Deputado é sócio de AFR suspeito de corrupção

unhappysmilyDocumentos da JUCESP revelam a sociedade em quatro empresas que são alvo da investigação

O deputado paulista Celino Cardoso (PSDB), que foi chefe da Casa Civil na gestão Mário Covas (1999-2000), é sócio de, Maurício Dias, ex-delegado da Receita Estadual de São Paulo investigado em suposto esquema de corrupção, afastado em 2013. Após suspeita de participar de esquema que cobrava propina de empresários e de montar empresas que visavam dar aspecto legal ao dinheiro do suborno, os promotores tentam saber se essas empresas foram usadas pelo ex-delegado tributário para lavar dinheiro – e se ele tem patrimônio compatível com a renda.

O deputado Celino Cardoso, que se diz amigo do fiscal, não faz parte da apuração, mas defende a inocência do sócio. A investigação do Ministério Público da qual Maurício Dias é alvo desmontou uma quadrilha de funcionários do fisco paulista que supostamente cobrava propina de empresas em troca de abater dívidas e multas tributárias. No geral, esse esquema pode ter custado mais de R$ 2,7 bilhões aos cofres públicos, em especial ao abater dívidas de ICMS em troca de propina.

Segundo documentos da Junta Comercial, o deputado e o fiscal formaram sociedades para a construção de prédios de apartamentos residenciais em Bragança Paulista, Hortolândia e Campinas. Ao todo, o capital declarado desses quatro empreendimentos soma R$ 9 milhões. Num deles estão sendo construídos mais de 300 apartamentos, segundo o deputado. Em outro, 162. Um terceiro tem 176 apartamentos já prontos, diz Cardoso […] Saiba mais

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One Comment to “Deputado é sócio de AFR suspeito de corrupção”

  1. Essa empresa teve de uma juíza o direito de não ser mais fiscalizado. Diz que foi vítima dos fiscais, ora ninguém é vítima de fiscais, se o empresário achar que ao ser auditado o fiscal vai multá-lo sem tenha cometido nenhuma irregularidade, se o fiscal quiser autuar deixa ele autuá-lo, a prova é de quem acusa, tem que ser bem fundamentado com base em documentação e relatório bem elaborado comprovando de maneira cabal e irrefutável a inflação cometida, Fiscal do Estado, ICMS, não é guarda de transito, a sua opinião ou achismo não valem nada tem que ser de acordo com a legislação tributária e decretos e regulamentos da superior administração tributária. Por isso não tem essa de ser vítima de fiscais, ninguém vai ficar pagando propina se não tem culpa no cartório, entretanto isso não muda em nada o crime cometido pelos agentes do Estado, se comprovado, com direito a ampla defesa, que seja julgado e se culpado cadeia neles, e o confisco do que foi amealhado na corrupção. Inteh.

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