Charge: Sabadão de manhã…

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4 Comentários to “Charge: Sabadão de manhã…”

  1. Dez, Teo.
    Esse barbudo tá com pinta de aposentado…
    Mas pelo menos ele se ‘mobilizou’ bem… e não teve de assistir a umas 4 verificações de quórum.
    Eta estatutinho burrocrático esse nosso.
    Será que deu quórum… digo, garoupa… na praia?

  2. Caro Valente,

    Pelas informações que recebi, o quórum da AGE foi em torno de 300/400 (de um universo de 6.000 filiados) graças à presença marcante de colegas das Turmas 2013 e 2009.

    Depois de ler a notícia da pesquisa realizada por empresa contratada pelo Sinafresp de que:

    “Verificou-se alto grau de desconhecimento dos entrevistados quanto a uma decisão da própria categoria sobre a não realização da AGE em 2013. Apenas três pessoas (0%) dos entrevistados souberam responder a essa questão corretamente.”

    podemos concluir que:
    1- A esmagadora maioria dos filiados é alienada e pouco se importa com a sua própria carreira;
    ou
    2- Existe um desânimo e apatia por descrédito da gestão atual, especialmente no quesito diálogo e estímulo;
    Esperamos que, a partir de agora, a direção faça uma autocrítica e mude a estratégia de comunicação.

    Causou surpresa o fato de não constar, na pesquisa, nenhum item relacionado à atuação/atividade do AFR, por exemplo:
    1- O que você acha das tarefas executadas com claro desvio de função?
    2- Os prazos exigidos são compatíveis com o tempo e ferramentas disponíveis?
    3- A tabela (famigerada) de pontos é instrumento aceitável numa carreira típica de estado?

    O fato é que se a direção sindical não estimular a participação esta não esta exercendo o seu papel principal que é o de ser liderança. Vários modelos de atração podem ser utilizados (e nem precisa contratar assessoria para isso), desde DIALOGAR com as bases abrindo frentes de reflexão sobre diversos temas, etc. até eventos compartilhados (com o apoio da Afresp) atividade sindical com encontro social (oficinas de trabalho + happy hour). O que não pode é jogar a culpa no sindicalizado, que aliás, em nenhum momento “rejeitou AGE em janeiro”, esse tipo de manobra lembra outra gestão que dizia que “tem colegas ligando no sindicato que são contra isso e a favor daquilo…”, oras bolas, ninguém é bobo para acreditar nesse tipo de conversa, ainda mais numa classe de fiscais… daí muito provavelmente, os mais antigos, que já conhecem bem as “manobras sindicais”, na dúvida entre ir à AGE ou praia, preferiram a segunda opção.

  3. Caro Teo e demais colegas do Fisco paulista:

    A conclusão constante na nota distribuída pelo Sinafresp sobre a pesquisa, revelando o “alto grau de desconhecimento dos entrevistados quanto a uma decisão da própria categoria sobre a não realização da AGE em 2013″ comporta, além das duas hipóteses que o Teo menciona (1-alienação. 2-desânimo/descrédito), algumas outras completamente diferentes, por exemplo:
    1 — A pesquisa revela, isto sim, um ALTO GRAU DE DESCONHECIMENTO DO PRÓPRIO SINAFRESP sobre as razões pelas quais não houve AGE, eis que o Sinafresp segue os rumos ESCOLHIDOS pela Diretoria e pelo Conselho, cabeça e tentáculos do Sinafresp, cuja postura resulta na movimentação efetiva do corpo Sinafresp. Ora, quem decidiu que não haveria AGE em 2013, para traçar rumos, deliberar sobre estratégias, pleitos, etc, foi o próprio Sinafresp, através do Conselho e da Diretoria. Não foi a classe. Não houve uma AGE anterior da classe decidindo que não haveria AGEs em 2013. Não houve um questionário respondido pela classe decidindo pela não realização de AGEs. Quem decidiu foi o Sinafresp, através de seus tentáculos e caput.
    2 — Quando o Sinafresp transfere para a categoria uma decisão que a categoria não tomou, mas sim os dirigentes e conselheiros do próprio Sinafresp, está revelando uma grande covardia em relação à classe, como se a classe, por ter votado nos dirigentes e conselheiros, fosse responsável pelas medidas que os dirigentes e conselheiros tomaram…! A conclusão que o Sinafresp faz da pesquisa lastreia-se num raciocínio tautológico: se os eleitos representam a classe, as decisões dos eleitos são decisões da classe, e se a classe ignora as decisões dos eleitos, ela ignora as decisões que ele própria tomou…! Ora, essa tautologia é, para dizer o mínimo, covarde, ela induz a uma fuga de responsabilidade. O Sinafresp deveria assumir de peito aberto que tomou essa decisão, e explicar as razões que o levaram a isso. E não transferir para a classe a responsabilidade, ainda por cima chamando-a de ignorante, de “desconhecer as razões”. A decisão de não haver AGE é que carece de razões, a classe desconhece essas razões, pois o Sinafresp não as deu.
    3 — Uma AGE em 2013, já no primeiro semestre, teria sido fundamental para criar um COMITÉ DE NEGOCIAÇÃO, que construiria e, sobretudo, DETALHARIA as propostas, com justificativas, com esclarecimentos até DIDÁTICOS das implicações de cada medida, com amarrações que permitissem UNIR a classe em torno de propostas de interesse coletivo, aglutinadoras da classe. Permitia a elaboração de planilhas sobre os custos para o governo de cada alternativa. Estudaria e encaminharia com vagar as inúmeras possiblidades de mobilização, passo a passo. As AGEs e também os fóruns virtuais de discussão das propostas poderiam ter sido empregados para a formação do espírito de luta, para despertar o “instinto selvagem” dos AFRs, incitá-los a brigar por seus interesses e pelos da sociedade. Mas nada disto se fez.
    4 — Uma AGE em 2013, iniciaria com certa folga o diálogo com a cúpula fazendária e com a cúpula política do governo, permitiria a discussão de propostas opcionais mais abrangentes, com maior criatividade, e a evolução das conversas talvez resultasse em outra e mais outras AGEs, ainda em 2013 e também no início de 2014, com mobilização crescente a cada AGE — mas não, protelaram e protelaram, deixaram para reagir aos 43 minutos do segundo tempo, quando já praticamente não há mais tempo, eis que as medidas teriam de ser aprovadas neste semestre, por razões legais, e obviamente isso será impossível, afinal estamos praticamente em maio, vem aí a Copa, talvez sequer consigamos dar o primeiro passo da caminhada.
    5 — A AGE tardia realizada ontem revelou também que há muita “burrocracia” no nosso estatutinho, permitam-me o diminutivo. Perdemos umas 3 ou 4 horas só com verificações presenciais de quórum, eis que saídas para água, café, ou lanche, no MESMO PRÉDIO, eram baixadas, embora no outro ambiente houvesse telões transmitindo as falas, com som inclusive. Ora, é preciso que haja uma regulamentação diferente sobre o quórum, quem está lá no café, sabendo o que se passa na sala, pode estar querendo abster-se de votar naquele quesito, e a abstenção é uma opção legítima do filiado. O presidente da AGE, o nosso prezado Gustavo Theodoro, fez o que pôde, mas ele não é mágico, com essa regra não dá para haver AGE. A AGE se torna improdutiva. Proponho que o quórum seja medido pela equação = entrada – saída do filiado no PRÉDIO onde se realiza a AGE, e não exclusivamente na sala, isto é, que as maquininhas de controle fiquem na porta de saída para o estacionamento e não na porta da sala. Ou então que simplesmente se adote a lista de presença como quórum e ponto final, quem sair presume-se que não tinha opinião formada, ou não lhe interessava opinar sobre os temas seguintes, e assim absteve-se, mas fez-se presente, assinou a lista de presença. Se “burrocratizarmos” demais as AGE, diminuirão progressivamente os quóruns de AGEs futuras, pois quem foi à AGE de ontem saiu de lá chateado com a “burrocracia” estatutária, a com a enorme perda de tempo.

    Desculpem o longo desabafo, mas creio que estou fazendo críticas construtivas. Abraços.

    :

  4. Não temos sindicato desde que a atual presidente, ainda quando vice, optou por rachar a administração anterior.

    Sem sindicato, sem AGE, sem ação. Não perdemos um ano (2013)… estamos a perder 6 anos (duas administrações).

    A capacidade de promover o dissenso é sem igual. Consenso, nem pensar!

    Sempre ao ataque pelo ataque. A contagem e recontagem de quorum o que foi? Apenas mais dissenso e batalha pela batalha. Duvido que os que deram o quorum inicial se preocupariam se a AGE continuasse..

    Apenas atitudes centralizadoras. Que venha a continha e aumentamos a mensalidade.

    Não há estímulo às lideranças e à participação deste jeito. Por que não usar os representantes para tocar a apresentação da LOAT? Por que não usar os representantes para as pesquisas? Por que não fazer AGE regional?

    A própria realização da pesquisa poderia ser pauta de AGE ou AGO. Isso significa chamar a participar. Ir para uma AGE sem proposta para a classe só esvazia as AGEs… é óbvio que este é o motivo.

    Movidos pelo dissenso não teremos nada. Pena que a classe não enxergou isso no último pleito.

    Vamos a la playa: http://www.youtube.com/watch?v=rYAKYCyOIXk

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