6. Qual a sua avaliação da carreira, no passado recente? E o que falta de relevante para melhorar?

Rodrigo Spada – Em nossa campanha por todo Estado, temos insistido que a carreira é vítima de um péssimo modelo de tributação, que tem colocado nossa classe em choque com os interesses mais elevados da sociedade. Nosso modelo de tributação é extremamente retrógado, ineficiente economicamente, absurdamente complexo e caro para o contribuinte e, para nós que somos administração tributária, totalmente disfuncional.

Os problemas são muitos e a classe paga um preço demasiado elevado pelas disfunções que o tributo traz à nossa organização. A complexidade crescente do imposto traz confusão e desconhecimento para o contribuinte e para nós, agentes fiscais; compromete os processos de gestão interna, de planejamento de atividades e, finalmente, nos coloca do lado contrário do interesse público. Uma solução completa para o problema só virá com uma Reforma Tributária Nacional.

Independentemente disso, a aprovação da Lei Orgânica da Administração Tributária será um passo importante para o fortalecimento da classe e para a sua aproximação com a defesa do interesse público.

PRÓXIMA

7. Como você enxerga a reestruturação ocorrida em 2008? Como equacionar os justos pontos de interesse de cada grupo (os antigos sonhando com o subteto único estadual, enquanto que os mais novos preocupados com a correção da cota)?

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