Fiscais de Rendas destacam ética como base de atuação profissional

Nem só da fiscalização vivem os fiscais de rendas. O coordenador de Planejamento Fiscal da Superintendência de Planejamento, Avaliação e Modernização (Suplam) da Secretaria de Fazenda, Hélio Madureira, afirma que a função é garantir o ingresso de recursos na receita estadual. E destaca que, no entanto, os agentes não têm influência sobre como essas verbas serão gastas.

Além de cobrar os impostos, os fiscais também atuam no acompanhamento do recolhimento das taxas e da aplicação da legislação tributária, e na elaboração de ações de vistoria em postos fixos e volantes, blitzes nas estradas e a Operação Barreira Fiscal, que começou na última segunda-feira (01/02).

Vista com preconceito por parte do contribuinte, a figura do agente fiscal é fundamental para a democracia.

A assessora da Suplam, Lucia Palazzo, que atua na área há 20 anos, afirma que ter espírito público é fundamental ao profissional de receita.

Não basta cobrar e penalizar, é preciso conscientizar as pessoas que elas também cumprem um papel social, já que as taxas serão revertidas em benefício do cidadão e podem construir uma sociedade eticamente melhor. Os concursados têm perfil de formação acadêmica muito sólida, alguns com mestrado e doutorado – o que faz a qualidade técnica aumentar muito – e muita vontade de trabalhar, com grande expectativa de investigar e contribuir para o incremento da arrecadação. Mas reforçar o papel ético do fiscal é fundamental para evitar que eles sejam seduzidos por agrados oferecidos pelos devedores”, ressalva.

Segundo Hélio, a tolerância a profissionais corruptos é zero. Uma das medidas adotadas pela Subsecretaria de Receita, à qual a Suplam está ligada, foi o investimento em ações direcionadas, que permitem maior controle sobre a atuação dos agentes.

http://www.sinfrerj.com.br/comunica%C3%A7%C3%A3o/departamento_de_jornalismo/not%C3%ADcias_di%C3%A1rias/fiscais_de_rendas_destacam_%C3%A9tica_como_base_d

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One Comment to “Fiscais de Rendas destacam ética como base de atuação profissional”

  1. Na fiscalização de tributos paulista temos muita gente honesta, que exerce suas funções de forma digna e íntegra. Entretanto, infelizmente, temos também diversas maçãs podres que insistem em trabalhar apenas para obter benefício próprio, auferindo vantagens indevidas. Considero que tais indivíduos não podem ser chamados de “colegas”, pois os mesmos atuam de forma a desprestigiar e denegrir a imagem dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo. Considero-os como um câncer que deve ser extirpado a todo e qualquer custo! É por causa de indivíduos assim que nossa imagem é de uma classe corrompida, de gente que se vende por qualquer trocado.
    Infelizmente, não vejo solução a curto prazo para esse grave problema. Isso é uma questão que só pode ser resolvida a médio ou longo prazo, com uma mudança de mentalidade que não pode ser implementada de um momento para outro.

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