Ineficiência do Setor Público: Moitas Estáveis – Parte 2

alexandroafonsoAlexandro Afonso

“É essencial para o rendimento da equipe que o ‘moita’ seja excluído”

No artigo anterior vimos que o “moita” está motivado, mas seu motivo é diferente da instituição ou empresa, conhecemos as tarefas algorítmicas, que não precisam de pessoas, e heurísticas, que necessitam da genialidade humana, e aprendemos que essas tarefas são “inroteirizáveis”. Por fim, aprendemos que a Autonomia e a Justiça Organizacional são como a “Liberdade e Igualdade” pregada em nossa Constituição e percebemos que temos métodos de controle e fiscalização de servidores e funcionários com alguma semelhança à escravidão, guardada a devida proporção.

A resposta à pergunta “por que as “moitas” crescem?” é simples: porque o ambiente organizacional e as regras da instituição assim o permitem. Há solo fértil para o plantio de “moitas” no setor público. Mas por quê? Será que é a estabilidade? A tal “estabilidade” é absoluta? Primeiro, para embasar a ideia contida na solução que será apresentada, vamos retomar nossa querida Constituição Federal […] Continue lendo

PARTICIPE, deixando sua opinião sobre o post:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: