Reajuste de 27,9% para carreira de Estado

Acréscimo de 6,6% é resultado da pressão das carreiras de Estado

Em meio ao troca-troca de ministros na equipe econômica da presidente Dilma Rousseff, a Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento (SRT), sorrateiramente, convocou para negociação de reajuste salarial as carreiras típicas de Estado e deu um presente de Natal à elite: elevou o percentual de aumento de 21,3%, anunciado em agosto ao conjunto do funcionalismo, para 27,9%, em quatro parcelas até 2019. A primeira permanece em 5,5% e entrará nos contracheques em agosto de 2016 – já prevista na Lei Orçamentária Anual (PLOA). As restantes serão definidas na segunda-feira, quando a SRT enviará um comunicado oficial com os detalhes. O prazo final para a assinatura dos acordos é quarta-feira (23).

O acréscimo de quase sete pontos percentuais (6,6) é resultado da pressão das carreiras de Estado, depois que o governo abriu os cofres do Tesouro e concedeu aos advogados federais, entre outros benefícios, os honorários de sucumbência (verba recebida pela parte que vence a ação) de cerca de R$ 3 mil mensais, em 2016. Em seguida, os auditores da Receita também foram contemplados com um bônus semelhante. As que ficaram de fora exigiram uma compensação na tentativa de evitar desequilíbrios salariais. As lideranças sindicais estão, ainda, preocupadas com a reação dos que já aceitaram – carreirão e agências reguladoras – menor percentual. s […] Saiba mais

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One Comment to “Reajuste de 27,9% para carreira de Estado”

  1. Sobra aumentos salariais do funcionalismo público poderia ficar escrevendo até ao Natal de 2.016 sobre os motivos que nos levam a adotar o Salário Mínimo como referência para estabelecer ou reajustar salários. A gritaria será geral, mas pela certa que não serão os funcionários públicos ou privados reclamando. Reclamarão todos aqueles que têm péssima formação moral e padecem de honestidade. Começaria por indagar, é justo que a Presidente da República ou um ministro de estado ganhem menos que um juiz de 1ª estância? É justo que deputados federais reajustem seus salários sem consentimento de quem os elegeu? Esses mesmos deputados que aprovam o Salário Mínimo em oitocentos e poucos Reais, mas reajustam seus salários que são de quase três dezenas de milhar de Reais, têm moral para tratar de salários deles mesmos ou dos restantes cidadãos? E os aposentados? A melhor solução seria uma revisão salarial nacional porque no meio desta questão, tem muito ladrão roubando descaradamente o Estado! Nas administrações municipais da grande maioria dos municípios reina a imoral bandalheira!

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