Série “Os Príncipes da Republiqueta”

Edison Farah

II – A dinâmica e a operacionalidade do judiciário tupiniquim

“Justiça que tarda não é justiça”
[Ruy Barbosa]

Trago mais um texto de Antônio  Fernando Pinheiro Pedro que assinala e demonstra como o Judiciário, pela sua  disfuncionalidade,  atenta  contra a democracia no dia a dia.

Afirmo há muito tempo que não temos a instituição “Justiça” no Brasil, e não a temos porque o Judiciário brasileiro abriga uma sósia da Justiça mitológica que, ao contrário da verdadeira,   não  é cega e nem surda, e que, acoitada pelas falhas estruturais e operacionais da instituição,  como se dá com todos os serviços públicos- da educação à saúde à segurança pública-, que são obrigações que um estado democrático de direito deve oferecer  aos seus cidadãos, o que  temos na prática é uma permanente  injustiça, mormente aos desabrigados da fortuna, a massa popular que, não tendo recursos para pagar profissionais de escol que sejam possuidores do fio de Ariadne, para percorrer o labirinto de Creta , chegar ao Minotauro, e domá-lo com os agrados que lhe acalmam, que no caso da mitologia, eram jovens que ele devorava… rsrsr

Quais serão as oferendas que acalmam os minotauros de hoje neste labirinto que é o Judiciário brasileiro? […] Continue lendo

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One Comment to “Série “Os Príncipes da Republiqueta””

  1. Alguém já afirmou que justiça que tarda é a injustiça institucionalizada.

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