Alckmin ameaça bônus de defensores paulistas

Folha Poder

por Natuza Nery

Na carne O governo Alckmin foi à Justiça para acabar com o pagamento de gratificações aos defensores públicos do Estado. O benefício vem sendo concedido a quem exerce “atividade de especial dificuldade”.

Ilegal – A Procuradoria-Geral do Estado ingressou com a ação depois que o Tribunal de Contas estadual apontou o pagamento como irregular, alegando que seria para “driblar a regra do teto remuneratório da carreira”. A Defensoria diz que age dentro da lei […] Saiba mais

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3 Comentários to “Alckmin ameaça bônus de defensores paulistas”

  1. Fiquei surpreso em saber que a defensoria pública, criada recentemente, subiu na escala de remuneração tal qual sobe no espaço um cometa azul em noite de lua cristalina. Daí, eu pergunto, se é uma categoria tão valorizada, porque os processos, principalmente de pequenas causas em que os menos favorecidos pleiteiam seus direitos, ficam dormindo em berço esplêndido nos corredores dos tribunais do Estado de São Paulo. Será que essa categoria ganha ótimo salário sem apresentar um trabalho razoavelmente satisfatório dentro das metas que lhes foram impostas? ou não têm metas a cumprir.

  2. Caro Sebastião, a resposta é simples, Defensores tem direito aquilo que os Auditores da Receita Federal do Brasil, AFRs e outras carreiras sonham. Autonomia financeira e orçamentária.

    Não há relação com produtividade ou entrega à sociedade. Mas é sim um jogo de poder onde o corporativismo impera em detrimento do interesse coletivo.

    Por isso sou contra a essa enxurrada de emendas à Constituição que usam argumentos falaciosos de que a “liberdade” da burocracia dos políticos vem para “salvar o Brasil”. E que para isso basta aprovar uma emendinha constitucional que carimba X% do orçamento que todos os problemas de determinada estrutura pública se encerrarão.

    Autonomia em relação a políticos? Políticos são eleitos, burocratas não. Se políticos estão atuando de forma insatisfatória, que se elejam outros, ou se reforme o processo eleitoral. O que não deve ser feito é criar “nobrezas” no funcionalismo que estão mais preocupadas com a viagem a Miami no fim do ano do que com os problemas da população.

    Por isso digo, mais perigoso do que o “conchavo” político são os conchavos dos “bureaus”, porque esses ao longo prazo tendem a virar ditaduras. Basta olhar os Tribunais de Justiça Brasil a fora.

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