Sobre jacarés, cadáveres e maldições nas organizações

Hamilton Coimbra Carvalho

Vou contar um segredo pessoal: eu já fui eleito uma vez para um cargo. Era 1987 e eu estava no segundo colegial. Vá lá: o cargo era simbólico, representante de classe. Meus colegas estavam insatisfeitos com a representante anterior e me convenceram a me lançar candidato. (…) Eu iria, com a melhor das intenções, buscar formas de melhorar qualquer coisa que pudesse beneficiar os alunos da minha classe. Bom, essa boa vontade deve ter durado não mais do que um mês. Logo eu estava fazendo apenas o que a colega anterior fazia (…) Essa história pessoal ilustra um fenômeno bastante abrangente. A esperança dos que querem mudança sempre se renova quando há alteração de comando nas organizações. Seja por meio de eleições, como no caso de associações e sindicatos, seja por meio da renovação da cúpula, como no caso de organizações públicas e privadas. Porém, passado algum tempo, é comum a percepção de que pouca coisa mudou ou de que as eventuais promessas ou intenções de mudança não conseguiram ver a luz do dia. Qual a razão de tudo continuar como antes ou de pouca coisa de fato ser mudada na condução das organizações? […] Leia o artigo completo

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