Alckmin, Sinafresp e AFR’s

Notícia de audiência com governador surpreende

Por incrível que pareça, estamos comemorando algo que deveria ser normal nas relações entre o governo e a categoria que fiscaliza a arrecadação dos impostos do estado mais rico da nação. O Sinafresp, finalmente, conseguiu – através de articulação do colega e vereador Gilson Barreto – algo que vem sendo perseguido há tempos, reacendendo a chama da esperança e motivação de uma carreira dedicada e eficiente. Segundo a nota:

Alckmin se comprometeu a aumentar o teto e a negociar a revisão do cálculo da cota. Segundo Alckmin, não é possível conceder esse aumento imediatamente, mas garantiu fazê-lo ainda este ano. O valor ainda será definido.

Embora as considerações do governador sejam um tanto genéricas, sem valores e datas definidos, não é pouca coisa uma abertura de diálogo através do principal canal do governo paulista, na pessoa do próprio Chefe do Executivo. No entanto é importante ressaltar que o governador toma suas decisões amparado por avaliações e pareceres de seu staff, no caso, Secretário da Fazenda e Alta Cúpula da Administração Tributária.

Vale relembrar, muito resumidamente, a sequência de fatos e decisões no processo de reestruturação, que esperamos seja mais positiva nesta fase atual:

fluxograma-psdb

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Reestruturação [VÍDEO da Reunião informal s/Projeto de Reestruturação realizada em 16/05/2008 no auditório da Afresp com a presença do AFR dep. João Dado]

8 Comentários to “Alckmin, Sinafresp e AFR’s”

  1. A bem da verdade, em 2010 o Sinafresp, também, teve encontro com o governador

    Fonte

  2. Tenho que admitir que eu não soube perseverar, e que esta Diretoria mostrou que sabe perseverar e caminhar altiva mesmo quando todos os ventos estão soprando em desfavor. Meu público agradecimento aqui, já que no site do SINFRESP eu já não consigo mais ( por enquanto ) postar, pois desfilei-me ( no auge de meu ceticismo, que começa a reverter graças a esta notícia ). Há uma luz no final do túnel ( esperemos que não seja o trem das promessas de campanha… )

  3. Tomara que agora vá e o sindicato mostre que todos estavam errados.

  4. Incrível como é fácil iludir as gentes……E, assinale-se, estas gentes,-nós-, somos a elite do funcionalismo público paulista, e,portanto, a elite do país.
    Lembro apenas que esse governador é do partido de Serra, Mauro Ricardo, e acólitos, o mesmo partido que tem em sua programação a neutralização e aviltamento do funcionalismo público, e que, neste 20 anos no poder em São Paulo, destruiu a polícia, o fisco, os professores….
    E lembro, ora, ora, ele está em campanha para a reeleição……..
    Acreditem em carochinhas, crianças.
    Ignorou solenemente nestes 4 anos a classe, e agora, recebe para um papo cortês….. ha, ha, ha…..
    Me engana que eu gosto, minha gente, me engana mais um pouco, mais e mais, meu masoquismo agradece!
    O lamentável é as ditas “lideranças” sindicais se prestarem a esse papel capacho, que apenas comprova para os donos do poder o quanto esta categoria está agachada, e que pode ser estrupada ao bel prazer das conveniências desses (des) governantes.

  5. Há vinte anos estou aposentado e jamais uma carreira foi tão violentada como a nossa, por ocasião da Reforma da Previdência em 2003. Direitos adquiridos (adicional, sexta parte), atos jurídicos perfeitos, coisa jugada, tudo foi para cesta do lixo praticamente sem qualquer reação. Atrelou-se ao salário do governador os vencimentos dos funcionários públicos estaduais, com a pressão total dos governadores da ocasião, entre eles o governador de São Paulo atual. Tudo foi jogado para “redutor salarial”, do qual ainda se aproveitam para compensar qualquer aumento de salário. Na época houve uma emenda do falecido Senador Romeu Tuma para minimamente corrigir esse absurdo. A emenda foi esmagada pela pressão dos Governadores Estaduais. Ações judiciais deram em nada e hoje sequer se lembram de mencioná-las. Ações da Afresp (Camarosano), do Sindicato, esquecidas nos Tribunais.
    Agora, 11 anos após, ainda nos ajoelhamos aos pés desses Governadores de ocasião. Sinto que a classe fiscal, hoje, não tem norte para ser direcionada.
    Outros tempos, outros costumes, outros…

  6. Cantemos solenemente “Aleluia de Hendell” e “hosana nas Alturas”…porque o véu do templo rasgou-se de alto a baixo e a cortina de ferro começou a ser quebrada. A criatura conseguiu falar diretamente com o criador! …E ouviu-se uma voz lá do alto, dizendo…meus capachos, o final de carreira de fiscal está prestes do fim. Vocês vão continuar de pires na mão e podem acreditar que nariz de tucano desta vez não cresce mais, porque as mentiras proclamadas já se tornaram verdades. E digam todos…”amem!…

  7. O Edson e o Ary ‘pegaram’ em cima. A única manifestação minha é dar PARABÉNS a esses dois nobres colegas. É lamentável a situação que chegamos. Estamos massacrados pelo Redutor Salarial, pela equiparação de nosso teto salarial com o do Governador, como se nós (AAFFRR) tivéssemos salário indireto como sua Excelência tem, e também pela cobrança da Contribuição Previdenciária (11%!! é de pasmar).
    E fazer o que? Darei valor ao meu voto, nas eleições que se aproximam, procurando esclarecer companheiros e amigos
    sobre a situação que estamos vivendo.

  8. O teto tem aumentado a cada 2 anos, por PLO que eleva o subsídio do governador, sempre em ano par (eleitoral), mas para valer a partir do ano seguinte, ímpar. Podem checar nos holerites e acompanhar o valor da quota.

    O governador está na dele, fazendo campanha. Ele sequer anuncia de quanto será o aumento (pode ser 5 ou 10%) e o Sinafresp aplaude, e vibra, e noticia, e faz propaganda, afinal foi recebido, é uma grande vitória…!!
    E no fim, a classe vota para manter esse pessoal no poder. É a chamada Síndrome de Estocolmo, o amor pelo algoz.

    De teto único estadual não se fala.
    De extinção de níveis não se fala.
    De maior celeridade na evolução funcional não se fala.

    Mas de LOAT com autonomia financeira e patrimonial a 2% da arrecadação líquida — que resultaria, em futuro não muito distante, em algo similar ao que está ocorrendo com a falida USP, que não consegue recursos sequer para reformar o Museu do Ipiranga e os seus prédios — para custear TODOS os gastos da Administração Tributária, sim, disto se fala. Aliás, disto se fala e se escreve, pois consta essa regra na minuta da LOAT divulgada pelo próprio site do Sinafresp, embora as planilhas de custos da SEFAZ-SP ninguém saiba, ou pelo menos ninguém do Sinafresp as divulga, e sequer querem saber de conversar a respeito, tanto que postagens sobre o tema no site do sindicato ficam sem resposta da Diretoria e do Conselho.

    Devem saber o que estão fazendo, alguém me disse. E eu pergunto: será?

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