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setembro 15, 2012

Fábula do Índio XIII – Marimbondos

HUMOR DA TRIBO

Depois de três anos guerreando sem conseguirem acertar os alvos, os caciques da tribo, após muito discutir e pensar, planejaram novo método de ação para atingir o Grande Rei. Enviaram às terras de Piratininga um comando indígena para tacar pedras na casa de marimbondos do Chefe Grande, para que este retrocedesse em suas decisões e, com medo, mandasse chamar o sindicato silvícola para abrir negociações. Até o momento, parte da aldeia esta em festa empolgada com o ato de valentia. A outra parte, duvidando da eficácia da estratégia, esta atrás das bananeiras com receio de que venham flechadas do lado de lá, inclusive confisco de ‘terras’ já conquistadas.

Índio é muito esquisito… e acha que tá podendo…

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setembro 15, 2012

Promessas x resultados

João Francisco Neto

“por aqui, desde o começo, na nossa vida pública a diretriz política sempre foi servir-se e, raramente, servir”

Em época de campanha eleitoral, os candidatos são pródigos em fazer promessas ao povo. Prometem tudo: moralidade, obras, atenção às comunidades carentes, melhorias na saúde, na educação, na segurança, geração de empregos, etc. São tantas as promessas que a maior parte do povo acaba não acreditando em nada, afinal, segundo a sabedoria popular, quando a esmola é muito grande o santo desconfia. Antigamente, isso tinha um nome sonoro: demagogia; mas, hoje, esta palavra está em franco desuso. Quem se der ao trabalho de ouvir e reunir as promessas de todos os candidatos terá a falsa impressão que, depois das eleições, viveremos num verdadeiro mar de rosas, já que todos os problemas serão enfrentados e resolvidos. Infelizmente, sabemos muito bem que nada disso acontecerá; ao contrário, as coisas pouco se alterarão e tudo ficará como dantes no quartel de abrantes. Vale pesquisar as causas pelas quais isso ocorre. Uma delas não tem nada a ver com a falta de recursos públicos, que existem sim, e não são poucos, pois, como todos sabemos, a carga tributária brasileira é das mais altas. Então, por que motivo, após a eleição, o governante, muitas das vezes, pouco consegue realizar? Já no cargo, muitos dirigentes, como prefeitos, por exemplo, descobrem que não é fácil gastar o dinheiro público. Ao contrário, a gestão de recursos públicos e a operacionalização da despesa pública são atividades bastante complexas, e que exigem a intervenção de pessoal especializado […] Leia o artigo completo