Archive for abril 7th, 2012

abril 7, 2012

Novo convidado reforça o time de articulistas do Blog

João Batista Mezzomo é formado em Engenharia e Filosofia, escreveu o livro “Quem tem ouvidos – Um salto do pensamento para o inconcebível“. É supervisor de Desenvolvimento Organizacional e Qualidade da SEFAZ-RS […] Leia mais

Discutindo a carga tributária brasileira

Parece que é opinião unânime que a carga tributária brasileira é alta, das maiores do mundo, e que o retorno é imensamente baixo, muito aquém do que pagamos. Que isso se deve a uma alarmante ineficiência do serviço público brasileiro, que tem como uma de suas mazelas desvios gigantescos de recursos públicos, os quais são do conhecimento de todos. Podemos aferir isso no dia a dia da chamada “opinião pública”, manifestada em colunas jornalísticas, editoriais, matérias publicadas na imprensa e mesmo em manifestações de pessoas. Recentemente, a própria Presidenta da República declarou ter “plena consciência de que a carga tributária brasileira é alta” e prometeu fazer o possível para reduzi-la. Em suma, em todos os quadrantes pátrios o que mais se ouve sobre isso é “pagamos muito e não obtemos nenhum retorno”. Será verdade?

Faz sentido que aqui exercitemos a dúvida, pois já acumulamos história suficiente para saber que – infelizmente para os raciocínios simplificadores – a verdade nem sempre acompanha a opinião da maioria, e já houve mesmo quem tenha dito que toda a unanimidade é burra. Por exemplo, no mundo antigo a ampla maioria das pessoas, se inquiridas, afirmariam sem demonstrar qualquer dúvida que a Terra era plana. Contudo, sabemos hoje que ela não é. Transportando essa linha de raciocínio para a questão da magnitude da carga tributária brasileira e da eficiência da esfera pública em geral, gostaria de me colocar aqui na contramão desta opinião unânime para sustentar que existe, figurativamente, um outro mundo possível depois do mar, para o qual podemos zarpar sem sobressaltos, se soubermos construir uma nave. E é possível mesmo que tal mundo seja bem melhor do que suspeitamos […] Leia o artigo completo

abril 7, 2012

Síndrome de rubro-negro

O artigo do último dia 5, do cronista esportivo Téo José, com tom de indignação, trata do fraco desempenho do Mengão na Copa Libertadores da América. A crítica dirigida ao clube carioca, que enfrenta crise de comando, nos remete naturalmente a situação crônica do nosso time sindical, tamanha a semelhança entre as duas equipes:

“O mais fanático torcedor do Flamengo sempre teve a noção que as coisas não andam bem. Dentro e fora de campo. A paixão pode ser cega, mas não é burra. E 2012 tinha tudo para ser um grande ano para o clube. Mas na preparação e saída de Vanderlei Luxemburgo, os problemas ficaram ainda mais evidentes. O Flamengo de hoje não tem comando, seus dirigentes batem cabeça e os mais bem intencionados são apenas torcedores. Falta capacidade. Em campo se vê um treinador ultrapassado, sem força e com discurso pronto. Os jogadores, na grande maioria, não têm comprometimento. Com todos estes sintomas,  o que vemos  é um time muito doente. Só que as pessoas que hoje estão no comando não respeitam a tradição e tratam o clube sem profissionalismo. A bagunça é geral. É isto que se reflete em campo. O Flamengo precisa de uma faxina. Limpar dirigentes, jogadores e comissão técnica” […] Leia mais

Transcorridos 3/4 do mandato desta gestão sindical… faltando 15 minutos, portanto, para encerrar a partida, ainda não convenceu a maioria com o seu futebol. Sem mobilização efetiva dificilmente chegará ao gol, e, assim, com este NEGRO resultado só nos resta ficar RUBRO de vergonha… ou de raiva.

TeoFranco

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