Parlamentares da carreira avaliados em 2013

Ranking dos deputados federais mais bem avaliados pelo estudo do NECON do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj) […] Leia mais

36º José Carlos Vaz de Lima (PSDB) São Paulo (Nota: 5,3)

37º Francisco Lopes da Silva (PCdoB) Ceará (Nota 5,2)

46º Amauri Santos Teixeira (PT) Bahia (Nota: 4,3)

64º João Eduardo Dado Leite de Carvalho (SDD) São Paulo (Nota: 2,5)

Clique na imagem para ver a lista completa:

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10 Comentários to “Parlamentares da carreira avaliados em 2013”

  1. Essa classificação acima não condiz com a realidade, já que cada nota atribuída conta com muitos deputados.. Por exemplo, Vaz de Lima ocupa, na realidade, classificação acima de 150, embora essa classificação não deve ser muito considerada. Tiririca ocupa, mais ou menos, o número 254, na frente do DADO, considerado como dos mais influentes do Congresso.

  2. Ary, o ranking considerou o posicionamento dos parlamentares em relação a nove eixos fundamentais:
    1. Carga tributária menor, mais simples e sem impostos em cascata;
    2. Infraestrutura (estradas, portos, aeroportos…);
    3. Combate a corrupção;
    4. Melhor gestão de gasto público;
    5. Sistema educacional universal e eficiente;
    6. Marco Regulatório claro e respeitado (agências regulatórias técnicas e independentes);
    7. Simplificação de regras e poda da selva burocrática;
    8. Governabilidade (relação entre os poderes) e
    9. Relações trabalhistas.
    Melhor seria, se tivessem publicados os números que definiram a atribuição das notas. Desta forma, proporcionaria melhor entendimento por parte do leitor e avaliação/conferência por parte dos próprios parlamentares.

  3. Para deixar as classificações bem claras, eu apenas saliento que, há , por exemplo, 5 em na posição 13, 6 na 19, 8 na 34, etc., etc., etc.,. Reitero apenas ” para que fiquem bem claras.

  4. Ary, no ano passado o mesmo estudo (IESP/UFRJ), utilizou o mesmo formato de classificar no mesmo grau quem teve notas iguais. A publicação de dezembro de 2012 apontou João Dado na 5ª colocação com a nota 9,1: https://blogdoafr.com/2012/12/25/joao-dado-entre-os-cinco-no-ranking-parlamentar/

  5. Acharia interessante que explicassem os critérios para dar nota… O Dado é muito criticado pela imprensa por apoiar financiamento público de campanha, por exemplo. Será que ele não recebeu uma nota baixa em relações trabalhistas por ser menos flexível a direitos dos trabalhadores, por exemplo? Uma coisa é ter os critérios e outra coisa é a avaliação deles.

  6. Bom… o importante é que alguém lute por nós.
    A última publicação do Victor Sapienza, se bem me lembro, não fez menção às nossas reivindicações.
    Também a “cascata” da emenda para aumento do salário do governador… só chorando mesmo.
    Nas próximas eleições estaremos entre a cruz e a espada…

  7. O colega, dep. federal João Dado, ícone na luta do fisco no Congresso Nacional, com 70.370 votos, infelizmente, não conseguiu a reeleição…

    Resultado da Apuração


    FONTE/LINK

  8. Dado fica como 1º suplente pelo partido Soliedariedade

    Pelo partido Solidariedade, apenas Paulinho da Força com 227.186 votos foi eleito. João Dado foi o segundo mais votado do partido e fica como 1º suplente. Caso seu colega partidário deixe a Câmara Federal para assumir outro cargo político, Dado fica com a vaga. Foi neste cenário que João Dado chegou ao seu primeiro mandato em Brasília. Na época, Edinho Araújo, eleito pelo PMDB, saiu para ser prefeito de São José do Rio Preto e Dado entrou.

    FONTE/LINK

  9. Principal dobradinha política de Votuporanga, João Dado e Carlão Pignatari, foi atravessada por outros candidatos de última hora

    Na véspera e no dia da eleição, eles apareceram em impressos diferentes com outros candidatos.

    Na eleição de 2010, a dobradinha Dado para federal e Carlão para estadual foi estabelecida. Os dois candidatos estiveram juntos em campanhas, inauguração de comitês políticos, visitas a empresas, passeatas e carreatas no município. Apesar das formalidades em público, nos bastidores a relação dos dois candidatos nunca foi das melhores.

    Ficou ainda pior quando o pessoal de Dado acusou que Carlão estaria quebrando o acordo na cidade em vista de cartazes espalhados sugerindo votos do deputado com Rodrigo Garcia, do DEM. Carlão rebateu que ele não havia participado daquela iniciativa, mas também não acusou Rodrigo Garcia pelo ato.

    O fato não é novidade, em 2010, também houve um desgaste emocional na dobradinha Dado-Carlão. O deputado federal numa reunião política movimentada comparou o seu desgaste com a dobradinha dizendo que “ele era o sapo e que estava cansado de levar ferroadas do escorpião”, referindo-se ao parceiro. O discurso causou um mal estar entre os dois que acabou sendo contornado com o tempo pelas lideranças locais. Um novo pacto político foi formado para as eleições deste ano.

    A distribuição de panfletos com outros candidatos foram observadas durante o dia de ontem. João Dado, candidato a federal, apareceu em santinhos impressos com o candidato estadual do PROS…

    LINK/FONTE

  10. Precisa acabar o tal de QUOCIENTE ELEITORAL. Ninguém vota em partido, vota em candidato. Não há lógica assumir uma cadeira legislativa um candidato com menos de 30000 votos e ficar de fora um com 70.000, Isso é um absurdo que precisa ser revisto urgentemente.

    Outro absurdo é a permissão para candidato fazer palhaçada no horário eleitoral. O decoro e a seriedade deveriam ser pré-requisitos.

    O horário eleitoral devia ser OBRIGATÓRIO, mas assumir a forma de DEBATES LIVRES SOBRE TEMAS DETERMINADOS E DE INTERESSE MUNICIPAL, ESTADUAL OU FEDERAL, conforme o mandato, e isto não apenas para cargos majoritários, também para vereadores, deputados e senadores.
    Cada emissora faria debates diários com os candidatos SORTEADOS pelo TRT para cada dia, para cada emissora de TV, para cada emissora de rádio. Programas diferentes, em diferentes horários, em diferentes emissoras. Com o mesmo tempo, todos poderiam falar alguma coisa, pois a grade de exibição não seria única, mas múltipla, proporcional ao número de emissoras.
    E nada de marqueteiros por perto. Jornalistas perguntando, candidatos perguntando uns aos outros, o próprio Tribunal perguntando. Seriam programas bem mais interessantes. O eleitoral sapearia a grade e assistiria ao programa sobre o tema que mais lhe interessa, saberia o que pensam os candidatos e se têm condições de assumir a representação política.
    Não haveria a mesmice repetitiva e sem graça, mas sim competição entre os debatedores, saberíamos o que pensam sobre os temas, se é que pensam, quando pensam.

    E o número de candidatos teria de ser LIMITADO, IGUAL pata todos os partidos, e mais SELETIVO. Havendo debates em condições de igualdade, os partidos teriam de ser naturalmente mais sensatos ao escolher os seus quadros de competidores, pois se puserem no páreo uns candidatos ocos, que mal sabem falar, que pensam pior ainda, seriam engolidos por outros debatedores, e o partido perderia posição no ranking. Acabariam os zé-manés da política.

    A nossa solidariedade ao João Eduardo e também ao Vitor Sapienza, outra vítima do quociente eleitoral. Aliás, os meus 2 votos para deputado e os de vários familiares meus foram rasgados por essa legislação absurda e injusta.

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