Search Results for “Rodrigo Keidel Spada”

outubro 19, 2014

Entrevista: Rodrigo Spada “GerAções”

“Pela unidade na diversidade”

O candidato à eleição da AFRESP em 11 de novembro, foi aprovado no Concurso de 2006, atualmente é Diretor Financeiro e de Seguros da Afresp 

QUEM É

Rodrigo Keidel Spada, 36 anos, foi nomeado AFR em 2006, atuou na FDT em Ribeirão Preto e como ESI – Encarregado de Serviço Interno em Franca.

O QUE FEZ

Graduado em Engenharia de Produção – UFSCAR e Bacharel em Direito – UNESP. Foi professor de matemática. De estagiário a Supervisor na área de processos da Pfizer e Cadbury Adams. Cursou Especialização em Economia, Finanças e Marketing na USP-São Carlos. Concluindo o MBA em Gestão Empresarial na FIA-USP.

Participou do Planejamento Estratégico da Afresp, de sua idealização à implantação. Coordenou o Projeto de Reestruturação do Fundafresp. Atualmente é Diretor Financeiro, 1º Tesoureiro e Diretor de Seguros da Afresp.

O QUE DEFENDE

Suas principais bandeiras são:

•  Ética nas atitudes
•  Equidade nas políticas adotadas
•  Excelência nos serviços prestados
•  Transparência da gestão
•  Responsabilidade Corporativa
•  Valorização das Pessoas
•  Inovação
•  União da classe.

 

O Plano de Gestão apresentado pela Chapa GerAÇÕES funda-se nos cinco pilares a seguir:

  1. Compromisso com o associado
  2. Valorização da Imagem da Classe
  3. Integração dos AFRs
  4. Novas práticas de gestão
    1. Planejamento estratégico
    2. Governança corporativa
    3. Comunicação integrada
    4. Gestão de custos
    5. Foco na satisfação do associado
    6. Ampliação do quadro de associados
    7. Gestão de projetos
  5. Construção coletiva
    1. Ampliação da autonomia administrativa das Regionais
    2. Dotação orçamentária própria às Regionais
  • Implantação de sistema equânime de distribuição dos recursos
  1. Sistema de avaliação dos serviços prestados pelos próprios usuários
  2. Criação de rede de colaboradores
  3. Adoção de participação à distância, inclusive em Assembleias (a depender de reforma estatutária)

Clique nos links para ver as RESPOSTAS da ENTREVISTA

Sobre a AFRESP

  1. O que o motivou a participar efetivamente da vida classista?
  2. Como você enxerga a questão da duplicidade das tabelas da AMAFRESP?
  3. Você pretende revisar o Estatuto Social? Em quais pontos?
  4. A área de comunicação, por vezes, é questionada pelos associados, existe a intenção de dar mais transparência sobre as decisões da diretoria?
  5. Qual a sua opinião quanto à fusão das entidades (Afresp e Sinafresp)?

Sobre a CARREIRA

  1. Qual a sua avaliação da carreira, no passado recente? E o que falta de relevante para melhorar?
  2. Como você enxerga a reestruturação ocorrida em 2008? Como equacionar os justos pontos de interesse de cada grupo (os antigos sonhando com o subteto único estadual, enquanto que os mais novos preocupados com a correção da cota)?
  3. Você concorda que a Afresp deve apoiar diretamente as ações políticas do Sinafresp?
  4. Como você acha que deve ser o relacionamento com os parlamentares, especialmente os da carreira, em relação aos pleitos da categoria?
  5. Deixe as suas considerações finais.

COMPARE AS DUAS ENTREVISTAS (pdf)

MENU ELEIÇÕES AFRESP

abril 4, 2017

Sistema tributário, do caos à ordem

Rodrigo Keidel Spada*

Movimento VIVA busca construir modelo mais eficiente

O caos do sistema tributário brasileiro nos faz lembrar o Bellum omnium contra omnes, em tradução literal, “a guerra de todos contra todos”, mencionada pelo jusnaturalista Thomas Hobbes em sua obra-prima O Leviatã. Sem lei, o homem, em seu estado natural, é corrompido pela essência insociável e egoísta, condição que inviabiliza o desenvolvimento de uma ordem social, política e econômica.

Salvo as diferenças históricas e conjunturais da pós-modernidade, a teoria hobbesiana traz uma crítica substancial. Para sair do caos e atingir o equilíbrio, é necessário que homens viabilizem um pacto social. Ao defender a instituição de um poder soberano, absoluto e indivisível, o pacto social de Hobbes só estaria assegurado pelo Estado ou Leviatã, que passa a ser a personificação da razão e do temor aos administrados, com a finalidade de proteger a sociedade através de leis civis.

À parte do que propõe Hobbes ao defender um estado absolutista, é certo que a complexidade do sistema tributário brasileiro impõe medo tal como o Leviatã. Diferentemente da realidade de muitos outros países, no Brasil, o excesso de normas tributárias ultrapassa os princípios atribuídos pela Carta Magna, notadamente o da razoabilidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), desde 1988 até 2013, existiam 309.147 normas tributárias, sendo 93.062 só na esfera estadual.

De outro lado, a complexidade de regras legais, somada aos dispêndios com custos de conformidade das obrigações acessórias, potencializa os litígios entre o fisco e contribuintes, alcançando níveis inimagináveis nas esferas administrativa e judicial.

No âmbito do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o ‘monstro bíblico’, em um rito recorrente, adquire diversas roupagens, despindo o tributo de sua característica inicial, à medida que novas formas de arrecadação – a exemplo do simples nacional e da substituição tributária -, baseadas no princípio de arrecadar a qualquer custo são incorporadas, e a falta de harmonização legislativa vai criando corpo.

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julho 19, 2016

PLP 257/2016 prejudica a sociedade

União cobra taxas de mercado aos estados e juros baixos a empresas privadas

As críticas ao Projeto de Lei (PLP 257/2016), que reestrutura as dívidas dos Estados, não param de crescer. Entre outras medidas, a proposta impõe suspensão de contratação de pessoal, de reajustes salariais e até, em último caso, demissão de concursados. Apesar de causar todos esses problemas e transferir o custo do ajuste das contas públicas ao funcionalismo não resolve de forma definitiva a questão do endividamento dos entes federativos. Na análise de Rodrigo Keidel Spada, presidente da Associação dos Agentes Fiscais de Rendas de São Paulo (Afresp) e vice-presidente da Federação Brasileira de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), em pouco tempo estados e municípios estarão novamente com o pires na mão.

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novembro 9, 2014

Amigos, amigos, eleições [da Afresp] à parte

teo.seminariog3Teo Franco

Nestas eleições Afresp, fomos brindados com duas candidaturas de grandes personas, colegas que chamaram para si a responsabilidade de servir a classe à frente da nossa Associação. Depois de um mês de campanha eleitoral, fiz minha opção, levando em conta as propostas e a percepção dos quesitos: visão, competência e motivação.

Comparando a um time de futebol, o capitão da equipe deve ser aquele que inspira e motiva os demais. Precisa ser o líder que aglutina e agrega os talentos em torno do esquema tático, para fazer uma boa partida.

Para o bom desempenho de uma organização de classe, como a Afresp, é essencial a visão de trabalho de equipe. Por esta razão, a característica principal que definiu minha escolha foi o perfil conciliador do candidato a ‘capitão do time’ Rodrigo Spada, requisito obrigatório de um líder eficaz. Independente de amizades e reconhecimentos pessoais, devemos focar no propósito da eleição e ‘convocar’ os melhores ‘atletas’, buscando o melhor desempenho dentro das ‘quatro linhas de campo’.

Assim, a melhor opção para vestir a camisa da Seleção Afresp, entre 2015 e 2017, é o time formado pelos craques da Chapa 2 “GerAções”, com talentos que reúnem experiência e capacidade de inovação.

Leia também:

Eleições Afresp: O debate e o desgaste

[Charge] Eleições Afresp

ENTREVISTA COM OS CANDIDATOS:

outubro 27, 2014

Eleições AFRESP. Entrevista com os candidatos

Conheça a visão e propostas das chapas concorrentes

Para estimular o interesse no pleito do dia 11 de novembro, o Blog fez 10 perguntas, para reflexão e debate entre os colegas associados da AFRESP:

  • Como você enxerga a questão da duplicidade das tabelas da AMAFRESP?
  • Você pretende revisar o Estatuto Social? Em quais pontos?
  • A área de comunicação, por vezes, é questionada pelos associados, existe a intenção de dar mais transparência sobre as decisões da diretoria?
  • Qual a sua avaliação da carreira, no passado recente? E o que falta de relevante para melhorar?
  • Como você enxerga a reestruturação ocorrida em 2008? Como equacionar os justos pontos de interesse de cada grupo (os antigos sonhando com o subteto único estadual, enquanto que os mais novos preocupados com a correção da cota)?
  • Você concorda que a AFRESP deve apoiar diretamente as ações políticas do sindicato?

Veja as respostas:

CHAPA 1 – LUÍS AUGUSTO SANCHES (MAIS AFRESP)

CHAPA 2 – RODRIGO KEIDEL SPADA (GERAÇÕES)

 .

MENU ELEIÇÕES AFRESP

Tags:
outubro 16, 2014

Chapa “GerAções”

geracoes-logo

rodrigo_spada        Presidente: Rodrigo Keidel Spada – Natural de São Paulo (SP), 36 anos. Formado em Engenharia de Produção – UFSCAR e Direito – UNESP. Foi professor de matemática. De estagiário a supervisor na área de processos da Pfizer e Cadbury Adams. Cursou Especialização em Economia, Finanças e Marketing na USP-São Carlos. Nomeado AFR em 2006, atuou na FDT em Ribeirão Preto e como ESI – Encarregado de Serviço Interno em Franca. Concluindo o MBA em Gestão Empresarial na FIA-USP. Participou do Planejamento Estratégico da Afresp, de sua idealização à implantação. Coordenou o Projeto de Reestruturação do Fundafresp. Atualmente é Diretor Financeiro, 1º Tesoureiro e Diretor de Seguros da Afresp.

CONCURSO:  2006

alexandre_lania 1º Vice-Presidente: Alexandre Lania Gonçalves – Natural de São Paulo (SP), 44 anos. Na iniciativa privada exerceu, entre 1993 e 1998, cargos de gerência em prestadoras de serviços de transporte. Em 1998 ingressou na SEFAZ/SP, lotado no PF-10 da DRT/15-Araraquara. Atualmente é membro do Conselho Deliberativo da Afresp e de sua Comissão Fiscal. Formado em Engenharia Naval pela Escola Politécnica da USP, Direito e Contabilidade pela UNIP. Especializou-se em Contabilidade e Auditoria pela FEA-USP. Cursando Maestría Internacional en Hacienda Pública, Dirección y Administración Tributaria.

CONCURSO:  1998

angela_manzoti 2º Vice-Presidente: Angela Manzoti Nahman – Natural de Ariranha (SP). Pedagoga. Ingressou na Secretaria da Fazenda/SP no concurso de 1986. Atuou na fronteira em Colômbia, na fiscalização externa em Jaboticabal e aposentou-se em Jundiaí como Assistente do Gabinete da Delegacia no ano de 2003. Na Afresp, foi 2ª Tesoureira de 2006 a 2008, e de 2009 a 2011. Em 2012, foi eleita 2ª Vice-Presidente. Ocupa a Diretoria Social, de Eventos e Cultura desde 2006. Atualmente ocupa, também, a Diretoria Administrativa.

CONCURSO:  1986

matheus_lima Secretário Geral: Matheus Henrique Lopes Pereira Lima – Natural de Ribeirão Preto (SP), 34 anos. Formado em Ciências Econômicas pela UNICAMP. Aprovado nos concursos públicos para Analista do BACEN (2006) e Agente Fiscal de Rendas da Secretaria da Fazenda (2006). Ingressou na carreira na FDT em Araraquara. De 2010 a julho de 2014 exerceu a FDT em Ribeirão Preto. Atualmente é Coordenador de equipe. Especialista em Direito Tributário pela LFG. Finaliza a pós-graduação em Gestão Empresarial pela FGV. Eleito Diretor Regional da Afresp de Ribeirão Preto em 2012. Membro do grupo redator do Planejamento Estratégico da Afresp. Tutor do curso de Auditoria Contábil Digital.

CONCURSO:  2006

jose_lobato Secretário Adjunto: José Roberto Soares Lobato – Natural de São Paulo (SP), 66 anos. Economista pela FEA-USP. Foi assistente técnico de gabinete nas Secretarias de Planejamento e de Educação do Estado de São Paulo e na Unicamp. Foi Coordenador Adjunto da Administração Tributária de 2000 a 2005. Na CAT, foi líder dos projetos de GIA Eletrônica, Gerenciamento por Diretrizes e Estudos Tributários. Participou por São Paulo do Fórum Fiscal dos Estados Brasileiros e da Reestruturação da FAZESP. Coordenou o Planejamento Estratégico da CAT e a 2ª fase do Programa de Modernização da CAT – PROFFIS. Atua na fiscalização direta de tributos, na DRTC-II-Lapa.

CONCURSO:  1986

denis_mangia 1º Tesoureiro: Denis da Cruz Mangia Maciel – Natural de São Lourenço (MG), 35 anos. Exerceu o cargo de Auditor Fiscal no Estado do Amazonas entre 2006 e 2010. Em 2010 ingressou na Secretaria da Fazenda, lotado na assistência de Núcleo Fiscal da DRT/16-Jundiaí. É Diretor Auxiliar de Eventos da Afresp (Regional Jundiaí). É formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá (MG) e mestre em Engenharia Eletrônica e Computação pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA. Atualmente finaliza o mestrado em Contabilidade e Controladoria na FEA-USP na área de Gestão Estratégica de Custos.

CONCURSO:  2009

jose_libano 2º Tesoureiro: José Carlos Libano – Natural de Ourinhos (SP), 66 anos. Formado em Administração de Empresas pela Faculdade Municipal de Ciências Econômicas e Administrativas de Osasco. Especialização em Finanças pela FGV. Atuou na área contábil da General Eletric e do Frigorífico Bordon. Trabalhou por 18 anos como Supervisor de Câmbio e Analista Financeiro na COSIPA. Em 1990 foi nomeado AFR (Secretaria da Fazenda). Assumiu as posições de Chefe de Posto Fiscal Administrativo e Assistente Fiscal. Aposentou-se em 2012. Foi Diretor Administrativo na Credifisco e Diretor Financeiro na Associação Brasileira de Amigos do Vinho (SBAV-SP).

CONCURSO:  1986

 

 

outubro 16, 2014

AFRESP 2015

para APRESENTAÇÃO

de PROGRAMAS, PROPOSTAS e INFORMAÇÕES

dos CANDIDATOS

Email de contato: editor@blogdoafr.com

Leia também:

Eleições Afresp 2012 (informações e resultados)

Amafresp compensa? (2)

Amafresp compensa?

Amafresp – Proposta para alterações

Amafresp

Bandeira branca – Bandeira única

Bandeira única Urgente

setembro 29, 2014

Atraso da PR – de quem é a culpa?

viana-sebastiaoSebastião Amaro Viana Filho

“A lei, ainda que irracional, sendo clara, tem que ser aplicada…”

Botando a boca no trombone! As regras básicas a serem prioritariamente observadas pela administração tributária, para as definições dos índices globais, específico e das metas preestabelecidas para a determinação do ICAT, utilizado para cálculo da Participação nos Resultados – PR, devida aos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo, estão definidas, em linhas gerais, no Capítulo IV da Lei Complementar 1.059, de 18 de setembro de 2008 (artigo 26 e seguintes). Destaque para a letra da lei nos dispositivos que seguem transcritos:

LC 1059 / 2008 – Art. 30 – Os indicadores globais e seus critérios de apuração e avaliação serão definidos mediante proposta do Secretário da Fazenda, por comissão de avaliação a ser constituída em decreto, integrada pelos titulares das seguintes Pastas:

I – Secretaria da Casa Civil, que presidirá a comissão;

II – Secretaria de Gestão Pública;

III – Secretaria de Economia e Planejamento.

Parágrafo único – As metas para cada indicador global da Coordenadoria da Administração Tributária serão fixadas por resolução conjunta da comissão de avaliação de que trata o “caput” deste artigo, depois de pactuadas com o Secretário da Fazenda.

Art. 31 – Cabe ao Secretário da Fazenda, no âmbito da Pasta, definir indicadores específicos e respectivas metas para cada unidade administrativa da Coordenadoria da Administração Tributária.

  • 1º -Os indicadores a que se refere o “caput” deste artigo deverão estar alinhados com os indicadores globais e respectivas metas da Coordenadoria da Administração Tributária e da Secretaria da Fazenda.
  • 2º -No âmbito da Secretaria da Fazenda, a apuração dos indicadores específicos será realizada por comissão a ser instituída por resolução do Secretário.

Parece que a Lei em comento está a fazer referência à existência de duas Comissões, sendo uma no âmbito da Secretaria da Fazenda, para apuração dos indicadores específicos, e outra, a Comissão de Avaliação, integrada pelos titulares da Casa Civil (presidente), Secretaria de Gestão Pública e Secretaria de Economia e Planejamento e poderão ser substituídos em suas ausências pelos seus respectivos Secretários Adjuntos. Da primeira não se têm notícias de sua existência e essa outra referida Comissão de Avaliação foi adequadamente constituída pelo Governador do Estado através do Decreto nº 53.519/2008. Segundo disposto nesse Decreto, para fins de determinação da Participação nos Resultados, cabe a essa Comissão por meio de resolução conjunta de seus membros, definir os indicadores globais da Coordenadoria da Administração Tributária, bem como seus critérios de apuração e avaliação, mediante proposta do Secretário da Fazenda bem como fixar as metas para esses respectivos indicadores.

Para fins de apuração e pagamento da Participação nos Resultados a avaliação prevista na LC 1059/2008 será anual, sendo facultada sua realização em períodos menores e distintos. Regulamentando essa matéria, a Resolução SF nº 56, de 23 de outubro de 2008 trouxe, até com muita riqueza de detalhes, todos os procedimentos a serem observados na avaliação, cálculo do ICAT e pagamento da Participação nos Resultados.

Observem que as metas de todos os indicadores deverão ser anuais e corresponderão ao exercício financeiro. As avaliações dos resultados obtidos deverão ser realizadas em períodos trimestrais, semestrais ou anual. O cálculo do ICAT das metas do exercício deve ser trimestral, de forma cumulativa com os trimestres anteriores, e realizados nos meses de abril, julho, outubro e, o final, em janeiro do exercício seguinte. A participação nos Resultados será paga trimestralmente até o terceiro mês seguinte ao do término do período de avaliação.

Portanto, a avaliação para fins de cálculo da Participação nos Resultados tem seus períodos definidos e deve obrigatoriamente ser efetuada ao fim de cada trimestre civil, ou seja, o ICAT de cada trimestre tem que ser definido sempre ao fim dos meses de março, junho, setembro e dezembro de cada exercício financeiro e a publicação oficial do ICAT deverá ser feita sempre até o fim dos meses de abril, julho, outubro e janeiro. O pagamento da Participação nos resultados deverá ser feito juntamente com a remuneração dos meses de competência fevereiro, maio, agosto e novembro em cada exercício financeiro.

Portanto, o pagamento da Participação nos Resultados deverá ser efetuado, obrigatoriamente, até o quinto dia útil dos meses de março, junho, setembro e dezembro de cada exercício financeiro, mas, a Lei faculta que referido pagamento possa ser feito até o final dos referidos citados meses.

Inobstante, o problema maior em relação ao descaso e os consequentes atrasos na divulgação dos índices e no pagamento da Participação nos Resultados talvez seja um mau comportamento gerencial (não recomendado) do Senhor Secretário da Casa Civil, que, por ser o presidente da Comissão de Avaliação, esteja sobrepondo-se às determinações do Senhor Secretário da Fazenda.

Todos os Secretários de Estado envolvidos politicamente com os procedimentos administrativos de apuração da Participação nos Resultados precisam saber que na administração pública, quando as decisões passam por diversas pastas de cunho comprovadamente político, as soluções processuais começam a emperrar-se e deixam de ter celeridade nos seus trâmites legais porque passam a ser de interesse político e talvez por essas e outras razões os processos de cálculo do ICAT e pagamento da Participação nos Resultados esteja sendo atrasado por conveniência própria dos senhores Secretários das pastas envolvidas no processo de avaliação, cálculo e divulgação do ICAT.

Não se pode admitir a continuidade desse procedimento comportamental de conveniência política, porque isso é uma falta de respeito para com os Agentes Fiscais de Rendas. Urge que seja tomada alguma providência administrativa sobre esse grupo político que tem interesses próprios em atravancar o andamento de processos referente ao cálculo e pagamento da Participação nos Resultados, que já faz parte integrante da remuneração dos Agentes Fiscais de Rendas.

Em matéria de salários ou remunerações ou qualquer outra parcela remuneratória que, de alguma forma, haja sido pela habitualidade, conceituada como parcela integrante das remunerações ou do patrimônio dos servidores públicos, há que haver uma administração saudável, despida do manto político e revestida das ações próprias da dignidade humana, dentro dos princípios da solidariedade, hombridade e respeito ao cidadão.

Agora venhamos e convenhamos. Porque a Comissão de Avaliação tem que ser presidida pelo Secretário da Casa Civil, que é pessoa desconhecida e desinteressada nos meios tributários? Alguma coisa tem que ser feita para reverter essa situação, porque tudo que diz respeito aos Agentes Fiscais de Rendas deve (ou pelo menos deveria) ser administrado e solucionado no âmbito da Secretaria da Fazenda. Além disso, nada justifica a existência de uma Comissão de Avaliação formada por Secretários responsáveis por outras pastas, porque são homens voltados para as políticas partidárias sob a batuta do senhor Governador do Estado, que não dá a mínima para os Agentes Fiscais de Rendas. Ah!!!… e nosso SINAFRESP! – vai bem, obrigado.

E, para não sair da rotina, estamos vivenciando mais um atraso na determinação e divulgação do ICAT e, consequentemente, no pagamento da Participação nos Resultados referente ao segundo trimestre civil desse ano corrente de 2014 e sabe Deus quantos atrasos mais daqui em diante teremos que suportar?

Nessa análise “com a boca no trombone”, confesso que fico com rugas na testa, rubor facial e tudo o mais e, por vezes, sinto também um relativo dissabor em meus pensamentos repletos de indagações sem respostas, ao observar que tudo que diz respeito ao cálculo e pagamento da Participação nos Resultados se sujeitam por determinação legal, ao manto político partidário sob a batuta do Senhor Governador do Estado na iniciativa imediata do Ilustre Secretário da Fazenda. Mas tudo está a indicar que as responsabilidades do senhor Secretário da Fazenda não saíram das letras mortas da lei, pois quem está a mandar e a decidir são os Secretários da Casa Civil, da Gestão Pública e Planejamento.

Com efeito, cabe ao senhor Secretário da Fazenda a maior responsabilidade pelas iniciativas principais visando fazer cumprir as letras da lei de regência dessa matéria, mas parece que isso não tem sido feito (ou não está sendo feito) talvez por descaso ou por falta de vontade ou até mesmo por desobediência aos princípios da moralidade e fidelidade para com seus subordinados ou, quem sabe, pelo fato de a Comissão de Avaliação ser presidida pelo Secretário da Casa Civil.

Finalmente, fazendo-se uma retrospectiva, tendo em mente uma visão mais adequada da atual conjuntura sobre as justificativas polêmicas do tipo “conversa pra boi dormir”, é forçoso recordar-se dos acontecimentos não muito distante de um passado bem recente, em que houve atraso de cerca de dois meses nos cálculos e pagamento da Participação nos Resultados. – Observem que todas essas notícias estão revestidas de cunho político… é só conversa pra boi dormir…

Mas, leiam (adiante) e recordem dessas notícias divulgadas, na época, no sitio do nosso SINAFRESP (que cumpriu seu papel na informação). Tirem suas conclusões.

Senhores Secretários!

Lex quanvis irrationabilis, dummodo sit clara… A lei, ainda que irracional, sendo clara, tem que ser aplicada… e tenho dito!

Sebastião Viana
Marília – SP
26/09/2014

– Mais um passo definido sobre a PR – Nesta tarde (24/07), o Sinafresp obteve, por meio da assessoria do vereador Gilson Barreto (PSDB), a informação de que finalmente houve definição das metas da PR. A proposta original da Fazenda foi aceita pelo comitê intersecretarial. A Fazenda aguarda, agora, a publicação no Diário Oficial para providenciar o pagamento.

– REUNIÃO – Diretores tratam de PR com o secretário de Gestão Pública – Encontro realizado hoje abordou também casos pontuais de colegas AFRs quanto à legislação.

– A diretoria do Sinafresp esteve na manhã de hoje (24/07) na Secretaria de Gestão Pública. A presidente, Miriam Arado, tratou da questão da PR com o secretário de Gestão Pública, Waldemir Caputo. Ela expôs ao secretário sua preocupação com as dificuldades que a legislação complexa da PR impõe. O secretário mostrou-se espantado com a demora no pagamento, uma vez que o processo saiu daquela Secretaria em 5 de junho. Caputo ligou imediatamente para o secretário adjunto da Sefaz, Philippe Duchateau, mas não conseguiu falar com ele. Disse, no entanto, que irá descobrir quem está segurando o processo e vai pressionar para que o libere logo. Continuaremos em contato, inclusive para buscarmos juntos maneiras de evitar atrasos nas próximas vezes.

Além deste assunto, os diretores do Sinafresp – Miriam foi acompanhada do vice-presidente, Igor Lucato; do advogado da entidade, Cristian David; e do 1º tesoureiro da Afresp, Rodrigo Keidel Spada – tinham a necessidade de resolver um problema de aplicação da lei na Secretaria da Fazenda, o que foi tratado com o secretário e com a coordenadora da Unidade Central de Recursos Humanos (UCRH) da Secretaria, Ivani Maria Bassotti. Caputo interessou-se em ajudar na solução do problema e Ivani comprometeu-se a analisar a legislação. Se for possível, orientará a aplicação da lei pela Secretaria da Fazenda. Se não for possível, indicará qual alteração será necessária. Os diretores do Sinafresp e o secretário de Gestão Pública decidiram marcar outras reuniões para continuarem discutindo o tema.

-AVANÇOS – Sinafresp recebe ligação de secretário sobre a PR – Os diretores do Sinafresp receberam a ligação, agora à tarde (25/07), do secretário de Gestão Pública, Waldemir Caputo, a respeito da PR. Ele informou que, apesar de ter havido alteração do indicador de receita tributária da PR depois de o processo ter passado por sua Secretaria, ele vai referendar a alteração, para não atrasar ainda mais o pagamento. Caputo já informou à Casa Civil sobre essa questão e pediu para que a publicação seja feita o mais rápido possível.

– MAIS PR – Sinafresp busca explicações sobre a PR no Palácio dos Bandeirantes – Na manhã de hoje (25/07), a presidente e o vice-presidente do Sinafresp, Miriam Arado e Igor Lucato, estiveram no Palácio dos Bandeirantes para tratar da PR. Eles foram recebidos por um dos assessores diretos do governador Geraldo Alckmin, que explicou os motivos do atraso no pagamento e garantiu que o índice será publicado na semana que vem.

Segundo o assessor, a demora no andamento do processo se deu na Secretaria do Planejamento, por dois motivos. O primeiro por conta de estarmos em ano eleitoral e haver prazo limite até 4 de julho para que fossem concedidos os aumentos para as diversas categorias do funcionalismo público estadual. Portanto, esta questão foi a prioridade do governo.

O segundo motivo foi que, assim que começaram a analisar o processo de definição das metas (após 4 de julho), notaram uma alteração em um dos índices. Então, houve algumas reuniões com o secretário adjunto da Sefaz, Philippe Duchateau, até que se chegasse a um acordo. E, na Casa Civil, houve mudança do secretário e do funcionário responsável pelo assunto. Agora, está sendo finalizada a redação que reflete corretamente o indicador decidido. Por isso tudo a publicação está tão atrasada, mas deverá ser feita, finalmente, no início da semana que vem.

– METAS – Informações sobre a data de pagamento da PR – Resolução conjunta entre as Secretarias, com a definição das metas, foi publicada hoje (30/07) no DO. Foi publicada hoje (30/07), no Diário Oficial do Estado, a resolução conjunta entre as Secretarias da Casa Civil, de Planejamento e de Gestão Pública que dispõe sobre a definição e a fixação dos critérios de apuração e avaliação de indicadores globais da CAT para fins de pagamento da PR aos AFRs. O próximo passo é a publicação do ICAT. Segundo informações obtidas pelo Sinafresp junto às Secretarias envolvidas, a PR deverá ser paga cerca de dois dias úteis após o salário. Assim que obtivermos mais detalhes a respeito, voltaremos a informar nossos filiados.

– Saiu o ICAT – Índice para pagamento da PR foi publicado hoje (01/08) no DO – Foi publicado hoje (01/08) o Índice de Cumprimento das Metas (ICAT) no Diário Oficial do Estado, no percentual de 90%. O Sinafresp foi informado pela Sefaz de que o pagamento da PR deverá ser feito, excepcionalmente, no dia 7, mesma data do pagamento dos servidores ativos.

Com relação aos aposentados e pensionistas, a assessoria do presidente da SPPrev nos informou de que o pagamento já está provisionado para o dia 12, mas que vão tentar adiantar essa data.

savianafilho@gmail.com

ARTIGOS de SEBASTIÃO AMARO VIANA Fº

*Agente Fiscal de Rendas (SP) aposentado desde 2009. É bacharel em Ciências Contábeis, foi Consultor fiscal e tributário na COAD –Contadores e Advogados – Revista Fiscal. Em 1988, ingressou na carreira, no PFF-Florínea, logo depois atuou em Marília. Foi Corregedor Fiscal na CORCAT.

setembro 1, 2013

AGO aprova contas da AFRESP

teo.seminariog3Teo Franco

Devido aos rumores que circularam nos últimos dias a Assembleia, para aprovação de contas, atraiu a presença maciça de associados

Após diversos pronunciamentos reforçando a confiança na Diretoria Executiva os presentes aprovaram o primeiro item da pauta, que era a prestação de contas do exercício 2012, anulando qualquer dúvida difundida largamente nos últimos dias por agentes do “quanto pior melhor”, que, na busca pelo poder a qualquer preço, joga-se um “vale tudo” para a platéia.

Em seguida foram prestados os esclarecimentos, solicitados, pelo diretor financeiro Rodrigo Keidel Spada, o qual fez sua apresentação, com clareza e competência, frisando:

Como sabemos, a melhor forma de conseguir uma informação fidedigna é buscando diretamente na fonte. Não hesite, sempre, será um prazer atende-los.”

O presidente Teruo Massita ressaltou:

A transparência dos atos da Diretoria Executiva, faz parte do rol dos Fatores Críticos de Sucesso definidos, e muito bem discutidos, na elaboração do Planejamento Estratégico da associação. 

Os associados, que prestigiaram o evento, demonstraram-se satisfeitos com o desempenho da atual administração da AFRESP, a qual saiu mais forte, afastando de vez aqueles que pretendiam dar um golpe na credibilidade do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Diretoria Executiva.

Ao final, ficou a lição: O mais importante é que, unidos, todos continuemos a cooperar para uma associação cada vez melhor, sempre em defesa do bem estar de todos os associados, em lugar da disseminação de bravatas e induções precipitadas, que só contaminam o legítimo processo de prestação anual de contas de nossa entidade.

Felizmente prevaleceu o bom senso. Venceu a maturidade. Ganhou a AFRESP e todos que acreditaram na seriedade do trabalho responsável.

Leia também:

AGO da AFRESP (requer senha)

Turma do Apito – Boataria em Rio Preto

AGE da AFRESP (requer senha)

Boicote ao diálogo

outubro 24, 2011

Chapas concorrentes

PERFIL DOS CANDIDATOS

CHAPA “AFRESP PARA TODOS”          –          CHAPA “RESPONSABILIDADE PELO FUTURO”

OUTRAS INFORMAÇÕES

(colaboração de Alcides Gimenes) 

NOME

NOMEAÇÃO

APOSENTADORIA

CHAPA 1 “RESPONSABILIDADE PELO FUTURO”

TERUO MASSITA

23.04.83

 

OMAR ROLDÃO DE MOURA

02.08.90

 

ANGELA MANZOTI NAHMAN

03.05.90

10.12.03

HILDEBRANDO DJALMA PIRAGINE

24.02.65

15.09.07

RODRIGO KEIDEL SPADA

27.06.06

 

LUIZ CARLOS TOLOI JUNIOR

19.08.88

 

ANTERO RODRIGUES MARTINS

20.09.86

 

CHAPA 2 “AFRESP PARA TODOS”

RENATO CIALFI ABBONDANZA

24.06.02

 

SEBASTIÃO MENDONÇA RIBEIRO

10.01.90

 

WALDOMIRO GERALDO

29.06.90

10.12.03

CLAUDIO FAMBRINI DE MORAES

03.07.87

08.05.03

ELIZABETH FERREIRA

23.01.98

 

PEDRO DE OLIVEIRA ABRAHÃO

23.01.98

 

HAMILTON COIMBRA DE CARVALHO

24.06.02

 

 

CHAPA 1 RESPONSABILIDADE PELO FUTURO – DIRETORIA DESIGNADA

ALDO GENTILE

03.01.69

06.3.99

BENEDITO FRANCO DA SILVEIRA FILHO

06.03.47

?

CEZAR JOSÉ DÁVOGLIO

28.04.88

 

AMÉRICO CASTAGNA NETO

23.04.83

31.12.08

CARLOS HAGE CHAIM

28.04.88

 

ANTONIA EMILIA PIRES SACARRÃO

08.05.82

14.02.09

ARTHUR ANTONIO CHAGAS PISANI

13.05.64

17.10.92

JOSÉ PUCCI CUAN

19.08.76

16.12.08

 

 

 

CHAPA 2 AFRESP PARA TODOS – DIRETORIA DESIGNADA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-x

CHAPA 1 RESPONSABILIDADE PELO FUTURO – DIRETORIA DESIGNADA   ALDO GENTILE 03.01.69 BENEDITO FRANCO DA SILVEIRA FILHO 06.03.47 CEZAR JOSÉ DÁVOGLIO 28.04.88 AMÉRICO CASTAGNA NETO 23.04.83 CARLOS HAGE CHAIM 28.04.88 ANTONIA EMILIA PIRES SACARRÃO 08.05.82 ARTHUR ANTONIO CHAGAS PISANI 13.05.64 JOSÉ PUCCI CUAN 19.08.76     CHAPA 2 AFRESP PARA TODOS – DIRETORIA DESIGNADA