Servidores estaduais poderão trabalhar de bermuda

Projeto de Lei 2.075/13

Em segunda discussão, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (3) o uso de bermudas, calças e bermudões na altura do joelho para os servidores estaduais que tenham que trabalhar ao ar livre durante o verão. O projeto segue para o governador Luiz Fernando Pezão, que terá 15 dias para vetar ou sancionar o texto.

Segundo o autor da proposta, deputado Marcos Soares (PR):

Nossa intenção é tentar amenizar a situação de servidores e motoristas nessa intenso calor do Rio. Isso ajuda a dar mais tranquilidade na hora do trabalho” […] Saiba mais

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2 Comentários to “Servidores estaduais poderão trabalhar de bermuda”

  1. Aqui em São Paulo os fiscais irão trabalhar com nariz de palhaço tendo em vista as promessas não cumpridas do secretário da fazenda e do governador reeleito.

  2. Ótima, sugestão, Maurício. Se bem que tenho minhas dúvidas se o governador chegou a prometer algo objetivamente.

    Nariz de palhaço, tarja preta no braço, AA viritual subscrito em peso pela classe inteira, com disponibilização de instrumental eletrônico para quem tem dificuldades, tanto pelo Sinafresp como pela Afresp, com 3 pleitos urgentes do denominador comum:
    a) Teto único estadual via PEC + PLC travando a quota no novo teto;
    b) Fim do NB.
    c) Maior velocidade das promoções.
    Os três com redações dos dispositivos legais a serem criados / alterados e já incluídos no AA.
    A classe assinando EM PESO esse AA será uma bela demonstração de força e coesão.

    Se durante as negociações — em havendo negociações, claro — o governo colocar na mesa a PR como moeda de troca, aquiescer com a criação, também via PEC, de um tetão para que PR mais demais vencimentos não ultrapasse o teto nacional (subsídios dos ministros do STF).

    Caso não haja abertura de negociações, numa segunda etapa, mobilizações mais contundentes:
    1. Um dia inteiro de doação de sangue (abono de falta ao trabalho, greve branca);
    2. Abraços de luto nas entradas principais das repartições fazendárias;
    3. Postergação até o limite do elástico de lavraturras de AIIMs, combinada com aceleração de processos de ressarcimento (ST) e de restituição de crédito acumulado;
    4. Distribuição de panfletos nas portas das repartições contando os horrores que o governo tem feito com a tributação em SP, os arrochos contra uns e os afrouxos a favor de outros, a complexidade tributária (sobretudo via ST), e também apontando o tratamento dispensado ao Fisco paulista, que ocupa os últimos lugares do ranking nacional de vencimentos, no teto e no piso.
    5. Em conjunto com outras carreiras limitadas pelo teto-governador, organizar passeatas defronte à ALESP e/ou ao Palácio do Governo, sem prejuízo de causar alguma dificuldade ao trânsito de veículos.
    Se à classe não se mobilizar, se não manifestar a sua INSATISFAÇÃO, se não se dispuser à luta, ficaremos eternamente nessa lenga-lenga bienal, de pires na mão.

    Esperemos com calma até o Natal, pelo desfecho das supostas tratativas do sindicato com o governador. Depois disso, MOBILILZAÇÃO JÁ. E se a diretoria do sindicato se recusar à mobilização da classe, como tem se recusado, pau nela, temos muitos instrumentos para agir em defesa dos nossos interesses.

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