Senado americano rejeita a Regra Buffett

Warren Buffet pediu para que os milionários deixassem de usufruir isenções fiscais

Foi criado um diploma para aumentar a carga fiscal sobre os mais ricos: a Regra Buffett. O Senado norte-americano rejeitou discuti-la. Mas o debate em torno dos impostos sobre os mais ricos deverá continuar a ser tema da campanha presidencial. O Senado norte-americano não quis levar a votação a lei que irá impor um limite mínimo de impostos para os milionários, tal como pretendia o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Os Democratas só conseguiram 51 votos dos 60 necessários, para que o diploma fosse efetivamente discutido e depois votado. Obama declarou:

Hoje, os Republicanos presentes no Senado votaram o bloqueio à Regra Buffett, escolhendo, mais uma vez, proteger as isenções fiscais para poucos americanos mais ricos às custas da classe média […] Leia mais

One Comment to “Senado americano rejeita a Regra Buffett”

  1. Qualquer semelhança com o Brasil, não é mera coincidência. A classe média brasileira, mais precisamente a que aufere seus rendimentos do trabalho assalariado, que não tem como repassar seus custos tributários devido ao fato de ser a ponta final de todo bem produzido no sistema econômico, praticamente suporta todo o peso da tributação direta e indireta deste país. A propósito, inclusive, recentemente tive que retificar minha declaração de IRPF devido ao fato de que, absurdamente, os gastos que tenho com meu filho com sua instrução e educação (curso de idiomas) não permitem dedução. Situação completamente injusta. Portanto, me parece que não apenas nos EUA a elite é “acarinhada” pelo poder, aqui não é diferente, sendo que quem paga a conta sempre é a classe média. Não tenho dúvidas que o Governo Federal tem perfeita noção desta situação e, apesar da recente luta para a diminuição dos juros, que aparentemente vai contra as pretensões do sistema financeiro, importante naco de poder da elite econômica, a verdade é que a classe média brasileira, talvez por ser muito heterogênea e, justamente por tal motivo, não ser unida na luta por seus direitos, sempre é a que sofre a maior opressão no sistema econômico, arcando com os custos dos benefícios e subsídios da elite econômica e também com a conta social, legitimamente reclamada pelos mais carentes.
    A grande mudança seria que houvesse uma drástica redução de IRPF em troca de maior tributação direta do sistema financeiro e, talvez, de um IPMF um pouco maior, repartido entre todos os Entes da Federação e recolhido proporcionalmente por todos os cidadãos que participem da economia formal ou informal já na “boca do caixa”. Não há porque não ser assim.

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