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fevereiro 9, 2014

Sinais de uma eleição sindical VIII – AGE pra quê? Vamos vender seguros!

teo.seminariog3Teo Franco

Empresa contratada e reuniões temáticas vão preparar os AFRs para uma AGE futura

A tão aguardada reunião do Conselho frustra, mais uma vez, a expectativa de muitos. No 14º mês deste mandato sindical a notícia divulgada pelo Sinafresp é que, para realização de uma AGE é necessário, antes, contratar empresa de pesquisa:

A diretoria do Sindicato reunirá as propostas e encaminhará para uma empresa de pesquisa contratada que levantará com aproximadamente mil colegas os problemas da Classe. Com base na pesquisa, a direção identificará os principais anseios dos AFRs

A presidente do sindicato explicou:

Os colegas farão reuniões temáticas em suas unidades com o objetivo de preparar a Classe para a AGE.

Na mesma reunião, a diretoria apresentou “proposta de convênio com uma seguradora para oferecer seguros com benefícios relevantes para o filiado. Ouvida a opinião dos representantes sindicais, a diretoria vai discutir e deliberar sobre o assunto”.

Gostaríamos de oferecer para os nossos sindicalizados uma gama de convênios em diversas áreas.

E assim, caro colega, esta gestão sindical, no segundo terço de mandato, dá sequência à uma postura demagógica, adiando, mais uma vez, a realização da primeira Assembleia Geral de seus filiados, sabe-se lá por qual razão… Ainda mais, segue caminho inverso ao natural, que seria de buscar apoio da entidade co-irmã (Afresp) nos pleitos que são de todos, mas não, prefere fazer ameaça velada de “vender seguros e ‘gama de convênios'”.

A quem interessa tudo isso?

Quem não se lembra da discórdia ocorrida na gestão passada, onde a vice (atual presidente) questionava a falta de ação do então presidente? Época em que se cobrava mobilização, críticas na imprensa, etc… algo que provocou  racha na diretoria, recurso ao Conselho de Representantes, depois Conselho de Ética e, até, medida judicial. Pelo menos, a gestão anterior, em seis meses, havia realizado duas AGE’s – sendo uma delas, é verdade por abaixo assinado. O que tanto segura a atual direção para não querer realizar AGE, mesmo que regional, ou ainda, virtual, já utilizada em outras categorias profissionais? A impressão que fica é que continuamos sendo tutelados, agora, de forma deslavada e infantil, sem falar na “piada” sobre “vender seguros e uma gama de convênios”… se não dão conta nem das questões básicas…

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dezembro 22, 2013

Sinais de uma eleição sindical VII – Tudo ou nada!

teo.seminariog3Teo Franco

A estratégia adotada pela cúpula sindical, de conseguir uma única emenda de reajuste de 40% no valor do subsídio do governador (subteto), causou estranheza entre os colegas. Um dia depois da votação do PLO 943/13, alguns perguntavam: “Mas não teve nenhuma outra emenda, pelo menos, com a correção inflacionária?” Outros, mais indignados:

A categoria foi consultada se queria correr o risco da questionável postura do “tudo ou nada”?

Mas o que todos queriam saber mesmo era quem é o deputado subscritor da emenda nº 1, Carlão Pignatari (PSDB). E, se, na conturbada legislatura que derrubou 14 vetos do governador, não havia espaço para se buscar apoio, pelo menos, da ala rebelde do PSDB, forçando assim, entre tantos projetos de interesse do governo, articulações para uma votação negociada do PLO. Ou será que houve conversações e o PLO virou outro tipo de moeda de troca? É pra se pensar, caro colega, o que é que estão fazendo em nome da nossa categoria.

A tal emenda foi derrubada de pronto pelo plenário da Assembleia Legislativa-SP, recebendo voto contrário unicamente do PSOL e PDT. E o PT da oposição paulista, onde estava? Em resumo: Na estratégia do “tudo ou nada”, continuamos com NADA.

De tempos em tempos, reclamam os líderes sindicais que “somos tutelados” e “nos servem o prato pronto”, então por qual razão não se realizou, ao menos, consulta aos “donos” do sindicato, seus filiados, que regularmente contribuem com a mensalidade?

Com a palavra a Alta Cúpula do Sinafresp!

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junho 13, 2013

Sinais de uma eleição sindical IV

teo.seminariog3TeoFranco

Conselho joga água na fervura, mas os filiados foram consultados?

LOAT
No último dia 11 o Sinafresp realizou um encontro sobre a Lei Orgânica da Administração Tributária. Não é de hoje que essa bandeira é hasteada, faz, pelo menos 20 anos, que o tema entra e sai da pauta sindical. Neste evento de terça-feira, infelizmente, estiveram ausentes os principais entes políticos decisórios, afinal, sem eles nada irá acontecer, nenhum projeto anda, por melhor que seja. Por outro lado, pelas imagens divulgadas, a Afresp prestigiou o evento, representada por seu primeiro escalão, mas, não se sabe por qual razão, não teve lugar à mesa, contrariando, assim, o discurso de parceria propalado durante a campanha eleitoral da atual gestão sindical…

AGE
…Segundo as últimas notícias, o Conselho do Sinafresp colocou a realização de uma Assembleia Geral em banho maria. Depois da explosiva reação estampada nos meios de comunicação da entidade com a manchete: “Governo de SP declara guerra contra AFRs“, o Conselho de Representantes decidiu que “não é o momento…”. Informes que chegaram ao Blog revelam que essa atitude seria para não desprestigiar a direção sindical, pois o que ela pretendia, na verdade, era uma homologação, ou carta branca, da tal “declaração para guerra”…

AGENDA & ESTRATÉGIA
…momento melhor não há para colocar o trem nos trilhos, com uma ampla avaliação, e o lugar para isso é a instância máxima: Assembleia Geral, para OUVIR a opinião oficial dos “sócios-proprietários” do sindicato, com a devida convocação, pauta, propostas, debates, votações e ata, etc. Antes, porém, é preciso divulgar, aos mesmos filiados, qual é a (porposta de) Agenda estratégica, embora com 150 dias de atraso…

…Em resumo, a diretoria do Sinafresp, deveria reavaliar sua postura no que diz respeito ao  relacionamento político interno e externo, começando pelos filiados, com a convocação imediata de AGE, afinar parceria, primeiramente com a Afresp e solicitar um encontro com o sr. Secretário da Fazenda, pelo menos uma vez, sem armas ou espírito belicoso.

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maio 25, 2013

Sinais de uma eleição sindical III

teo.seminariog3TeoFranco

A chapa vitoriosa na última eleição sindical vai entrar em seu SEXTO mês de mandato, pasmem, sem ter um Plano de Trabalho elaborado, e, ainda, sem a convocação de uma Assembleia Geral para balanço e deliberação oficial dos filiados. Após cinco meses embalando o PLC 50, que acaba de virar a Lei Complementar 1.199/2013, continua fazendo visitas às Regionais para “obter dos colegas as informações, sugestões e reclamações para completar o plano de trabalho do Sindicato“.

Ocorre que, ao ser publicada na última quinta-feira (23) a LC 1.199 vetando algumas emendas aprovados pela Assembleia Legislativa, a direção do SINAFRESP sentiu-se no direito de estampar no site da entidade, uma foto grotesca do Sr. Governador com os dizeres “Governo de SP declara guerra contra AFRs – Emendas do Sinafresp ao PLC 50 foram vetadas“. Sem entrar no mérito da validade, ou não, das afirmativas, pergunto:

Os AFRs foram consultados minimamente?

A maioria dos colegas que encontrei nos últimos dias, manifestaram, no mínimo, preocupação com esse posicionamento publicado no veículo oficial de NOSSA entidade.

Como se não bastasse, na sexta-feira (24), nova publicação “Manifesto do Sinafresp contra atitude do governador“, repleto de palavras amargas em tom de ressentimento:

O governador Geraldo Alckmin demonstrou, sem deixar margem a dúvidas, que não respeita e nem valoriza a classe dos Agentes Fiscais de Rendas. O lamentável veto às poucas emendas ao PLC 50/2012 acolhidas por acordo unânime de líderes na Assembleia Legislativa provou isso. Além de ser um ato de desdém ao Poder Legislativo, o veto comprova que este governo enveredou de vez pelo caminho da mesquinhez, do autoritarismo, do desrespeito, da afronta e do descaso, tratando de forma irresponsável aqueles que exercem zelosamente atividade primordial da Secretaria da Fazenda de São Paulo. Mas o veto não demonstra apenas isso, demonstra a arrogância e o descaso com que o governo trata os direitos […] Ao vetar o dispositivo que protegia as gestantes em estágio probatório, o governador toma uma atitude estarrecedora, […] Ao vetar o dispositivo que impedia a cessação de designação nos casos de eletivos, inclusive classistas, apresenta sua verdadeira face de inimigo. Nós (sic), Agentes Fiscais de Rendas, somos servidores do Estado, não do governo […] Devemos (sic) fazer o que estiver a nosso alcance para trazer equilíbrio a ele, mesmo que isso nos leve a confrontar o governo

Somente a última frase do “Manifesto” seria suficiente para, neste momento, demonstrar serenidade e responsabilidade da direção sindical que questiona a “irresponsabilidade” do Sr. Governador:

A categoria decidirá, em Reunião do Conselho e em Assembleia Geral, sobre as respostas que daremos em repúdio ao ato do governador.

E, se a categoria decidir que o caminho da afronta esta equivocado? A direção sindical vai se curvar?

Na minha opinião, uma liderança com maturidade democrática não deveria se arrogar na tentativa de antever o posicionamento da categoria que representa, antes de ouvir as decisões da ASSEMBLEIA GERAL dos seus filiados, esta sim legítima e soberana.

Leia a Mensagem do Governador (razões do veto parcial ao PLC 50)

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Sinais de uma eleição sindical II

teo.seminariog3TeoFranco

Neste sábado (5) se deu a solenidade de posse dos novos integrantes da gestão do Sinafresp, que oficialmente representará, até o final de 2015, a categoria dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo.

Sob um discurso de conciliação, a presidenta eleita repetiu o tom de campanha que levou à vitória do grupo ora empossado.

Dentre as autoridades presentes notou-se a ausência de figuras que sempre prestigiaram o tradicional evento de posse, tais como do deputado estadual AFR Vitor Sapienza, além do não comparecimento, sequer, de um único representante da cúpula do comando da Sefaz. Embora não saibamos os motivos, é preocupante o início de um mandato com indicativos de relacionamento diplomático distanciado. Resta saber se a liderança, diretoria e conselho, conseguirá demonstrar capacidade de articulação, especialmente no quesito “união”, ao menos com a entidade co-irmã Afresp.

Acreditamos que a esmagadora maioria torce para isso!

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Sinais de uma eleição sindical

TeoFranco

Depois da eleição da Chapa Superação (atual gestão do Sinafresp) logo depois da grande movimentação na época da Reestruturação da carreira (2007/08), e, seu fracasso em obter qualquer avanço em termos de melhorias ou correções sobre as questões: nível básico e subteto único (PEC), dentre outras questões (correção da VPNI, Lei Orgânica), encerrando com “chave de ouro” (sic) após um ano inteiro sem qualquer tipo de mobilização, nem ao menos um seminário sequer, chegou o momento de substituir os dirigentes da Administração Sindical.

Num cenário de completa letargia, surgiram de última hora, tentativas de compor grupos para novos zeladores do sindicato, dentre os quais um originário do atual comando do Sinafresp. Este grupo (Chapa 2) contratou um marqueteiro profissional (4winners Análises e Soluções Empresariais) com inúmeras ações, incluindo ligações telefônicas com gravação eletrônica iguais as utilizadas nas campanhas de políticos de grosso calibre. Tudo isto, somado ao apoio explícito e incondicional do colega deputado João Dado, enquanto que outro grupo (Chapa 1), enviou um único folder na véspera da data da votação.

A conclusão que podemos chegar é que nesta vitória apertada (53% a 47%) com diferença de 205 votos, significando que se 103 eleitores mudassem seu voto (3%) o Sinafresp seria governado por outro grupo de AFR’s com perfil oposto à chapa eleita. Isto quer dizer que, além de haver grande distinção de vontades por parte dos eleitores que compareceram às urnas, a categoria se encontra muito enfraquecida politicamente, visto que uma chapa que pouco fez para tentar se eleger, deixou a outra – com grande divulgação e marketing – em situação apertada.

Este cenário demandará liderança com muita sabedoria para articulação interna, além da busca de apoios de entes políticos de toda a ordem externamente, sem esquecer da energização geral, a qual é ingrediente essencial para quem deseja alcançar o sucesso. De outro modo, perderemos mais 1.095 dias em três anos.

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janeiro 3, 2015

A banalização da mobilização

teo.seminariog3Teo Franco

Mais uma vez, a nossa direção sindical tutelou a categoria e escolheu (por ela) arriscar a vaga e verbal “proposta” de “aumentar o teto” e a “negociar a revisão do cálculo da cota“. Escolheu o caminho do sigilo, ao invés de informar, guardando a sete chaves os termos do “acordo firmado” com o governo. Não se sabe por qual razão, optou pelo silêncio, enquanto muitos alertavam pela importância vital de mobilização no período eleitoral. Censurou, com vigor e autoritarismo quem se atreveu a criticar a postura adotada, ameaçando filiados de exclusão do grupo virtual de debate, culminando na impensável extinção do mesmo, de forma arbitrária e sem qualquer satisfação ou mensagem de esclarecimento.

Sem Plano B, ao ver sucumbir sua “estratégia” que resultou unicamente no PLO de 4,7%, a Alta Cúpula da Direção Sindical divulgou nota sobre “os próximos passos”, convocando os filiados, dentre outras medidas, a protestarem, já na primeira semana de janeiro, com a falta ao trabalho, através da doação de sangue ou abono.

Assim, novamente, assistimos a reprise de medidas atabalhoadas, na base do improviso, sem consulta aos interessados, direta (por meio de AGE) ou, ao menos, indireta (pela aferição da temperatura/disposição da base, abalizada pelos representantes regionais).

Faz três anos, em nov/dez de 2011 algo semelhante aconteceu, quando a diretoria de então surpreendeu pela NÃO convocação de AGE para debater a proposta concreta de extinção da Função Básica. Quem se lembra, sabe bem do que estou falando, não se trata de ter aceitado ou não, mas da prática de OUVIR os interessados e permitir que estes SOBERANAMENTE decidam seu próprio destino. Afinal, tutela parece algo muito descabido e sem lugar em nosso meio.

Nada contra mobilização, em suas diferentes manifestações, no entanto, sem planejamento, o grande risco é o movimento para demonstração de força transmitir exatamente o oposto.

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junho 30, 2014

A Transparência, o Cotão dos deputados e o Sinafresp

teo.seminariog3Teo Franco

Quanto mais poder, maior a responsabilidade e o dever da transparência

Accountability é um conceito da esfera ética, que remete à obrigação de membros de um órgão representativo de prestar contas a seus representados. Significa que quem desempenha funções de importância na sociedade deve regularmente explicar o que esta fazendo, como esta fazendo, por que esta fazendo, quanto gasta e o que vai fazer a seguir. Não se trata, portanto, apenas de prestar contas em termos quantitativos mas de auto-avaliar a obra feita, de dar a conhecer o que se conseguiu e de justificar aquilo em que falhou.

A obrigação de prestar contas, neste sentido amplo, é tanto maior quanto a função é pública, ou seja, quando se trata do desempenho de cargos pagos pelo dinheiro dos contribuintes.

No caso dos deputados federais, estes podem pedir reembolso das despesas de recursos recebidos para bancar consultorias, gasolina, selos, passagens aéreas, etc. O reembolso faz parte do “cotão” de até R$ 33 mil mensais, que engorda o salário dos deputados, que é de R$ 26,7 mil.

Por exemplo, neste ano, o colega João Dado acumula R$119 mil. As informações detalhadas das despesas podem ser consultadas nos sites da Câmara, do Senado ou no site www.ops.net.br, ligado ao portal Congresso em Foco. João Dado (SD), por exemplo, informou por meio de assessoria que elaborou um livro de suas atividades no Congresso nos últimos sete anos. Foi distribuído para prefeituras e até agentes fiscais, principal reduto eleitoral dele. Dado também cita projetos de sua autoria que considera destaque, como lei que, segundo ele, facilita entidades filantrópicas obterem certificado de entidade de assistência social.

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Interessante destacar a importância da prestação de contas (em detalhes) disponibilizada à todos os brasileiros, uma vez que – utilizando a cunhada frase do nobre e estimado colega Dado – “meu mandato é daqueles que me elegeram.

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O Sinafresp e os gastos sigilosos

Fica aqui (mais) uma mensagem para que a direção do Sinafresp – entidade que representa carreira de auditoria, a qual presta serviços aos cidadãos, zelando pelo Erário – tome coragem e não vacile mais em tornar “público” (aos “donos” do sindicato), no mínimo, o detalhamento dos gastos com o Conefip, uma vez que, nem mesmo, o valor total foi divulgado. Afinal, qual é a real dificuldade de disponibilizar aos filiados, nos moldes da OPS* e Câmara?

Seria uma bom momento para desmentir a impensável fama adquirida por esta gestão:

sigilo, silêncio e censura!”

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*A Operação Política Supervisionada (O.P.S.) foi fundada para mostrar à todos os brasileiros, fazendo-se do uso da Lei de Acesso a Informação, que existem muitas “coisas estranhas” acontecendo nos bastidores da política, como por exemplo, fornecedores utilizados pelos deputados, na verdade, empresas de fachada. 

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junho 15, 2014

Vale a pena ler de novo 2014 II

Cada categoria tem o sindicato que merece ou 
cada sindicato tem a categoria que merece?”

► Construindo pontes e abrindo caminhos […] Tanto na atuação interna como na externa, a liderança classista ao defender os interesses da entidade que representa, necessita buscar a solidificação da sua imagem através de comunicação competente capaz de transmitir a confiança necessária para a manutenção do relacionamento […] Leia mais

 Projeto de Formação de Liderança Sindical […] Para esse propósito devem concorrer ações como realização de  seminários, debates, plenárias e treinamentos para implementação do diagnóstico e aplicação das medidas efetivas do programa de formação […] Leia mais

► Liderança positiva e trabalho em equipe […] Liderar positivamente é internalizar esta magia no seio da equipe, de modo a contagiar toda a corporação. Todavia, a liderança positiva é um processo que deve começar na consciência do próprio líder. Portanto, aquele que deseja liderar deve primeiro ser líder de si mesmo […] Leia mais

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maio 5, 2014

A AGE que seria parlamentar, foi pra lamentar

teo.seminariog3Teo Franco

“Nada é tão ruim que não possa piorar” (Lei de Murphy)

Duas notícias da semana passada demonstram bem que para viver a democracia é necessário, no mínimo, bom senso:

1 – Ameaçada pelas pesquisas a presidenta Dilma reage com pacote de bondades

Ameaçada pelas pesquisas de opinião sobre o desempenho do seu mandato, Dilma reage com pacote de bondades, dentre elas o reajuste da tabela do Imposto de Renda. A nova medida reajusta em 4,5%, embora, nem de longe, consiga repor as grandes perdas sofridas pelo contribuinte, desde 1996, é uma tentativa de afago da presidenta à classe média.

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2 – Ameaçada pelo livre-arbítrio dos filiados a presidenta do Sinafresp reage sabotando a AGE

Ao perceber que a sua receita para fazer a massa (de manobra) ia azedar, a presidenta do Sinafresp preferiu tumultuar a Assembleia Geral do dia 26. Ansiosos para definir os rumos e as ações, o número reduzido de filiados que compareceu, testemunhou uma inexplicável e equivocada estratégia de boicote, colocada em prática pela “tropa de choque” do Comando Sindical. O saldo foi de desgaste, mais divergências contabilizadas e sem norte definido.

ano eleitoral – período ímpar para se oportunizar diálogo político e mobilizações – vai sendo desperdiçado de forma irresponsável na fracassada tentativa da Alta Cúpula da Administração Sindical de impor “goela abaixo” o “prato pronto” sabor “mais do mesmo”.

Resta saber o que farão, os atores do infortúnio, para juntar os cacos, aglutinar e energizar a categoria. A não ser que tenham algum “plano mandrake” que solucionaria as principais questões, caso contrário, será muito difícil reconquistar a confiança abalada […] Leia o resumo dos fatos, pelo presidente da AGE  (Requer senha)

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setembro 1, 2013

AGO aprova contas da AFRESP

teo.seminariog3Teo Franco

Devido aos rumores que circularam nos últimos dias a Assembleia, para aprovação de contas, atraiu a presença maciça de associados

Após diversos pronunciamentos reforçando a confiança na Diretoria Executiva os presentes aprovaram o primeiro item da pauta, que era a prestação de contas do exercício 2012, anulando qualquer dúvida difundida largamente nos últimos dias por agentes do “quanto pior melhor”, que, na busca pelo poder a qualquer preço, joga-se um “vale tudo” para a platéia.

Em seguida foram prestados os esclarecimentos, solicitados, pelo diretor financeiro Rodrigo Keidel Spada, o qual fez sua apresentação, com clareza e competência, frisando:

Como sabemos, a melhor forma de conseguir uma informação fidedigna é buscando diretamente na fonte. Não hesite, sempre, será um prazer atende-los.”

O presidente Teruo Massita ressaltou:

A transparência dos atos da Diretoria Executiva, faz parte do rol dos Fatores Críticos de Sucesso definidos, e muito bem discutidos, na elaboração do Planejamento Estratégico da associação. 

Os associados, que prestigiaram o evento, demonstraram-se satisfeitos com o desempenho da atual administração da AFRESP, a qual saiu mais forte, afastando de vez aqueles que pretendiam dar um golpe na credibilidade do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Diretoria Executiva.

Ao final, ficou a lição: O mais importante é que, unidos, todos continuemos a cooperar para uma associação cada vez melhor, sempre em defesa do bem estar de todos os associados, em lugar da disseminação de bravatas e induções precipitadas, que só contaminam o legítimo processo de prestação anual de contas de nossa entidade.

Felizmente prevaleceu o bom senso. Venceu a maturidade. Ganhou a AFRESP e todos que acreditaram na seriedade do trabalho responsável.

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