Rodrigo Spada fala da importância do AFR

Entrevista do presidente da AFRESP ao Programa Cidadania & Serviço Público da Federação das Entidades de Servidores Públicos do Estado de São Paulo (Fespesp)

Importância da atuação do AFR

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Importância da valorização da carreira

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6 Comentários to “Rodrigo Spada fala da importância do AFR”

  1. Parabéns ao Rodrigo pela fala. Mas é preciso mais. É preciso um projeto profissional de relações públicas.
    Temos que assumir de vez que é preciso um projeto de marketing junto à opinião pública sobre a importância do fisco para a existência do Estado.
    Sem o fisco o Estado não existe.
    É preciso que o povo venha a entender isso com clareza, e definitivamente!
    Então a carreira será reconhecida como essencial.
    Então, e só então, seus operários terão o tratamento justo pelos poderes da república.

  2. Ótima entrevista do Rodrigo Spada.
    Vá lá que seja um canal de comunicação que atinja mais os servidores públicos, mas de qualquer forma é sempre bom fazer a lição de casa não só em casa mas também em casa.
    Concordo com o Farah que é preciso um projeto de comunicação da classe com a sociedade. O problema é que a própria ainda não está bem conscientizada sobre a essa importância. Ainda são poucos os colegas que acessam e participam de debates sobre temas tributários e de interesse social, seja aqui no Blog do AFR ou lá no blogafresp.
    A classe tem preferido discutir sobre problemas classistas, sobre a carreira, e não tem percebido como deveria que os temas tributários são do seu interesse, pois são esses temas que projetam na mídia a importância do Fisco, a importância de tributos menos complexos, a importância de tributação mais justa, a importância do combate à sonegação, enfim, a importância do AFR passa pela abordagem dos temas tributários.
    Creio que estimular a conversa interna da classe sobre esses temas seja de extrema importância, como também a conversa para fora, em blogs especializados em política e economia, com jornais, revistas, rádios e tevês, em simpósios tributários que a própria classe pode promover (convidando economistas de renome e jornalistas do ramo) e de outros dos quais a classe pode e deve participar.
    A classe tem enorme importância social e é preciso espalhar isso aos quatro ventos.
    Parabéns ao Rodrigo por perceber isso e pela coragem de expor-se. Saiu-se bem nas colocações que fez.

    • Edison e Valente,

      Vocês disseram tudo.

      Nós, como classe fiscal ativa, temos que fazer a lição de casa, começando a debater os temas de interesse público, além da básica e essencial luta pela valorização da carreira. Se não fizermos a nossa parte, ninguém vai fazer por nós.

      Este é um bom momento para que o Blog Afresp receba boa dose de vitamina, para fazer, com efetividade, a ponte (no quesito cidadania com debates de interesse público) com entidades dos fiscos de outros estados, com parlamentares e sociedade em geral.

  3. Concordo com os comentários reflexivos dos colegas que me antecederam e também quero compor essa fileira e dar meus parabés ao colega Rodrigo Spada que foi brilhante na entrevista em comento. Durante os vinte e poucos anos que estive em exercício do cargo de Fiscal de Rendas sempre defendi a ideia de que a classe deveria, sempre que possível, se apresentar perante a sociedade civil como verdadeiros guardiões do erário no incremento da arrecadação de impostos, principalmente o ICMS. No entanto, houve uma época (ou um período) em que era perigoso dizer em público ou até para o vizinho de bairro que voce era fiscal de rendas, então eu me limitava a dizer apenas sou funcionário público estadual, sem dar muitas explicações. Acontece que os tempos mudaram e nossa categoria de fiscais de rendas precisa estar no cume da montanha e lá de cima gritar para todo mundo ouvir, que somos uma classe de elite, que somos a base dos fundamentos da existencia do Executivo Estadual e que nossa missão primordial é zelar pelo incremento da arrecadação dos impostos estaduais e que somos uma classe de servidores essenciais que auxilia o governo no cumprimento de suas obrigações políticas e sociais derivadas do exercício do cargo político para o qual foi eleito. A sociedade brasileira há que conhecer e reconhecer nosso valor, mas para isso acontecer precisamos sair da “moita”.

  4. Falou quase TUDO!!!!!.

    faltou FALAR QUE APESAR DISSO TUDO. o Estado não cumpre com sua OBRIGAÇÃO DE PAGAR A PR em dia conforme DETERMINA a LEI; se ele não cumpre a própria lei, não é um incentivo para que todos(de mal caráter) também o façam!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. Aposentado, este ditado se aplica a nós levando-se em consideração o alto prestígio que temos junto ao atual governo: “Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier”.

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