs, junto à população brasileira, utilizando-se para isso das modernas ferramentas de Marketing e Comunicação Social; e

2°)  No nosso caso, trabalhadores do fisco, especialistas em tributação- área essencial à Nação-, criar e pugnar por um sistema tributário verdadeiro, em contrapartida ao engodo que é o Sistema Tributário Nacional, adrede estruturado para que os setores que geram riqueza não paguem impostos, além de proporcionar todo o tipo de fraude e mentira tributária que tão bem sabemos como funciona na prática, privilegiando os poderosos e escravizando os pequenos e médios empresários, da mesma forma que onera a classe média e o cidadão  pelo confisco, através tributação indireta,  do resultado advindo do trabalho,  por embasar o grosso da arrecadação em cima dos trabalhadores e dos  profissionais liberais, favorecendo sempre os lucros do capital predatório, e quanto mais predatório o capital,  mais imune está ao alcance do fisco, porque se estrutura criminalmente, pelas facilidades de um sistema tributário engendrado para a fraude.

Para se implementar tais trabalhos há que se recorrer a estratégias de conscientização da classe para que tenhamos capacidade de mobilização efetiva quando necessário, e para isto é preciso levar a classe a um comportamento cooperativo, o qual se atinge através métodos de indução ao estreitamento das relações entre os pares, e elidir definitivamente o comportamento competitivo que nos tem caracterizado.

 -(Esta foi a grande falha do grupo que dominou este sindicato desde sua fundação: não criou uma classe! Fez política de clube de serviços. Queria competir com a AFRESP. Não criou sequer estruturas e mecanismos de apoio funcional aos sindicalizados. Não pugnou pela Lei Orgânica do Fisco Paulista na época propícia à sua aprovação. Não influiu nas características técnica s e operacionais de nossas funções. Permitiu à Administração livre arbítrio sobre a gestão tributária, enfraquecendo sobremaneira o papel do AFR. Desperdiçou tempo e recursos preciosos na bajulação e promoção de políticos na esperança falaciosa de que essas lideranças políticas tivessem compromissos verdadeiros com a classe. Deixou vazia a tribuna, permitindo que cínicos arrivistas representantes dos interesses do empresariado predatório nacional se apossassem do debate sobre a questão tributária, quando o seu papel seria o de esclarecer à opinião pública a relevância dos impostos e a mentira que é a grita do grande capital – que na realidade não paga impostos, vez que toda a política fiscal desse país subdesenvolvido é calcada na tributação indireta e basicamente nos rendimentos do trabalho.)-

Cabe a São Paulo liderar os estudos e a discussão  de Sistema Tributário que se quer para o País porque, primeiro, São Paulo é o carro-chefe da economia nacional, e segundo, São Paulo é  o pioneiro em todas as formas de gestão tributária,  e todos os outros entes da Federação copiam o que aqui se faz,  e  porque, gostem ou não os demais, estamos muito mais à frente em desenvolvimento intelectual e tecnológico.

Por tudo o que expressamos até aqui podemos concluir com tranqüilidade que não tivemos um sindicato até agora.

Por isso vamos (re)FUNDÁ-LO!

Para isso vamos escolher, entre os colegas  que concorrem agora à Diretoria do SINAFRESP, aqueles  que nosso coração  nos aponta como verdadeiramente  comprometidos com o resgate da dignidade perdida pela classe.

Devemos nos lembrar, por justiça, de que não podemos comprometer mais uma vez nosso futuro arriscando dar mais um mandato àqueles que, por despreparo ou ingenuidade, quando lá estiveram, permitiram a débâcle atual, àqueles que nada nos legaram, ou melhor, nos legaram esta solene derrocada.

Trocaram nossas conquistas amealhadas nos últimos 50 anos por uma moeda falsa:  PR!!!

No meu entender temos apenas uma opção, com gente nova e idealista, se quisermos atender às considerações acima elencadas sobre um verdadeiro sindicato para esta carreira tão  essencial ao Estado.

E o coração de todos sabe, sem dúvida alguma, qual é essa opção!

Chegou a hora de nos superarmos: Super Ação 2010

Abraços fraternos a todos os meus pares.

AFR  Edison Farah

PS: Colegas da Capital, em tempo: candidatei-me ao Conselho do SINAFRESP para colaborar com a reconstrução da carreira fiscal paulista. Se vocês entenderem que posso ser útil, votem em mim no próximo dia 26/11/2009.

Obrigado!”

farah.edison@gmail.com

PERFIL e ARTIGOS de EDISON FARAH

NOTA: Os textos assinados não refletem necessariamente a opinião do BLOG do AFR,  sendo de única e exclusiva responsabilidade de cada autor.

7 Comentários to “Fisco paulista: Carreira em galopante extinção”

  1. Parece-me que aqui assim como ocorre em grande parte da administração pública, os líderes, nossos representantes estão longe de nos representar. Terá o fatalismo, a descrença, o comodismo tomado conta da classe? Com pessoas muitas vezes sem saber o que fazer, cria-se um ódio a si mesmo, brigas internas, um desespero de autodestruição. O poderoso fisco paulista, sem força e sem líder. Estamos nos matando. Precisamos de ajustes rápidos e imediatos, antes que seja tarde demais! Precisamos de união, um norte e comprometimento, do jeito que está somos um prato cheio para o governo. E estamos desperdiçando um ótimo momento político para isso. Quem será o Nelson Mandela de nossa classe?

  2. Edison, gostei de seu texto.

    Em minha humilde opinião, da direção da chapa “Superação” saíram os que não deveriam ter saído (Ivan, Maria Jordan e Teo) e ficaram os que não deveriam ter ficado. Eu imagino o que o inverso disto teria nos trazido. Tenho a certeza de que o Ivan convocaria AGE no primeiro ano e que participaria da AGE com isenção.

    A atual diretoria é um “cadáver político” por suas próprias ações.

    Abs,

    Alexandro.

    • Edison e Alexandro,

      A realidade dos fatos vão escrevendo a história. Por um lado é muito triste as recentes constatações, mas por outro demonstra as reais intenções e interesses de cada um. Diz a alegoria “pelos frutos conhecereis…

      Depois de me dedicar intensamente à articulação para formação da Chapa Superação (2010-2013), eleita com mais de 60% dos votos entre três candidaturas, além de não ter voz ativa (fui colocado no freezer) percebi desvios de rota na condução dos trabalhos. Depois de avisar e alertar acabei me afastando da diretoria. Já havia um foco de rebelião interna (racha), que depois culminou até na usurpação do papel do presidente à época (Ivan), que, depois de levar o caso ao Conselho se viu “traído” pelo próprio Conselho, tendo que, inclusive recorrer ao Judiciário (sic).

      O que temos hoje é aquela facção (palavras do Ivan) no poder acompanhada de um Conselho de compadres, com raras exceções.
      https://blogdoafr.com/2012/10/24/judiciario-intima-sinafresp-sobre-denuncia/

      No link abaixo, minhas reflexões sobre a crise sindical endêmica.
      SINAFRESP: PRESENTE & FUTURO
      https://blogdoafr.com/area-restrita/forum/sp-temas-polemicos/

      • Pois é Teo,

        Rachou e ficou o que vimos na última AGE. Pessoas que não respeitam a democracia e que além disto lutam contra ela.
        Não adianta mesmo termos esperança no conselho. Ele está tão longe da classe quanto a diretoria. Só nos resta a democracia direta, mas para isto seria necessário convocar AGE pela base para mudança do estatuto e nos atuais tempos de “desesperança” é difícil acreditar que alguém vai querer dedicar um pouco de seu tempo a este manicômio.

        Abs.

  3. Ótima análise, Farah.

    O nosso problema é mais ou menos o da Ucrânia — estamos divididos.
    A intransigência dos segmentos que se recusam a procurar e a lutar por denominadores comuns é extremamente prejudicial à classe.
    E não percebo no sindicato uma liderança capaz de promover o debate, à exaustão, de colocar os pingos nos is, de esclarecer, de argumentar.
    A omissão da Diretoria, quanto ao debate interno, tem sido atroz.
    Há muita desinformação.
    O silêncio é maior do que em retiro espirtual…
    Acho que é por isso que gosto dos seus textos, Farah — você batuca forte e acorda a tribo.

    Abraço.

  4. A presidente em age acusa os próprios colegas. E de coisa infantil (troca de cadeiras). Imagina o que faria se fosse algo serio. A carta do presidente da age deveria motivar representação no conselho de etica contra a presidente. Ninguém pode atentar daquela forma contra a age. A age é mais soberana que a diretoria e presidente. Este é um caminho para que seja destituída esta diretoria e que convoquem uma nova eleição. O que ganharemos ao esperar outro ano e meio sem uma representação capaz de unir as vozes de líderes de nossa classe? Boa sorte fisco paulista.

    • Infelizmente o Conselho é de compadres, com raras exceções. Nada farão.
      Exemplo disso é que, na primeira reunião deste mandato, os nobres conselheiros (representantes das Bases), votaram a “proibição” da gravação das reuniões (os dois mandatos anteriores gravaram todas). Em tempos de transmissão ao vivo de julgamentos do STF o Supremo Conselho Sindical escolhe o caminho inverso. Por qual razão seria?
      Veja um episódio pitoresco de um passado recente: Hoje tem marmelada? Tem sim senhor: https://blogdoafr.com/2012/11/27/hoje-tem-marmelada-tem-sim-senhor/

PARTICIPE, deixando sua opinião sobre o post:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: