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março 27, 2011

Nova guerra fiscal

O novo tipo de guerra fiscal é mais danoso, como se observa no estudo da Fiesp, porque resulta na transferência de empregos não só de um Estado para outro, mas do Brasil para o exterior. A redução do ICMS cobrado na importação de bens industriais confere uma importante vantagem ao fabricante estrangeiro. Seu produto é desonerado ao entrar no mercado brasileiro, enquanto o produto nacional continua embutindo o custo de todos os impostos e contribuições. Este cenário pode ter custado ao País 711 mil empregos entre 2001 e 2010 e uma perda de produção equivalente a R$ 55,4 bilhões, segundo cálculo da Fiesp. A produção perdida nesse período equivale ao produto bruto anual de uma cidade como Campinas […] Leia mais

Estadão

março 27, 2011

Construindo pontes e abrindo caminhos

CARTA DO EDITOR

Sempre houve uma permanente tensão dialética para conciliar os interesses dos servidores e as decisões políticas de governo. Atualmente, com mecanismos plurais se faz necessária, maior compreensão mútua entre as esferas envolvidas para se buscar um acordo, diminuindo assim os desgastes. Da liderança dos servidores, além dela saber identificar e valorizar a boa energia destes, é essencial fazer uso da boa e eficiente diplomacia, a qual consegue, muitas vezes, derrubar muros e aplainar caminhos.

Antes porém, no âmbito interno da entidade de classe, além da transparência e constante informação, é fundamental a manutenção de grupos críticos de apoio para o pleno exercício da cooperação e da minimização de conflitos desnecessários.

Toda estratégia bem elaborada incorpora elementos de persuasão e requer habilidade de relacionamento. Depois da era Lula, podemos ter clareza deste conceito crucial.

Já no relacionamento externo com as instituições políticas e governamentais, essa acepção deve ser expandida com a necessária construção permanente de canais de confiança relacional recíprocos.  Por sua vez, um diálogo eficaz deve ser exercido sem personalização das questões, evitando que seus interlocutores reajam negativamente e desconsiderem o interesse defendido.

Tanto na atuação interna como na externa, a liderança classista ao defender os interesses da entidade que representa, necessita buscar a solidificação da sua imagem através de comunicação competente capaz de transmitir a confiança necessária para a manutenção do relacionamento.

Uma postura de independência não impede que se tenha a humildade suficiente, para, com uma boa dose de habilidade no relacionamento junto às figuras de expressão no cenário político vigente,  se estabeleça pontes para alcançar os alvos almejados.

Boa oportunidade se apresenta agora com a PEC 89/2007, façamos uma reavaliação de postura e estratégia. Vale lembrar a recomendação do autor deste projeto do Subteto único, colega deputado João Dado:

Unidos e mobilizados temos boas chances de vitória”

TeoFranco

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