Alesp derruba 14 vetos de Alckmin em 2013

Considerado “fato incomum”, base governista custa a se entender

A queda de braço envolve setores ligados ao presidente da Casa, Samuel Moreira, e o líder do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Barros Munhoz, ambos tucanos. Moreira tem apoio de deputados mais novos, como os tucanos Cauê Macris e o líder da bancada do partido, Carlos Bezerra. Já Munhoz, é da velha guarda da Casa e mantém uma ação casada com o deputado Campos Machado (PTB-SP). Munhoz minimizou o que a oposição aponta como consequência da divisão na base de Alckmin. Para Munhoz, os acordos que permitiram a derrubada dos vetos mostram “avanço” e “amadurecimento” nas relações entre o Legislativo e o Executivo.

O governo aproveitou o acordão pra derrubar parcialmente veto ao PLC 50/2012 que o próprio governador mandou para a Assembleia e transformou na lei 1.199/2013 […] Leia mais

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4 Comentários to “Alesp derruba 14 vetos de Alckmin em 2013”

  1. DERRUBADA DE VETOS: ÓTIMO !!!
    JA FOI DITO: TODA UNANIMIDADE É BURRA. NO CASO, ACRESCENTO QUE, SE ESSA UNANIMIDADE É HABITUAL, PARA QUE SERVEM OS NOBRES PARLAMENARES?

  2. A base do Governo só não se divide quando se trata de corrigir as injustiças cometidas contra a nobre classe dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo.
    O que interessa ao um governador que tem casa, comida e roupa lavada, o aumento do custo de vida para o povo, se ele não sabe quanto custa um quilo de bananas?

  3. De vez em quando eles derrubam um veto aqui, outro ali, em geral sobre matérias de custo irrelevante, mas no atacado votam com quem os tem e mantém. É estratégia para não assumir publicamente que põem o cabresto na hora de votar.
    Os dois vetos cassados, por exemplo, atingem menos de 1% da folha de pagamentos dos AFRs (os que exercem mandatos ou funções fora da Casa, e as parturientes durante a licença-médica). Ambas são correções justíssimas e merecidíssimas, deveriam mesmo ser feitas, mas são inexpressivas em termos de custo. Não creio que o SINAFRESP tenha — deveria ter — a estatística sobre a maternidade anual das nossas colegas, mas esse número é mínimo.

    Já medidas importantes e de alcance geral sequer são objeto de emendas, como a data-base anual (prevista na CF e na CE, mas descaradamente não cumprida), os acréscimos em função do crescimento real da arrecadação (previstos na LC 1059/08, mas obstruídos pela trava do ficto e pífio subsídio do governador), só para citar dois exemplos escandalosos, eis que contrários a pactos legais.
    E se um dia houver emendas a respeito, só serão aprovadas se o governador quiser, pois é bancada é dele. Este é um fato. Deveria figurar no capítulo do Direito de Propriedade. Infelizmente, os deputados da base aliada pensam e agem como o governo quer. O nosso Poder Legislativo não é independente. As emendas ao orçamento bitolam as opiniões. Vivemos a ditadura das emendas. Ou, se preferirem, a ditadura dos interesses dissimulados. Não necessariamente subalternos, mas dissimulados com certeza.
    Obviamente não estou me referindo aos deputados independentes e de postura altiva, mas apenas aos que, além do paletó e da gravata, usam também o cabresto. E são a maioria, infelizmente.

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