Portugal: Corte salarial no setor público

As reduções começam com 2,7% chegando a 12% para 2.000 euros brutos em diante

Dos cortes nunca pode resultar um salário inferior a 675 euros pelo que, na prática, quem tem 675 euros brutos por exemplo, não é penalizado. Esta nova fórmula é o resultado da negociação que decorreu nos últimos dias entre o Governo e os deputados da maioria. Esta sexta-feira é o último dia para a entrega de propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2014, um documento que será votado no final da próxima semana […] Leia mais

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One Comment to “Portugal: Corte salarial no setor público”

  1. O governo português está dando um ótimo exemplo de como fazer péssima política econômica. Segue a mesma receita que o FMI prescrevia para o Brasil, antes do governo Lula, ou seja, repressão da demanda das classes menos abastadas e maior exclusão social.
    O governo Lula fez o oposto: inclusão social via Bolsa-Família, cortes salariais dos marajás (impondo TETO de vencimentos, que hoje beira uns 7 mil euros, mas antes chegava em alguns casos ao triplo desse montante), e tributação social de aposentados e pensionistas do setor público (que outrora não havia).
    Vale dizer, o governo Lula enfrentou a classe dominante e os servidores públicos. É verdade que essas medidas só foram possíveis graças ao mensalão… mas foram feitas, na raça, podendo ou não podendo. Foi quase uma revolução. Saneou as contas públicas, e com isso o FMI foi embora.
    Claro que está pagando a conta com o julgamento do mensalão…
    Que ninguém age certo por linhas tortas impunemente. Mas o governo fez para o economia brasileira algo que foi bom para sanear as contas públicas e pôr o país nos trilhos.
    Já o governo português pelo visto não tem a mesma postura, prefere enfrentar os menos abastados…
    Os servidores públicos até contestamos as medidas aprovadas pelo mensalão, mas não exatamente em função do teto único nacional, mas sim pelos tetinhos estaduais, esses é que temos questionado. Tanto que a luta tem sido pelo TETO ÚNICO NACIONAL. Embora, a bem da verdade, também lutemos pelo fim da tributação dos aposentados, que é uma luta problemática, pois se a ganharmos correremos o sério risco de levar um calotaço, eis que se não houver esses aportes de duas uma: ou a Previdência quebrará, ou os vencimentos dos aposentados terão de diminuir… Não sei qual das consequências seria a pior…

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