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setembro 15, 2013

Fábula do Índio XX – a mensalidade subiu

HUMOR DA TRIBO

Depois do recuo estratégico da guerra insana declarada ao Grande Rei, o comando silvícola sindical, além de não convocar nenhuma AGE, nem regional, muito menos geral, aprovou o reajuste da mensalidade em mais de 30% para turbinar o orçamento, após dois anos do último aumento. Os índios sem ver nada acontecer, há quase um ano, não entenderam o motivo do pesado aumento, dizem que deve ser por causa dos festejos dos 25 anos do sindicato tribal, que os caciques fazem questão de marcar com grande estilo para resgatar o orgulho de ser índio sindicalizado.

Pegos de surpresa, na aldeia, indignados os indígenas disparam: “foi a gota d’água“, dizem alguns, “tô fora, vou desfiliar“, dizem outros. Mas a grande maioria, reclama “e a transparência das contas, onde esta”? E “por que o diretor financeiro se demitiu uma semana antes do fato”?

Índio é muito esquisito…

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novembro 18, 2012

Fábula do Índio XVII – Caciques, índios e o capitão

HUMOR DA TRIBO

No calor das eleições silvícolas sindicais emergem as reais personalidades e posturas políticas. No caso dos Conselheiros indígenas há tempos se percebe a vocação de cooperação irrestrita com os caciques que comandam o sindicato da tribo. Alguns mais dedicados obedecem o comando e nem se lembram que deveriam, ao contrário, defender as suas bases tribais. Se algum índio discorda é colocado no caldeirão pra virar sopa sem dó nem piedade.

Um desses é conhecido por “capitão”, das bandas das campinas, exerce tão bem esse papel, reflexo, talvez, da sua vocação militar. E é patrocinado por outro velho parceiro que tem um bom motivo para defendê-lo… pois, enquanto o capitão carrega o piano este leva apenas o banquinho…

Índio é muito esquisito e acha que ninguém tá vendo…

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agosto 21, 2012

Fábula do Índio XII – Cassaram o apito

HUMOR DA TRIBO

Depois da grande caravana de guerreiros às margens das belas praias de Maceió, a tribo começa a ficar impaciente querendo saber a quantas andam as providências do Comando Silvícola Sindical para, ao menos, em último caso, receber algumas moedinhas (ou espelhinhos como dizem os estrategistas tribais) de presente de Natal. Já que maiores pretensões não estão nos planos dos caciques, além da promessa do grande Pote Especial de Caramelo que viria das bandas de Brasília.

De qualquer forma os caciques marcaram encontro tribal para conversação de inúmeros itens no próximo sábado, sendo o de número 9.3 (o último a ser analisado no final da extensa reunião) para revisão da pajelança para exclusão de índio, do corpo de guerreiros, por ter sido alvo de flechada enquanto desempenhava a sua função de vigia da aldeia na copa da árvore.

Após o ocorrido, prontamente, a alta ‘cúpula da cúpula’ do Conselho Silvestre teria praticado a sua ‘fiel solidariedade’ ao guerreiro atingido determinando a sua expulsão do grupo de vigias da tribo. Com isso (já) tinha dado o caso por encerrado, sem mesmo, ao menos escutar todos os caciques conselheiros, transmitindo assim a mensagem ‘DEMOcrática’ de alerta: Índio alvejado é índio punido!

Índio gosta muito de viajar, mas bem pouco de pensar… vai ser esquisito assim…

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Fábula do Índio XI – Sindicato CVC

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julho 30, 2012

Fábula do Índio XI – Sindicato CVC

HUMOR DA TRIBO

Após o Curso de Formação Indígena Geriátrica, os chefes da tribo, preparam, desta vez, uma nova caravana de guerreiros juntos às praias de Maceió. Como se não bastasse a última excursão às areias Cearenses, com 11 nativos paulistas, enquanto nada é mobilizado, desde 2011, nas Terras de Piratininga, os líderes da aldeia batem seus tambores com (mais uma) disputa interna para inclusão de seus convidados ao ritual turístico. A lista, até agora, somando mais de 40 índios (escolhidos a dedo), será patrocinada por nossa próspera e abastada entidade tribal. Tudo isso, visando alavancar a reeleição da Chapa Silvícola da Situação (ex-Superação), e, também, é claro, assistir a Plenária Silvestre Estadual.

Índio é muito esquisito… mas, gosta de viajar…

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julho 3, 2012

Fábula do Índio X – Bengala & andador

HUMOR DA TRIBO

No apagar das luzes, os caciques resolveram organizar um Curso de Formação Indígena. Sem nenhuma mobilização ou assembleia durante todo o primeiro semestre, decidiram, então, lançar mão de um evento, pensando em alavancar a reeleição do atual comando sindical da tribo. Para preencher as vagas, sem alarde, convocaram, a toque de caixa, índios simpatizantes, em sua maioria, aposentados e pensionistas da aldeia, o que elevou a média da faixa etária dos “novos” sindicalistas, ops, futuros caciques. Nenhum índio novato foi chamado. Desta forma, com pouco vigor, a renovação do comando da tribo se movimenta com bengala… andador… devagar… devagarinho…

Índio é muito esquisito… Caciques mais…

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junho 20, 2012

Fábula do Índio IX – Bico calado e ouvidos tampados!

HUMOR SINDICAL

Enquanto não são chamados para nova audiência nas terras do Grande Rei, os caciques gastam – vários meses – pensando, pensando e pensando, em novas táticas de guerra. Mas não querem saber de convocar os índios para assembleia geral. Jamais! Isto atrapalharia a mais nova estratégia, que é a de manter a aldeia calada para não correr o risco de “perder” os esPelhinhos tRimestrais. Mesmo porque, outros segredos foram tratados na última reunião do Conselho Indígena, em sessão secreta, que a tribo “não pode” saber.

Índio é muito esquisito… Caciques mais ainda…

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abril 18, 2012

Fábula do Índio VIII

HUMOR SINDICAL

Depois de voarem com o grande pássaro para águas cearenses, os caciques, revigorados, foram ao encontro com o Médio Chefe e mudaram radicalmente de postura, talvez pela experiência litorânea, tiraram a faca dos dentes e decidiram oferecer ramalhete de flores. Como sinal de boa vontade, conclamaram a tribo para simpósio de homem branco, o qual promete elogiar a atividade do índio e proteger as suas reservas. Ah! mas não pense que os chefes da tribo são tontos, eles mantém um grande estoque de apitos prontos para serem assoprados…

Índio é muito esquisito…

Leia tambémFábula do Índio VII

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março 21, 2012

Fábula do Índio VII

HUMOR SINDICAL

Na aldeia… vai se levando… os caciques na sombra e os índios suando. Dias atrás se deu o velho ritual da ‘paradinha’ onde a tribo faz pose para a fotinha. Na oca central alguns caciques se lançaram às margens do território do Grande Rei. De lá, saíram como entraram após ouvirem mais um retumbante N-Ã-O. Sem saberem o que fazer, trataram de enfiar arco e flecha no saco, pra depois, um tanto confusos, passarem a debater sobre quem-disse-o-quê e tentarem decidir, se irão voltar para falar, mais uma vez, ou enviar a mensagem por papel timbrado, ops, por sinal de fumaça…

Índio é muito esquisito…

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fevereiro 28, 2012

Fábula do Índio VI

HUMOR SINDICAL

Depois dos índios ficarem sem espelhinhos e apitos no Natal, os caciques, durante o recesso sindical – ops, tribal – de mais de 60 dias, tiveram a ideia de estudar a composição biológica dos sapos. Constataram que estes répteis, quando colocados num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, ficam estáticos durante todo o tempo em que se aquece a água. Os sapos não reagem ao gradual aumento da temperatura  e morrem quando a água ferve. Assim, os caciques concluíram que basta sofismar perante à tribo para mudar a sensação coletiva mesmo sem alterar a realidade dos fatos. E, assim, esperam que muitos não percebam as mudanças reais na aldeia ou falta delas. Acreditam que está tudo bem, que tudo vai passar, as coisas se resolvem sozinhas!

Índio é muito esquisito…

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Fábula do Índio V – Nem apito, nem espelhinho

dezembro 27, 2011

Fábula do Índio V – Nem apito, nem espelhinho

HUMOR SINDICAL

No episódio anterior o Pajé foi chamado para por ordem na aldeia e buscar trégua de 1000 dias. Desde então, a tribo aguardava, pelo menos, por espelhinhos de presente de Natal, com o fim da FuBá. Os emissários voltaram da outra margem do rio com a notícia de que não ganhariam nem espelhinho, nem apito neste Natal. Atônitos, os índios passaram a bredar o que tinham ouvido do cacique:

“pode apitar… esse espelhinho já esta ganho e é problema do Grande Rei que não pode recuar”

“E nós acreditamos…”

Índio é muito esquisito…

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dezembro 6, 2011

Fábula do Índio IV – Pajelança

HUMOR SINDICAL

A tribo andou nos últimos tempos em polvorosa. Motivo: os caciques tomaram a decisão de não aceitar ‘espelinhos’ do Grande Rei que seriam presenteados aos FuBás. Os caciques disseram que no mínimo querem seis ou sete moedinhas para toda a tribo.

Só que, esqueceram de combinar com os russos, ou melhor com os índios, e isto levou boa parte da tribo a trocar muitas flechadas até que alguém deu a ideia de chamar o Pajé para por fim à toda confusão. Aturdidos, os caciques convocaram o tal Pajé para traçar, em poucos dias, novas estratégias para trazer 1.000 dias de trégua dentro da aldeia.

Depois da lambança vem a pajelança. Melhor seria a bonança.

Índio é muito esquisito…

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Fábula do Índio III – Moedinhas

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novembro 14, 2011

Fábula do Índio III – Moedinhas

HUMOR SINDICAL

No episódio anterior a tribo havia decidido ampliar os dias de subidinha de 15 minutos na árvore. Como resultado, chegou a proposta de trégua em troca de FuBá.

O poderoso Rei presenteou outras tribos menos temidas, o que trouxe grande encorajamento aos índios. Sabendo que o soberano, possuidor de um grande tesouro, passaria em comitiva às margens do grande rio, permaneceram ali para poderem se aproximar e fazer os seus pleitos. Com estratégia decidiram pedir do seu tesouro fosse destinado 6 moedinhas para cada índio daquela importante tribo, certos de um magnífico negócio.

Índio é muito esquisito…

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Sinafresp entrega ofício ao governador, sem PEC

Fábula do índio II – A revolta

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outubro 20, 2011

Fábula do índio II – A revolta

HUMOR SINDICAL

No episódio anterior a tribo estava decidida a por as mãos no grande tesouro do Rei. Após enviarem seus mensageiros até a outra margem do rio para espiar o inimigo e avaliar a tomada de campo, aconteceu algo imprevisível, avistaram um sinal de fumaça com sete “nãos”

NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

Como eles não contavam com essa hipótese, voltaram mais que depressa para a aldeia e reuniram toda a tribo para nova deliberação. Após intensos debates acalorados decidiram ampliar o quesito de assombramento ao Rei mau, ampliando os dias de subidinha de 15 minutos na árvore, mas com o uso de apitos e pena preta no cocar.

Um pajé aposentado queria chamar, dois ou três, antigos guerreiros da tribo que conhecem o outro lado do rio de outras batalhas e são até respeitados por aquele soberano, mas foi vaiado e voltou para a sua tenda desolado.

Índio é muito esquisito…

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outubro 6, 2011

Fábula do índio

HUMOR SINDICAL

Uma tribo indígena vivia próxima a um grande e perigoso rio. Todos os dias se reuniam na margem para conversar sobre o que poderiam encontrar do outro lado. Existia uma lenda que lá havia um baú com tesouro incalculável, mas era vigiado pelos soldados de um terrível rei que cortava a cabeça dos intrusos. Como a visão não alcançava o outro lado, passaram um bom tempo construindo um barco que pudesse enfrentar as correntezas e eventuais ataques de animais e de outras tribos.

Depois de pronto, fizeram uma grande festa e uma assembleia para definir os objetivos sobre quem ficaria com as barras de ouro, se elas fossem encontradas, com as moedas de prata, se elas estivessem no baú e quem receberia as pedras preciosas, se elas existissem.

Passaram um bom tempo debatendo para não chegar a uma definição, pois alguns disseram que eram contra que se trouxesse qualquer barra de ouro em caso de não existirem moedas de prata, recebendo uma salva de palmas. Outros falaram que eram terminantemente contrários em trazer o baú se nele não fosse encontrada nenhuma pedra preciosa, tendo sido vaiados por isso. Enquanto outro grupo disse que jogaria tudo na água se não tivesse exclusivamente barras de ouro, o que causou o maior reboliço.

Já se passaram vários anos e os pobres índios não chegaram a um bom termo. Mas a reunião continua (votaram por uma assembleia permanente)… muitos argumentos e fundamentos… no entanto, se e após decidirem, faltará “apenas” traçar a estratégia bem elaborada e definir as armas para enfrentar o temível Rei com os seus poderosos soldados… mas isso são detalhes…

Com o objetivo de intimidar o temível Rei houve a decisão de que os índios deveriam ficar trepados nas árvores uma vez por semana durante 15 minutos. Passado um certo tempo surgiram novas ideias, tipo vamos lá mostrar pra esse rei quem somos nós. Não precisamos de ninguém apenas a nossa coragem, nada mais… e outras ideias mais que não valem a pena serem lembradas.

Índio é muito esquisito…

TeoFranco

outubro 26, 2011

Como mudar o cenário?

OPINIÃO

Steve Jobs, o célebre visionário do século dizia que: “O consumidor não sabe o que quer, até o momento em que você mostre algo novo a ele”. Nas negociações entre servidores e governo podemos aplicar este princípio, despertando a vontade política da outra parte, para que esta passe a desejar um novo produto como resultado.

O governo paulista acaba de divulgar a eliminação do nível inicial das diversas carreiras da Polícia Civil, além de estabelecer promoção automática por antiguidade independente de vagas existentes nos quadros […] Leia mais

Em 1994 sucedeu algo semelhante na SEFAZ com a LC nº 790, de 29/12/1994 –

Artigo 7º — A partir de 31 de julho de 1994, os atuais Agentes Fiscais de Rendas Nível I ficam enquadrados no Nível II

GOVERNADOR: Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB); SECRETÁRIO DA FAZENDA: Eduardo Maia de Castro Ferraz; PRESIDENTE DO SINAFRESP – 1992-1994: José Carlos Vaz de Lima – Fundador do SINAFRESP e Secretário Geral de 1990/91. Ao término desta gestão foi eleito Deputado Estadual pela legenda do PSDB. Fonte: SITE DO SINAFRESP (AFR – LEGISLAÇÃO DE PESSOAL – Normas Gerais e Específicas, pág. 70)

É um bom momento para reavaliarmos as estratégias nas relações e postura políticas buscando melhores e decisivos entes de negociação, deixando qualquer preconceito ou ideologismo contaminar essa etapa. De outra forma, NOVAS propostas e NOVOS projetos deveriam ser amplamente debatidos com a categoria visando o aperfeiçoamento de ideias dentre as inúmeras cabeças que a carreira dispõe. Sindicato não pode ser um cartório que expede e homologa preceitos. Deve ser aberto ao amplo e transparente debate. Firmeza e decisão sim, prepotência e vaidade não.

De nada adianta apitaços e demonstrações vazias de insatisfação se não vierem acompanhadas dos ingredientes citados acima. Deixemos as receitas antigas e bitoladas para aplicar a inteligência e perspicácia próprias dos que enxergam com maior amplitude.

TeoFranco

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março 28, 2011

Artigos

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A direção sindical, blogofobia e síndrome de nanismo (requer senha)

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Vale a pena ler de novo 2014 II

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Vale a pena ler de novo 2014

Fisco F.C. paixão, miopia e preconceito

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