A geração Y é mais produtiva do que a X?

Depende. A geração Y (os nascidos na década de 80) ingressa nas empresas com altas expectativas referentes à carreira e à conquista de seu espaço no mundo dos negócios. Lembrando que ela cresceu em ambiente rápido, competitivo e onde a informação havia se tornado ‘commoditie’. Atendo clientes da geração Y, que procuram processos de coaching exatamente para lidar melhor com a ansiedade, frustração e raiva causada pela suposta ‘lentidão’ dos X e do mundo corporativo, ainda bastante direcionados pelos mesmos. Com base na experiência que tenho com esses profissionais, posso dizer que a geração Y pode ser mais produtiva caso a interface com outras pessoas, principalmente da geração X, seja baixa ou nenhuma. Já se o progresso de sua produção depender de relações interpessoais com a geração X, terão sua produtividade reduzida, e muita frustração para digerir. (Guilherme Lang Dias Rego)

O LÍDER MODERNO TEM QUE OUVIR

Consultora de 26 anos fala da arrojada geração Y e das novas formas de liderança
O líder moderno, a meu ver, é uma pessoa estratégica, disponível para o relacionamento interpessoal, com boa comunicação e habilidade de inspirar pessoas com os valores de uma causa comum. Consegue estabelecer um estilo de liderança participativo, integrando-se, criando um ambiente e relacionamento horizontal com seus liderados, não sendo a pessoa que fala mais alto, mas a que possui grande capacidade de ouvir e compreender. Sabe libertar e incentivar o talento de seus colaboradores, tendo boa visão de futuro, sendo auto-confiante e firme, sem ser arrogante. É proativo, consciente, realizador, apaixonado por liderar e por pessoas. Para ser líder, não basta ter conhecimento técnico, mas também em gestão de pessoas, sensibilidade e maturidade para lidar com diferentes demandas técnicas e humanas. (Janete Trevisani)

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4 Comentários to “A geração Y é mais produtiva do que a X?”

  1. Em outras palavras , a geração x incorpora a filosofia do “eu sozinho”, do indivualismo exacerbad,incorporou a politica neo-liberal do sucesso e lucro a qualquer preço e sem qualquer consideração com qualquer aspecto que interrompa aquilo que “ele” o individuo tenha como meta. Dentro da empresa é tudo que o capital necessita.

  2. Essa teoria das gerações nasceu na sociologia e tem tido aplicação em diversos ramos dos negócios: propaganda/marketing, políticas das grandes empresas em gestão de recursos humanos, política, economia, etc.

    Primeiro, é uma generalização do “eu” individual do ser humano criada a partir de rupturas entre “gerações” convencionadas com base em um critério meio arbitrário (porque a geração “x” vai de dos anos de nascimento de 1946 a 1961? Por que não 1945 ou 1962?). Como tal, tem suas limitações. Afinal, nasceu nos E.U.A., país que exporta moda, valores, comportamentos. Isso quer dizer que para os países de economia e cultura ocidental centrais, talvez essas gerações tenham modo de pensar e se comportar igual. Mas e quanto a nós, povos da periferia ocidental, que temos um “gap” tecnológico, cultural e comportamental de alguns anos em relação aos valores que absorvemos dos E.U.A., da Inglaterra, da França, da Itália e até mesmo do Japão? Será que nossa geração “x” não estaria defasada em digamos, uns cinco anos? Não iria ela de 1951 a 1965? Como observador precoce dos costumes (quando eu era criança, com uns 11 anos de idade, que me dei conta daquilo, por conversas com adolescentes mais velhos, de 15, 16 anos, com quem tinha algum contato, irmãos de amigos, etc.), lembro bem que o auge do movimento hippie (pelo menos no Rio e em Brasília, onde morava, e certamente mais ainda em S.Paulo), ocorreu na primeira metade dos anos 70. Foi quando, pela minha percepção, o país incorporou a revolução de costumes e valores dos anos 60 pra valer.

    Por ter iniciado minha vida profissional numa empresa como a IBM, como analista de sistemas e usuário de uma rede mundial da empresa (rede com sede na Europa, com cujos usuários eu mantinha estreita conectividade diária, e isso ainda nos anos 80. Aliás, até hoje tenho amigos por lá com quem mantenho amizade por email, agora, via internet mesmo), isso também me deu uma vivência e facilidade com tecnologia que não é comum de se encontrar na minha geração. Já outros indivíduos da geração “y” que, por exemplo, sejam da área de humanas ou biomédicas, certamente seriam melhor classificados como pertencentes à geração anterior, ao menos nesse quesito de “conectividade teconológica”. Então, essa teoria tem lá seus limites, como qualquer outra teoria da área de Ciências Humanas, pautadas que são em convenções arbitrárias.

  3. Apenas uma correção: me referi à geração “x” como sendo de 1946 a 1960, mas na verdade, essa é a geração “baby boomer”. A geração “x” é a que veio imediatamente depois (1961-1975).

  4. Quanta besteira.

    Certa vez fiz um “teste” para saber em qual “Geração” o meu “psicológico de Geração Y” (1982) se enquadraria.

    Surpresa: Baby Boomer. Ah, mas não deveria ser Geração Y já que eu nasci em 1982?
    Só rindo. Tenho mais responsabilidade aos 29 anos (casado, 4 crianças sob minha tutela) do que muitos nascidos na era “Baby Boomer”. E isto não quer dizer que é melhor ou pior, seria tão idiota quanto a divisão em “gerações” se eu afirmasse isto.

    Mais um monte de baboseira criada com sei lá qual motivo. Não se generaliza pessoas. É com certeza coisa criada a partir de mentes que não conhecem pessoas.
    Basta ter dois filhos para saber que cada um já nasce completamente diferente do outro.

    Aliás, foi disso que se esqueceram os caras do comunismo. Tudo igual para todos, mas sendo todos diferentes?

    Simplesmente não funciona.

    O que mais me impressiona não é a criação, mas o tanto de seguidor que uma ideia desta tem.

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