Unicamp terá de cortar salário acima do teto

Reitor teme reflexos negativos após aplicação do congelamento

O Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou a liminar que impedia o congelamento dos salários de docentes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que recebem acima do teto constitucional de R$ 21,6 mil, equivalente ao subsídio do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Com isso, a instituição informou nesta terça-feira (4) que voltará a limitar os valores.

A decisão provisória foi derrubada na terça-feira (3) pela 6ª Câmara do Direito Privado. O processo foi movido pela associação que representa os docentes (Adunicamp), em 2014, após o Tribunal de Contas do estado de São Paulo (TCE-SP) decidir que a universidade teria de adequar os vencimentos. Cabe recurso da entidade junto ao STJ e também ao STF.

O reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, demonstrou em julho preocupação com a possibilidade de reflexos negativos relacionados à aplicação do congelamento:

Corremos sério risco de perder quadros importantes, além de deixar de atrair novos talentos. A pessoa não terá motivo algum em escolher a Unicamp para ganhar  menos […] Saiba mais

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6 Comentários to “Unicamp terá de cortar salário acima do teto”

  1. DECISÃO MUITO RUIM PARA NÓS, FISCAIS!!

  2. E assim vai se implodindo a cada dia a possibilidade desta terra se tornar uma Nação.
    Destruiu-se as polícias, o Fisco, e agora a Universidade, neste conluio com um Judiciário que são os príncipes desta republiqueta. Para eles não há, na prática, tetos ou limites.
    “Brasil, pátria educadora” !!!! Devemos rir ou chorar com tanto escárnio???
    Malditos, esta escória que se apossou do Brasil há de responder perante a Justiça Maior!

  3. AOS COLEGAS AFRS QUE NÃO CONHECEM OS SUBSIDIOS DO JUDICIÁRIO PAULISTA ESPECIFICAMENTE PROCUREM NO SITE DO TJSP QUE SABERÃO QUE TETO SALARIAL SÃO PARA AS OUTRAS CATEGORIAS DE SERVIDORES, NÃO PARA OS MAGISTRADOS. INFELIZMENTE….

  4. Tamiko, lê meu último post: Os príncipes desta republiqueta.
    E devemos agora desnudar o escárnio que são os salários dos diretores e gerentes das estatais, tipo Petrobras, e outras.

  5. Ainda,por oportuno, cruel e verídico texto de um general.
    Não me venham os beócios de sempre, me acusar de saudades dos militares, porque tenho 70 anos de vida, e vivi, e combati a ditadura, como todas as pessoas de bem da minha geração. Porém, quem de nós poderia imaginar que a democracia pela qual tanto lutamos, e tantos morreram, seria reduzida a uma republiqueta para gangsteres.

    “Um camaleônico Poder Judiciário

    Ultimamente, somos inundados pela mídia com a chusma de corrupções, falcatruas e golpes que provocaram a bancarrota do Tesouro Nacional.

    A corrupção é tão grande, que mesmo extraindo quase 40% dos recursos da brasileirada, o País está na merda.

    Não nos faltam apenas os recursos para a manutenção das necessidades básicas atuais, pois antes já éramos carentes dos bens de infraestrutura, e patinhávamos em todas as áreas. Ou seja, estamos muito piores.

    Diariamente, a mídia publica novos golpes. É fácil entendermos que em cada panela que for destampada lá estará uma fedorenta e imunda maneira de roubar o Tesouro Nacional.

    Nas patifarias, estão atolados desde empresários de altos cargos até parlamentares, consultores e os canalhas normais da nossa sociedade.

    Hoje, estamos diante da corrupção generalizada e de uma refrega entre os principais partidos políticos. Não estão se digladiando pela recuperação dos bens nacionais, mas pelos seus interesses pessoais e partidários.

    Os otimistas exultam comemorando de que em breve teremos uma nova aurora para o Brasil.

    Pobres moços.

    Os inocentes acreditam que o PT chegou ao seu final, que o Foro de São Paulo fechará as suas portas, e que todas as patifarias legalizadas que os acólitos do Foro e os comunas do PT incrustaram em diversas leis e decretos serão expurgadas de nossas leis e Constituição.

    Pobres moços.

    Não adianta brilhar nos seus olhos que assistimos a uma luta pelo Brasil grande, pela recuperação econômica, pela vitória da democracia. Assistimos uma pantomina travestida de combate, que não redundará em nada de positivo, a não ser em benefício dos falsos contendores.

    Diariamente, a imprensa nos anuncia que foram presos os diversos envolvidos nas falcatruas, como o execrável corrupto Zé Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do apedeuta Lula, ex-deputado federal e ex-presidente do PT; e, como já é preso condenado pelo STF, não é mais “réu primário”. A propósito, diga-se que o seu chefe, o “sapo barbudo”, não mais possui foro privilegiado…

    Já vimos este filme diversas vezes, pois as prisões são efetuadas com pompas e circunstâncias. Contudo, basta aguardar os futuros acontecimentos para comprovarmos que os atos policialescos são de curta duração.

    Pobres moços.

    Ultimamente, circulam na internet as piores notícias sobre o nosso famigerado judiciário.

    Quantas verídicas informações nos colocam a par da falta de moral e os pomposos salários do judiciário, das extensas e inacreditáveis mordomias do STJ, do STF e muitas outras que nos esclarecem como o poder judiciário está tão enlameado como o executivo e o legislativo.

    É abominável, mas é a pura verdade que vivemos sob três deploráveis e subvertidos poderes.

    Mesmo quando todas as provas são contra um patife, nada parece suficiente para penalizá – lo. Nossos causídicos possuem vasta experiência de como livrar a cara de indivíduos poderosos e, principalmente, se dispuserem de vastos recursos.

    Portanto, embora as notícias envolvam diversos conhecidos cretinos em malfeitos, falcatruas e corrupções, um passado recente nos alerta que o crime compensa e a impunidade é um maleficio que cobre o País de ponta a ponta.

    Por realismo e não por pessimismo, estamos certos de que as grandes patifarias como o petrolão, o BNDES, o eletrolão e muitas outras, apenas ilustrarão as páginas de jornais e revistas, e isto ocorrerá por longos meses e talvez anos, e, ao seu final, somente alguns potentados empresários serão penalizados com penas de curta duração.

    Quanto ao resto, “tudo como dantes no quartel de Abrantes…””

    Brasília, DF 04 de agosto de 2015

    Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

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