Fábula do Índio VI

HUMOR SINDICAL

Depois dos índios ficarem sem espelhinhos e apitos no Natal, os caciques, durante o recesso sindical – ops, tribal – de mais de 60 dias, tiveram a ideia de estudar a composição biológica dos sapos. Constataram que estes répteis, quando colocados num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, ficam estáticos durante todo o tempo em que se aquece a água. Os sapos não reagem ao gradual aumento da temperatura  e morrem quando a água ferve. Assim, os caciques concluíram que basta sofismar perante à tribo para mudar a sensação coletiva mesmo sem alterar a realidade dos fatos. E, assim, esperam que muitos não percebam as mudanças reais na aldeia ou falta delas. Acreditam que está tudo bem, que tudo vai passar, as coisas se resolvem sozinhas!

Índio é muito esquisito…

Leia também:

Fábula do Índio V – Nem apito, nem espelhinho

2 Comentários to “Fábula do Índio VI”

  1. É verdade… a água está fervendo, devagarinho, devagarinho. Será que vamos morrer cozidos?

  2. antes éramos índio, agora somos sapo, amanhã barata !

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