A culpa é do governador (*)

Antônio Sérgio Valente

Foi assim que a ardilosa Cleonice ficou sabendo que quem ia ao banco pagar as contas do sagrado lar de Fonseca era sua santa esposa Laura, a mais econômica das mulheres: ia à feira de sábado na meia hora final, quando tudo é mais barato; colecionava folhetos de propaganda de supermercados para comprovar as ofertas e exigir do mais próximo a cobertura dos menores preços; só comprava eletrodomésticos nas liquidações de balanço anual; e, ultimamente, depois de ver na tevê um comercial do governo, até nota fiscal ela vinha pedindo aos comerciantes, indicava sempre o CPF do marido, que o veículo da família estava em nome dele, e ela queria abater do IPVA do ano seguinte o imposto das compras […] Leia este conto na íntegra

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