O bonde dos imbecis

Edison Farah

AspasA27 de maio de 2016

Brasil hodierno.
Exatamente isso. IMBECIS E CELERADOS!
É revoltante, e a continuar essa permissividade insana com a animalidade, com esta sublevação dos costumes e do senso comum natural, que começa com a tolerância a comportamentos anti-sociais aparentemente inofensivos, como as pichações selvagens elevadas a “expressões artísticas” dos menos favorecidos, estaremos caminhando inexoravelmente para a barbárie nesta terra.
Aliás, pelo que constatamos no dia a dia nas páginas policiais, nos sórdidos programas das TVs, em todo o  proselitismo midiático que promove diuturnamente a depravação dos costumes, na deseducação cívica permanente das massas pelo circo de horrores que é o Congresso Nacional, já vivemos a barbárie há muito tempo.
Por quem os sinos dobram?
Dobram por nós, brasileiros…AspasF

Um estupro coletivo…  da sociedade, como corolário da nossa rotineira barbárie cultural

Por Antonio Fernando Pinheiro Pedro

Uma adolescente foi estuprada e barbarizada por trinta vermes com aparência humana. Desprovidos de parâmetros morais, um deles filmou a ação criminosa e postou a monstruosidade nas redes sociais.
Vaidade, obviamente estimulada pela sensação de impunidade.
Tudo indica que “o rolo” começou no “pancadão”… e terminou numa área denominada “abatedouro” – corolário sexual dos pancadões naquela comunidade.
Foi mais um “bonde” dos imbecis…dos “caras da comunidade”, dos “manos”, dos “fodões”…dos tachados como “expressão cultural dos excluídos”, “vítimas da sociedade”, povo da “vidaloka”… com uma “mina”, ao que tudo indica “escolada”,  cuja “culpa” era ser…uma garota só… uma “desmiolada”, “corrompida pelo tráfico”, uma “vadia da facção”…

São vários os culpados nesse crime hediondo, a começar pelos excrementos em forma humana que abusaram da menina. Sim, menina, porque notória e sabidamente menor de idade.

Pouco importa a vida sexual da garota. A forma como ela foi exposta, e como foi propagado “o lance” – em uma mistura degradante de escatologia com menor, bandidagem, ostentação de armas de fogo, drogas, etc, já tipifica um cenário fabuloso de tipos penais, como estupro,  atentado violento ao pudor, porte ilegal de arma, ostentação de arma de fogo, exposição da menor a situação degradante (e de sua imagem em rede social), tráfico e consumo de droga, apologia criminosa… etc.

Nada diferente do que, no varejo, já ocorre na cultura do estupro social à qual já se encontra submetida a camada de cidadãos residente nas chamadas “comunidades” do Rio de Janeiro, “ocupadas” militarmente – como um território inimigo – pelo Estado e, de fato, administradas pelo crime organizado.

Portanto, cúmplices da ação criminosa são os promotores da “expressão cultural” que originou o caminho do “pancadão” ao “matadouro”: os “bailes funk” – um festival sexista, de degradação da figura da mulher, reduzida no “pancadão” a uma cloaca de orifícios e protuberâncias balançantes, disponíveis para usufruto de imbecis paramentados como bandidos e bandidos paramentados como imbecis.  Um “bonde” de machismo, misoginia e desprezo com verso, dança e ritmo…

Cúmplice é o governo do Rio de Janeiro e seus “promotores culturais”, que elevaram essa degradação ostensiva à categoria de “patrimônio cultural do Estado”.

Cúmplices somos todos nós, que toleramos fábricas de degradação humana em nosso meio social. Que não segregamos de nosso meio social, político e cultural, esse nojo liberticida e seus admiradores – hipócritas e cínicos “politicamente corretos” – gente que criminaliza como preconceito qualquer chamado à moralidade e prestigia a desagregação do tecido social, como “reação cultural à ética burguesa”…

“Intendemos”?…

Esse lixo em forma de “cultura” é o lixo que estupra, trafica, rouba e mata. Pretexto para o tráfico de drogas, o tráfico de mulheres,a corrupção de menores, à luz do dia e da noite. Fenômeno criminológico combatido em toda parte do mundo, mas festejado no Brasil.

Executado a céu aberto,  esse lixo expõe comunidades e periferias urbanas, à violência desagregadora. Um criminoso equívoco que nega inclusão cultural e discrimina a pobreza.

Esse homicídio “libertário” da razão, não só é tolerado, como protegido por autoridades desprovidas de moral, defensores dos “direitos dos manos”, agentes “culturais”  e ideólogos esquerdistas – uma gente doente, apologista do rancor social e da iconoclastia auto destrutiva…
Bananas assassinos, encastelados no Poder, são tão ordinários na sua pusilanimidade, como indulgentes para com esteriótipos e preconceitos adotados pela mídia irresponsável, contaminada pelo lixo cultural. Agem todos, como se gente pobre merecesse viver na miséria cultural, banhada em excrementos da bandidagem – única forma de expressão social de “proletários, pretos, pobres e putas”…

Entre os “cúmplices” liberticidas, também se encontram os guardiões acadêmicos do “politicamente correto”, militantes das minorias que “querem chocar a burguesia”, militontos deslumbrados da “cultura alternativa” ( recomendada por eles para os que não têm nenhuma alternativa).

Crianças no “Pancadão”. A cultura do estupro e da degradação
aplicada cedo, com as “bençãos” dos imbecis, do Estado e do tráfico…

Não se tenha dúvida. Aqueles que incentivam a “cultura marginal”, elaboram teses em congressos de Direitos Humanos, denunciam preconceitos de todo tipo (estimulando outros tantos); que elogiam a bandidagem como ação revolucionária… com certeza, estarão presentes nos desagravos à vítima, representando a “causa feminina”… a “defesa do gênero”, o “combate à sociedade machista”, condenando o “feminicídio” tentado…
Há, também, os próceres da dissimulação estatística, sempre prontos a transformar fatos em hipocrisia matemática… principalmente para a mídia.
Que a polícia cumpra seu papel e o judiciário puna exemplarmente (se os bandidos das facções criminosas não o fizerem antes). É o mínimo que se espera do Estado.
Mas… que também façamos nossa parte, extirpando todo esse lixo cultural de nossa sociedade.

farah.edison@gmail.com

PERFIL e ARTIGOS de EDISON FARAH

NOTA: O BLOG do AFR é um foro de debates. Não tem opinião oficial ou oficiosa sobre qualquer tema em foco.
Artigos e comentários aqui publicados são de inteira responsabilidade de seus autores.

Tags:

PARTICIPE, deixando sua opinião sobre o post:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: