Alckmin suspende bônus aos professores

Essa será a primeira vez que a bonificação não será paga desde que foi criada, em 2008

Depois do anúncio, semana passada, por parte da Secretaria da Educação, de que “iria cumprir o cronograma até a data limite de 31 de março”, o governo anunciou que não vai pagar o bônus anual por desempenho a professores e funcionários da rede estadual de ensino. Em função da crise econômica, o governo quer reverter a bonificação em reajuste para os 300 mil servidores da educação e 100 mil aposentados. É a primeira vez que a bonificação não será paga desde que foi criada, em 2008.

jornalagorapr

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, o valor do reajuste ainda não foi definido. Mas, aos sindicatos da categoria, foi apresentada nesta segunda-feira, 28, a proposta de reajuste de 2,5% a ser pago em abril. No ano passado, mesmo após a maior greve da história da categoria – com 90 dias de paralisação -, o governo do Estado não deu nenhum reajuste aos professores. Maria Izabel Noronha, presidente da Apeoesp, principal sindicato da categoria, declarou:

É um absurdo que nos ofereçam uma proposta de reajuste de 2,5%, quando temos uma inflação acumulada nesse período de 16,5%. É humilhante para os professores uma proposta como essa. Para nós, o razoável seria repor as nossas perdas salariais do período”

No ano passado, 232 mil servidores da educação receberam um total de R$ 1 bilhão em bônus, a maior bonificação da história paga pelo governo. O montante foi pago em duas vezes. Rosângela Chede, do Sindicato dos Supervisores de Ensino do Magistério Oficial no Estado de São Paulo (Apase), critica a suspensão do bônus e a falta.

Fonte: Agência Estado

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2 Comentários to “Alckmin suspende bônus aos professores”

  1. Haddad concede reajuste salarial de 7,6% para professores e evita greve

    09/03/2016

    A Prefeitura de São Paulo concedeu nesta quarta-feira (9) reajuste de 7,57% no piso salarial dos professores da rede municipal. A proposta foi aceita pela categoria, que decidiu não seguir com a greve que havia sido iniciada nesta quarta.

    O piso vai subir de R$ 3.300 para R$ 3.550 em 2016. A referência é para servidores com jornada de trabalho de 40 horas.

    Além do novo salário-base, o Sinpeem, principal sindicato da categoria, exigia antecipação de reajustes previstos para serem incorporados entre maio deste ano e maio de 2018. A gestão Fernando Haddad (PT) não aceitou as antecipações, oferecendo a alta no piso. O reajuste de 7,57% será pago em duas parcelas ainda neste ano.

    A primeira parcela, de 3,85%, será paga em maio, data-base do funcionalismo. Em agosto, a prefeitura pagará a segunda parte, de 3,6%.

    Com as quatro incorporações já previstas, o piso salarial dos professores municipais terá alta de 29,65% até 2018. “Estamos conseguindo o aumento do piso. Foi importante a mobilização nesse cenário de crise econômica”, afirmou o presidente do Sinpeem, Claudio Fonseca.

    Reunidos em assembleia na frente da sede da prefeitura, no centro, os professores decidiram por volta das 18 horas encerrar o movimento grevista e aceitar a proposta do governo. O sindicato já havia puxado outras duas manifestações neste ano. Na última, ocorrida na última sexta (4), a categoria havia decidido pelo início da greve nesta quarta.

    O reajuste depende de aprovação da Câmara municipal. O reajuste fica abaixo da inflação oficial (IPCA), de 10,3%.

    Além da alta do piso, a gestão Haddad ainda se comprometeu a antecipar para junho 50% dos valores de um bônus pago aos servidores, o PDE (Prêmio de Desenvolvimento da Educação). A bonificação chega a pagar R$ 2.600 no ano.

    A prefeitura ainda se comprometeu a não alterar o sistema previdenciário dos servidores da educação este ano. O tema deve ser discutido ao longo do ano.

    HISTÓRICO

    A última paralisação na rede ocorreu no primeiro semestre de 2014. Após 41 dias de greve, o governo concedeu reajuste de 15,38%, dividido em três parcelas. A primeira, de 5,54%, foi paga naquele ano e as outras duas ficaram para este ano: 3,74% a ser pago em maio e 5,39%, em novembro.

    No ano passado, um novo reajuste de 10% teve a incorporação ao salário divida. A primeira parte, de 5%, está prevista para maio de 2017 e o restante, de 4,76%, para maio de 2018.

    É a antecipação desses porcentuais que o Sinpeem exigia. Pela negociação com a prefeitura, essa programação será mantida. As incorporações atingem servidores ativos e aposentados.

    FONTE: Folha de S.Paulo

  2. 1-Este indivíduo que desgoverna São Paulo há tantos anos, e destrói todo o estamento publico paulista, só o faz porque somos um bando de covardes, pois fôssemos gente com alguma com alguma dignidade já teríamos apeado essa escória dos palácios paulistas.
    2-Téo, não se iluda com a demagogia deste Haddad, que é pior e mais perigoso que o Lula, porque é intelectual.
    Esse aumentozinho para os professores municipais é como as mortadelas e os 30 reais dados aos miseráveis irem às ruas defender a quadrilha petista. …..
    São todos canalhas rematados.
    Como diz o Zé Simão, não tem virgem na zona.
    Pobre Brasil…
    Por quem os sinos dobram?
    Dobram por vós, brasileiros.

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