Archive for novembro 1st, 2015

novembro 1, 2015

[Sinafresp] Momento de mudanças!

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Teo Franco

É hora de alterar a tática de jogo ou
continuar na lanterna da tabela do subteto dos Estados

Tenho acompanhado os informes das chapas concorrentes, bem como os comentários de vários colegas, tanto pessoalmente como pelas mídias sociais. Importante ressaltar a qualidade e competência das duas equipes candidatas para desempenhar o papel de representação sindical.

Penso que, vimos de um modelo de gestão um tanto desgastado, que pouco tem avançado no campo das negociações junto ao governo. Além disso, tem falhado a forma de relacionamento praticada pela direção do sindicato, com comunicação arcaica e demorada, sem falar no alto grau de centralização de poder. A Chapa 2, com vários simpatizantes e conselheiros da atual gestão, não me parece que irá mudar muita coisa.

Vejo na Chapa 1 #Atitute a possibilidade de mudança e inovação nestas áreas, com oxigenação de ideias e estratégias, além de energização dos AFR’s, requisito essencial para fortalecimento do Sinafresp.

A Chapa encabeçada por Alfredo Maranca é a minha esperança!

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Veja a tabela do subteto

[MENU] Eleições Sinafresp 2015

novembro 1, 2015

Inferno na selva

João Francisco Neto

“A construção dessa obra não seria a “jóia da coroa” da tão aclamada matriz energética brasileira?”

Enquanto a maioria da população vai levando a vida, enojada e enjoada pelos infindáveis escândalos de corrupção revelados pela “Operação Lava Jato”, um monstro de proporções inimagináveis, arquitetado ainda nos tempos da ditadura militar, cresce nos confins da selva amazônica, bem longe dos olhos do povo. Trata-se do complexo da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em construção nas margens no Rio Xingu, município de Altamira, Estado do Pará. A obra é gigantesca – depois de pronta será a terceira maior usina do mundo -, e atualmente emprega cerca de 25 mil operários. Não é de hoje que vem provocando sérias controvérsias pelo monumental impacto socioambiental que vem causando nas populações ribeirinhas, indígenas e do município de Altamira.

Especialistas no assunto afirmam que, em relação aos povos indígenas, tem havido um verdadeiro etnocídio (matança cultural), pela devastação provocada contra a população de diversas tribos, algumas delas de recente contato com o chamado “mundo civilizado”. A obra em si é uma mistura explosiva entre o Estado e um grupo de empreiteiras, muitas delas investigadas pela Operação Lava Jato. Orçada inicialmente em 19 bilhões de reais, hoje o custo já ultrapassa a cifra de 33 bilhões de reais, segundo o último relatório do Tribunal de Contas da União (TCU). Em 2010, o governo federal lançou o leilão da obra e em seguida formou o Consórcio Norte Energia (uma sociedade anônima), que acabou vencedor […] Continue lendo

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