No apagar das luzes, fundar uma Federação

Direção do Sinafresp, com menos de 60 dias para o fim do mandato, quer organizar entidade nacional com apenas três Estados, para competir com Fenafisco

dou19102015

Fonte: Diário Oficial da União

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7 Comentários to “No apagar das luzes, fundar uma Federação”

  1. Este não é tema para criar na correria.

    Antes de se criar uma fundação (e lideranças buscarem conquistar cadeiras) é preciso promover aproximação harmônica entre os fiscos.

    Por exemplo, diálogos sobre a PEC186.

    Precisamos desenvolver isso juntos, sem atropelos que podem semear impasses ou rupturas futuras.

    No Sindifisco Nacional estamos aguardando o resultado de eleições nacionais, a expectativa é grande.

    Aguardemos!

  2. Como sempre disse, a vaidade e os interesses pessoais dessas falsas lideranças, que na verdade são pelegas, que usam sindicatos para alavancagem de ridículas e falsas carreiras na linha da politicagem rastaquera que caracteriza o Brasil, criam e criam entidades e mais entidades, dividindo loucamente a tão precária força do funcionalismo, fazendo assim, sem máscaras, claramente, o jogo dos desgovernos desta infelicitada republiqueta, para enfraquecer o funcionário público cada vez mais.
    Me dá nojo, definitivamente, essa gente toda!

  3. A criação de nova entidade federal representativa dos servidores públicos ou que tenha o objetivo de congregar outras entidades, como sindicatos e associações de nível estadual, somente vai fazer minguar cada vez mais a união entre os servidores públicos em todas as esferas de governo. Já temos muitas entidades espalhadas por esse Brasil afora. O momento é de unir forças com as entidades já existentes e não de se criar mais entidades dessa ordem. Isso não vai levar a lugar nenhum e não vai servir nem para satisfazer o ego político dos seus fundadores. Contentem-se com a fenafisco e febrafit, que também pouca coisa têm feito em busca dos objetivos classistas.

  4. Quanto mais entidades houver, mais cindido ficará o Fisco brasileiro, menos força terá.
    Sobretudo quando uma nova federação é fundada com APENAS TRÊS entidades…
    E visto que em SP a base não foi ouvida, e que a fundação da nova entidade está ocorrendo no estertor de uma gestão sindical, reduz-se quando muito a duas as entidades efetivamente representativas. Se é que as bases dessas outras duas entidades foram de fato ouvidas…

  5. Tema para a nova diretoria e Conselho ouvida a classe em AGE especifica. A quem interessa a correria?

  6. A polêmica e patética manipulação de fundar, intempestivamente, nova Fundação Nacional, me fez lembrar de outra situação semelhante, que culminou no mesmo problema: falta de diálogo e de respeito pelos legítimos “donos” do Sinafresp, seus filiados.

    Quem não se lembra Episódio FuBá (batizado à época de “Espelhinhos“)? A atual suprema mandatária sindical, em campanha eleitoral (2012) manifestou-se no pioneiro grupo de debates da classe, Yahoo AFR-Paulista:

    “Senhores,

    Alguns amigos me chamaram a atenção para algumas das manifestações que estão ocorrendo neste fórum e decidi trazer algumas informações, a título de esclarecimento e para a reflexão de quem estiver interessado numa análise mais próxima da realidade:
    […]

    3. Sobre a questão atual da FuBá:

    3.1. Quando o assunto/proposta foi apresentado pelo presidente do Sindicato, não ficou claro, nem para o restante da diretoria e nem para o conselho, se aquilo era proposta mesmo e o que é que, de fato, era exigido em TROCA.

    3.2. Em minha opinião, errou o presidente, ao não esclarecer devidamente o assunto e em não convocar uma AGE; errei eu por ser diretora e não ter insistido na convocação da AGE e errou o conselho pelo mesmo motivo. Porém, também erraram aqueles que queriam a Age e também NÃO a convocaram conforme autoriza o Estatuto. Isso tudo eu declarei numa reunião com colegas da DI e do DTI. Mas é passado! O erro já foi cometido.

    3.3. Ninguém que eu conheça fez qualquer manifestação em favor da manutenção das FuBás.
    […]

    Abraços
    Miriam Arado”

    https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/afrpaulista/conversations/messages/43579

    Como temos visto, por vezes, dirigentes sindicais que tanto reclamam de de falta de diálogo e incompreensão por parte do governo e alta administração são aqueles que reproduzem o mesmo comportamento fazendo a tutela dos filiados do Sinafresp. Alguns sustentam que houve “Consulta às Bases”. Até onde eu sei, não existe “Consulta à classe em Reunião de Base” para temas relevantes. Se fosse assim, não precisava ter feito da última AGEr (convocada às pressas, também, diga-se de passagem) que demandava prazo de suspensão das mobilizações. Em paralelo, num condomínio residencial se decidiria as demandas nos corredores e não em reunião específica. Reunião de base não tem Edital, prazo de convocação, nem lista de presença. Por isso tanta dúvida e confusão. Com AGE fica tudo registrado, e mesmo assim, quando a direção quer, ainda assim, consegue manipular, como já vimos, até na contagem de votos para eleger o presidente da mesa. https://blogdoafr.com/2014/05/05/a-age-que-seria-parlamentar-foi-pra-lamentar/

    ===================================

    Mais informações sobre o Episódio FuBá:

    Mesmo sem consulta à categoria, por meio de AGE, sindicato rejeita proposta feita pela SeFaz

    Veja o trecho da notícia do Jornal “Sinafresp em Ação” nº 72, pág. 4:

    “Sobre a extinção das Funções Básicas, o Coordenador da Administração Tributária informou que continua existindo a disposição da Administração de tomar essa medida. Disse que essa extinção é importante até para a própria Administração, pois a função básica causa problemas na gestão. Uma vez que a proposta original do governo foi recusada pela categoria (sic) e o secretário não acolheu a sugestão inicial do Sinafresp de somar à proposta um apoio do governo ao PLO com a correção monetária deste ano, foram discutidas outras hipóteses de acordo para buscar um meio-termo que possa ser aceito pela categoria e pelo gabinete” […] Leia mais na pág. 4 do Informativo

    Diante de muitos protestos, se utilizou muito malabarismo textual para explicar a negativa. Agora, o sindicato assume a postura de recusa da proposta, sustentando a sua decisão em consulta informal (sic) à Base de filiados. Chegamos até a ouvir:

    “Os incomodados que convoquem uma AGE através de Abaixo Assinado”

    https://blogdoafr.com/2011/12/12/sindicato-recusa-proposta-de-extincao-da-fuba/

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