Acafresp obtém vitória em M.Segurança

Secretaria da Fazenda deverá fazer reserva de vagas aos remanescentes de 1986

Na última quinta-feira (16), a Associação dos Concursados Aprovados no Concurso de Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo (ACAFRESP) obteve vitória em Mandado de Segurança, para, liminarmente terem vagas* reservadas aos candidatos remanescentes do pleito de 1986:

[…] ao Poder Judiciário seria dado sufragar tese vitoriosa nos tribunais superiores da existência do direito subjetivo do aprovado em concurso público de preencher a correspondente vaga durante o prazo estendido de sua validade e o risco de preterição na nomeação dos impetrantes pelos bem sucedidos em certame subsequente, defiro, parcialmente, a liminar para o fim de determinar à autoridade, apontada como coatora, promova, por enquanto e até que decidido pelo mérito o presente mandamus, a reserva de vagas* em número igual ao dos ora postulantes. […] Leia mais

Mandado de Segurança Coletivo – Proc. nº 0086525-34.2013.8.26.0000
Diário da Justiça    –    Consulta TJ

*300 associados da ACAFRESP (aproximadamente)

Leia também:

Acafresp – Concurso 1986 – Remanescentes

O princípio da vinculação ao Edital e o STF

AFR-SP – Vagas remanescentes

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29 Comentários to “Acafresp obtém vitória em M.Segurança”

  1. ESCLARECIMENTO:
    Provavelmente, em virtude do Concurso-2013, a ACAFRESP esta se movimentando, para assegurar os seus direitos. Com mais de 20 anos de luta, muita água já rolou nessa demanda. Em 2007 a ACAFRESP conseguiu no TJ decisão para serem nomeados, porém, em 2009 o STF suspendeu a execução.
    Agora, na última quinta-feira (16), a ACAFRESP obteve essa vitória em Mandado de Segurança, para, liminarmente terem vagas reservadas aos candidatos remanescentes do pleito de 1986.
    Hoje, em maio/2013, existem mais de 1500 nos quadros (https://blogdoafr.com/2013/05/03/divulgado-o-quadro-de-vagas-da-sefaz-sp/), descontando os, cerca de 300 (aprox.), associados da Acafresp (se mantida a liminar e depois o julgamento do mérito da ação principal) restariam, ainda, 1.200 (aprox.), das quais 885 se referem ao Concurso-2013.
    A decisão, além de ser “liminar”, se refere apenas à “reserva” (virtual). A decisão para nomeação esta suspensa desde 2009, por decisão do STF: https://blogdoafr.com/2011/02/23/acafresp-concurso-1986-remanescentes/

  2. Que piada isso! Imagina o nível dos candidatos 26 anos depois…

  3. Espero que o TJ suspenda a execução dessa medida o quanto antes! Esse pessoal não conseguiu passar em concurso nenhum depois de quase 30 anos e agora se acha no direito de ficar enchendo o saco. Tentaram atrapalhar a vida dos aprovados em 2006, em 2009 e agora em 2013. A Secretaria da Fazenda tem que trabalhar nos bastidores para cassar essa liminar.

  4. Oi, Ryu Sen Key. Não é nenhuma piada. Trata-se de direito consagrado na nossa Constituição Federal de 1988 (Art. 37 inciso II e IV); Sumula 15 do STF e, Repercussão Geral do RE 598.099-5/MT, rel. Ministro Gilmar Mendes, STF. Quanto ao nível desse pessoal, é sabido que entre eles, existem muitas pessoas altamente qualificadas para exercer a função de AFR/SP, tais como contadores atuantes, auditores, advogados tributaristas, outros outros etc. Muito cuidado com esses comentários tolos !!!

  5. Oi João Roberto!
    Se esse pessoal é tão qualificado, por qual motivo eles não prestaram o concurso de 2013 para serem justamente aprovados? Isso é papo de quem não tem capacidade e quer ganhar no grito. Isso é piada de mau gosto e o STF já deveria ter indeferido esse pedido esdrúxulo e encerrado esse caso. Querem moleza? Vão sentar no colo do Sarney…

  6. Olá Lucas. O principio da razoabilidade é conducente a presumir-se, como objeto do concurso, o preenchimento das vagas existentes. Como o inciso IV (do art. 37 da CF/88) tem o objetivo manifesto de resguardar precedência na sequencia dos concursos, segue-se que: A Adm não poderá, sem burlar o dispositivo e sem incorrer em desvio de poder, deixar escoar deliberadamente o período de validade de concurso anterior para nomear os aprovados em certame subsequente. Fora isto posssível, o inc IV do art. 37 tornar-se-ía letra morta, constituindo-se na mais rúptil das garantias. (Celso Antonio Bandeira de Mello, in Regime Constitucional dos Servidores da Adm Direta e Indireta, pág. 56). Vivemos em um Estado Democrático de Direito, cuja preservação é também de responsabilidade do Judiciário, que deve sempre corroborar os procedimentos que o homenageiam, glosando aqueles que acabem por fulminá-los. O Art. 37 da Carta de 1988 é categórico ao revelar que a Adm Pub observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade. Manobra aparentemente legal da Adm Pub poderá implicar o afastamento do preceito. Para tanto, bastará que deixe escoar o prazo estabelecido no edital do concurso, desconhecendo não só a existência de vagas, mas também de classificados, para, a seguir, realizar novo concurso. (Ministro do STF, Marcos Aurelio)

    • Bla bla bla bla bla bla…

      Como se já não bastasse as besteiras e encheções de linguiça escritas por advogados que temos que ler no trabalho, ainda temos que suportar esse tipo de coisa por aqui também…

  7. Por negligência do poder executivo, infelizmente o cidadao paulista vai ter que suportar o ônus do expressivo precatório que esse caso vai resultar. Trata-se de uma birra política entre governantes do passado e do atual, que os coitados concursados/aprovados de 1986 estão pagando o pato, sem ter nada haver com os embates políticos dos governantes paulista.

  8. Imagina você passar em um concurso que poderia dar mais dignidade para sua vida. E vem meia dúzia de agentes políticos “gestores” e, literalmente, pisam no seu direito. É uma vergonha essa situação. O pior é que logo depois, no concurso posterior abriram mais vagas e, ao que me parece, não eram poucas vagas. E ainda tem gente se manifestando aqui no sentido de que esse pessoal injustiçado deve prestar novamente o concurso. Quer dizer, excepcionalmente, esses, precisam ser aprovados duas vezes para serem nomeados? Que vergonha dar esse tipo de comentário. Queria ver se fosse você nessa situação ou alguém da sua família, se iria opinar dessa forma. Além da incompetência e teimosia desses políticos é capaz que os procuradores responsáveis pelo caso, ironicamente seja um daqueles antigos não concursados anteriores a Constituição ou concursado quando o salário era baixo e era fácil de entrar. Veja se um servidor nessa condição tem legitimidade para opinar num caso desses. O cidadão paulista vai pagar porque votou errado,manteve esses políticos sob o comando, agora paciência, vão andar de metro!!!. ,

  9. Pimenta nos olhos dos outros é refresco…..

  10. Ryu Sen Key, Lucas, Henrique… seus idiotas, com toda certeza vcs não passariam no concurso de 86 !!!

  11. Aqui nesses depoimentos a gente vê nitidamente como tem pessoas ruins, de coracao mal, egoístas, que só querem ver o pior para os outros. No presente caso, eu conheço bem, pois eu tenho um grande amigo que foi aprovado nesse concurso e por motivo de trapaças no governo do estado de sao paulo nao foi chamado. Porém é uma pessoa muito capacitada, e sobretudo bem sucedida na profissao que exerce. Agora esses invejosos, de mal caráter, ficam sempre desejando o pior para os concursados e aprovados, porem nao chamados. Por que esses idiotas, mal caráter nao culpam o governo de sp, que foi quem cometeu toda atitude abusiva, por que nao criticam o governo? Nao fazem por que sao pessoas ruins, más, pessoas invejosas, ridículas, que só querem desejar o mal para as pessoas. Voces pensam que nao vao morrer um dia, seus idiotas? Voces carregam mer…… na barriga igual a qualquer pessoa, por que nao optam para desejar o bem par o seu semelhrante. NO presente caso, quem foi que errou? O governo do estado de sao paulo ou os concursados e aprovados? Isso voces nao vao atras para saber, afinal de conta acredito que voces sao pessoas amarguras, mal sucedidas vingativas, e pode saber quem deseja o mal para o seu semehante vai colher o que plantou!!!!!

    • Caro Jonathan, não sei se você está suficientemente bem informado, mas essa piada chamada Acafresp tentou impedir a nomeação dos aprovados no concurso de 2006, 2009 e também de 2013. Não conseguiu em função da ilegitimidade de seu pleito e da incompetência de seus comandantes (no caso do concurso de 2006, impetraram um MS contra a autoridade errada e o Judiciário extinguiu o processo sem sequer analisar o mérito). Me responda agora, e se a Acafresp tivesse logrado sucesso ao impedir nomeações de colegas aprovados, quem estaria sendo prejudicado? Como ficaria a situação dos colegas aprovados dentro do número de vagas que teriam suas expectativas e sonhos frustrados por causa de “gente muito bem sucedida profissionalmente” que não conseguiu passar num concurso em quase 30 anos?

    • Caro Jonathan Feitosa, ingressei pelo concurso de 1986, e posso atestar as suas palavras, foram mais de 80.000 candidatos para 1.035 vagas (média de 80 candidatos/vaga). No último concurso de 2013, foram 36.000 candidatos para 850 vagas (média de 42 candidatos/vaga).
      Mas, esse tipo de comparação, se não tomarmos cuidado, esbarra no preconceito. Já conheci colega bem colocado com fraca atuação prática e colega “mal” colocado e com excelente atuação profissional.
      Na minha concepção, se o candidato preencheu as qualificações exigidas no Edital, obtendo a nota mínima estipulada, então está APTO. Isso é ponto pacífico.
      É INEGÁVEL que a CAPACITAÇÃO foi comprovada, não fosse isso, (somente) o Poder Público teria estipulado outro parâmetro (nota mínima).
      Outra coisa, num segundo momento, é o “direito” de questionar as vagas preenchidas “indevidamente” por servidores transformados. Portanto, acho vital o discernimento em distinguir, no debate, a QUALIFICAÇÃO (comprovada no atingimento da nota mínima) e o do DIREITO À ASCENSÃO À VAGA (já reconhecia, inclusive pelo STF). E digo mais, se a Justiça brasileira fosse tão “zelosa”, como tem sido com a admissão dos embargos infringentes no caso “mensalão”, já teria julgado definitivamente, a tempos, evitando tanto constrangimento aos remanescentes.
      Pessoalmente, diante de toda esse imbróglio, gostaria de ver a admissão de todos pelo “simples” motivo: J-U-S-T-I-Ç-A !!!

  12. Senhor Henrique, pela exposição de seus fatos, percebe-se, com profundeza, que não conhece nada do assunto, assim é melhor não se manifestar, do que ficar escrevendo asneiras. Procure saber que foi o governo do estado de são paulo, que durante a vigência do concurso de 1986, nomeou centenas de assistentes técnicos ao cargo de agente de fiscal de rendas(sem concurso), afastando os que teriam direito ao cargo, por que passaram em concurso, cuja prova foram dois dias, com grande exigência de conhecimento. Esses assistentes ocuparam as vagas dos aprovados. Ninguem desse pessoal quis ou quer atrapalhar as vagas/oportunidades dos aprovados nos concursos seguintes, o que realmente o pessoal quer, e de direito, que o governo repare a sua falha.

    Pelo que deixa transparecer, você é uma pessoa egoísta, rancorosa sem motivo, uma pessoa que só deseja o mal para o seu semelhante, nao se esqueça cara, o que se faz aqui, aqui se paga, e a semente do mal voce está plantando. Ainda dá tempo, muda de vida, com certeza voce é uma pessoa problemática, de péssimo relacionamento, provavelmente tem problema familiar, ou outra coisa dessa natureza, como por exemplo, briga com os vizinhos por qualquer coisa, ou seja, uma péssima pessoa, péssimo caráter. Mas ainda dá tempo para mudar de conduta, experimente, vale apena……… Nesse mundo é tao proveitoso espalhar o bem, a fraternidade!!!!!!

    • Prezado Jonathan, não vou mais discutir contigo. Continue com a sua luta quixotesca que eu continuo por aqui trabalhando e recebendo meu salário no cargo em que fui aprovado mediante concurso público. Fui aprovado utilizando-me de esforço pessoal ao invés de artifícios ou subterfúgios. Qual foi sua classificação (ou a do seu “amigo”) no concurso de 86? Deve ter sido excelente, uma vez que mais de 4000 foram aprovados e você (ops… seu “amigo”) ficou de fora…

    • Caro Jonathan Feitosa, ingressei pelo concurso de 1986, e posso atestar as suas palavras, foram mais de 80.000 candidatos para 1.035 vagas (média de 80 candidatos/vaga). No último concurso de 2013, foram 36.000 candidatos para 850 vagas (média de 42 candidatos/vaga).
      Mas, esse tipo de comparação, se não tomarmos cuidado, esbarra no preconceito. Já conheci colega bem colocado com fraca atuação prática e colega “mal” colocado e com excelente atuação profissional.
      Na minha concepção, se o candidato preencheu as qualificações exigidas no Edital, obtendo a nota mínima estipulada, então está APTO. Isso é ponto pacífico.
      É INEGÁVEL que a CAPACITAÇÃO foi comprovada, não fosse isso, (somente) o Poder Público teria estipulado outro parâmetro (nota mínima).
      Outra coisa, num segundo momento, é o “direito” de questionar as vagas preenchidas “indevidamente” por servidores transformados. Portanto, acho vital o discernimento em distinguir, no debate, a QUALIFICAÇÃO (comprovada no atingimento da nota mínima) e o do DIREITO À ASCENSÃO À VAGA (já reconhecia, inclusive pelo STF). E digo mais, se a Justiça brasileira fosse tão “zelosa”, como tem sido com a admissão dos embargos infringentes no caso “mensalão”, já teria julgado definitivamente, a tempos, evitando tanto constrangimento aos remanescentes.
      Pessoalmente, diante de toda esse imbróglio, gostaria de ver a admissão de todos pelo “simples” motivo: J-U-S-T-I-Ç-A !!!

  13. Prezados Feitosa e Teo Franco, vcs estão perdendo tempo discutindo bobagens c/ esse tal de Henrique, essa cara é um imbecil idiota… e está por fora de tudo !.

    • Eu sou um imbecil idiota e estou por fora de tudo? Talvez…

      Peço apenas que os iluminados excedentes do concurso de 1986 confirmem para mim se a Acafresp tentou ou não impedir a nomeação dos aprovados no concurso de 2006. As informações contidas no site do Tribunal de Justiça dizem que sim…

      Aliás, não irei transcrever aqui a parte final da sentença, que exprime meu pensamento sobre esse pleito ridículo…

      http://esaj.tjsp.jus.br/cpo/pg/show.do?processo.codigo=1HZX6E3300000&processo.foro=53

      A seguir temos apenas o trecho relativo à frustrada tentativa da Acafresp de surrupiar as vagas dos aprovados de 2006:

      09/11/2006 Sentença Proferida
      11ª Vara da Fazenda Pública Autos nº 949 053 06 118684 0 Vistos. Trata-se de mandado de segurança interposto pela ACAFRESP ASSOCIAÇÃO DOS CONCURSADOS APROVADOS NO CONCURSO DE AGENTE FISCAL DE RENDAS / ESTADO DE SÃO PAULO, qualificada, contra o SECRETÁRIO DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA FAZENDA. Alegou a impetrante, em resumo, a condição de entidade sem fins lucrativos que congrega os concursados identificados e relacionados na exordial. Mencionou que foi aberto concurso público para provimento de vagas de agente fiscal de rendas, porém,anteriormente, em abril de 1986, havia sido aberto idêntico certame, no qual os associados da impetrante foram aprovados. Argumentou que os associados da impetrante têm direito de preferência e precedência constitucional de nomeação em mesmos cargos no qual foram aprovados por concurso público ANTES DOS NOVOS CANDIDATOS e, em suas 300 vagas a eles reservadas ….

      • Para finalizar, após as ponderações acima, restar examinar a legalidade e necessidade da fixação de prazos de validade dos concursos.Sempre estribado na premissa, também pelas razões acima expostas, que o juízo repele com veemência a pecha de que a não nomeação seja ato de omissão. A necessidade do prazo é evidente, uma vez que a aptidão é aferida no momento das provas e muito, em termos de conhecimento, perece ou esvai-se no decurso do tempo.Quer pela constante e vertiginosa mudança por que passam os diversos ramos da ciência, quer pela desatualização em que podem estar mergulhados os aprovados e não nomeados em certames findos. Assim sendo, o prazo de validade, legal e necessário, coloca um termo, primeiro na expectativa dos candidatos não nomeados, e em seguida nos órgãos da administração que passam a não mais permanecerem atados por vínculo jurídico ao ato findo e consumado.Por outras palavras, o ato jurídico exauriu-se, após o prazo de validade, com a consumação das nomeações havidas. Se persistirem as necessidades e permitirem novos recursos a administração, desejando arregimentar novos servidores, compete-lhe aferir , com novas e atuais provas, novos candidatos aos postos, resguardando-se, obviamente, o direito dos antigos aprovados que poderão do novo certame participar, em igualdade de condições, muito embora, eventualmente, com maior experiência. A questão posta, permite e exige as seguintes indagações:primeiramente como se pode determinar que candidatos aprovados no ano de 1986 ainda estariam aptos a assumir funções de agentes fiscais de renda, assegurando à administração pública que teriam , nesta oportunidade, os necessários e atualizados conhecimentos? resposta: só submetendo-os a novo certame; em segundo lugar se são possuidores dos conhecimentos que levou-os a serem aprovados em 1986, porque relutam em submeter-se a novo concurso que lhes facultaria, obviamente, nova e atual aprovação? resposta:o temor justifica-se pela conveniência de não enfrentar novos e mais preparados candidatos; e por último: se a matéria objeto do trabalho dos agentes fiscais, notadamente em um país prolífero em leis tributárias, exige constante e exaustiva atualização seria conveniente para a administração pública e, em última análise, para o interesse da ordem pública a nomeação e posse de agentes cujo conhecimento foi aferido em época recente ou aprovados em décadas passadas? A resposta para esta última indagação é cristalina. Desse modo, não tem a impetrante qualquer razão e o ato de convocação para novo certame é legal e não abusivo, inexistindo qualquer direito de preferência a ser reivindicado por aprovados em concursos anteriores, cujos prazos estejam expirados, porque a não nomeação naquela oportunidade não pode ser tida como ato de omissão. Ante o exposto, com fulcro no art. 269, inciso I do CPC, JULGO IMPROCEDENTE o pedido, na ausência de ato abusivo ou ilegal cometido pela autoridade informante, para DENEGAR A SEGURANÇA postulada.

  14. Em passagem por esse site, percebi a arrogância de determinadas pessoas!!!! Impressionante ler o posicionamento aqui relatados, parece que esse mundo cada dia está ficando pior – pessoas deixam transparecer, na flor da pele, a atitude egoísta, se vangloriam por estar em determinada situacao, como se isso lhe faz melhor do que os outros!!!! É lastimável ver essas situacoes!!!!! mas só a escola da vida, para dar um jeito nisso!!!!!

  15. Eu pensei que só existia gente ruim e maldosa no serviço em que trabalho. Nos relatos anteriores dá para ver que existem pessoas “perigosas e ruins” em todo serviço e lugar.

  16. Prezado Henrique,

    Seu fundamento fracassa porque pretende que as pessoas do concurso de 1986 passem no concurso pela segunda vez,, simplesmente isso. É a tradução do que você falou aqui até o momento, além de criticar a capacidade laboral dessas pessoas sem conhecê-las. Além disso, a aprovação desse pessoal é anterior aos concursos posteriores que você mencionou. Ninguém tentou prejudicar. Na verdade, foi o Governo do Estado (PSDB) que vez essa trapalhada e até hoje não teve coragem de assumir e consertar o erro. Quem deveria ser nomeado em primeiro lugar, é justamente esse pessoal meu caro que passou no concurso mais antigo. É uma questão lógica de preferência.

    E mais Henrique, se você é servidor vamos aplicar essa sua tese no seu caso. Para isso, basta nos encontrarmos na sua repartição e na sequência você pede exoneração do seu cargo. Depois, começa a estudar de novo para passar nele novamente. Assim, passaria 2 vezes, igual pretende que o pessoal de 1986 faça. O que você acha de nos encontramos para tomar essas providências? Enfim se quiser marcar um encontro para resolvermos isso, passa seu email. Ai, você faz um requerimento pedindo sua exoneração e começa a estudar de novo para o seu cargo.

    • Caro Pedro (ou seja lá quem for), não queira comparar a minha situação à sua. Eu prestei concurso, fui aprovado dentro de número de vagas e posteriormente NOMEADO. Essa sua idéia exdrúxula de querer que eu peça exoneração do cargo só serve para demonstrar o quanto sua idéias, assim como o seu pleito, são absolutamente desconexos da realidade.

      Responda a pergunta que eu fiz lá atrás sobre a mal sucedida tentativa da Acafresp em impedir a nomeação dos aprovados em 2006, não se esquive como vem fazendo.

  17. Henrique,

    A questão não é e nunca será a de impedir a nomeação de ninguém. Não é esse o propósito das ações colega. A questão é quem deve ou deveria ser nomeado em primeiro lugar juridicamente falando (porque na prática infelizmente é sempre politicamente falando e política nesse país é algo sob o comando de um bando de incompetentes “gestores” que violam a Constituição diariamente). Compartilho, humildemente, o entendimento de que aqueles que passaram no concurso mais antigo têm direito subjetivo de nomeação e, portanto, deveriam ser nomeados antes mesmo da realização do seu concurso. O problema não foi resolvido por inércia do governo, a ponto do concurso de 2006 e subsequentes estarem sendo realizados como se nada tivesse acontecido.
    Além disso, quando o Governo do Estado abriu o concurso em que você foi aprovado, por exemplo, tinha ciência de que não poderia fazê-lo antes de resolver essa pendência com o concurso de 1986. Simplesmente atropelaram o direito dos aprovados remanescentes e foram abrindo outros concursos como o seu, por exemplo. Ou seja, tentam vencer no tempo a causa. Aproveitam da própria torpeza alegando que agora os aprovados já estão velhos e não tem mais conhecimento jurídico, Igual a essa sua fundamentação. Você defende o Estado porque passou em concurso posterior e provavelmente se sentiu prejudicado com esse pleito que não tem nada a ver com o seu concurso, meu caro. Infelizmente o concurso foi realizado na transição da Constituição onde o concurso público não era tão consolidado como hoje. Passavam por cima do concurso público. Épocas de ascensão funcional e bizarrices análogas em prejuízo daqueles que estudaram. O tempo passou e passa e o Governo não quer resolver. Então, as ações, a luta tem que persistir, paciência e doa a quem doer.

  18. Henrique,

    Sempre com o devido respeito que você não merece, eu mantenho aquela minha observação. Caso você continue defendendo que essas pessoas que foram desrespeitadas pelo Estado, tenham que passar pela segunda vez no concurso público, o que significa uma humilhação. Caso você, realmente, seja adepto a essa teoria da dupla aprovação em concurso público para fins de nomeação, eu creio que você deve tomar a iniciativa colega.
    Eu proponho que nos encontremos, pois quero presenciar o seu requerimento de exoneração do seu cargo para o recomeço dos estudos, visando uma segunda aprovação nos próximos concursos que certamente virão, como requisito específico para fins de nomeação do cargo, com base na sua própria tese ressalte-se. Eu estou aqui a sua disposição esperando (sentado já pois lhe falta coragem para fazer isso) a sua iniciativa.

  19. Henrique,

    Em primeiro lugar, eu não prestei o concurso. Em segundo lugar, eu não tenho interesse em saber classificação de BARBUDO MARMANJO. Em terceiro lugar, para sua informação,desde sempre, eu só me preocupei com classificação de Miss Brasil, Miss Itália, Miss Espanha, Miss Portugal e Miss Mundo. Agora, se lhe interessa essas coisas, sempre com o devido respeito a sua liberdade.

    • Não sendo parte interessada, você deve ser DOENTE em ficar perdendo seu tempo por aqui…. e para mim isso já deu o que tinha que dar. Tenho coisas mais interessantes a fazer do que ficar discutindo com um desocupado que não sabe fazer outra coisa que não seja se esquivar de perguntas e desvirtuar os assuntos.

      E quer dizer então que você se preocupa com classificações de concursos de Misses? O caso é pior do que eu pensava…

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