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janeiro 25, 2011

Auditor de carreira é o novo presidente do INDG

O foco inicial da consultoria de Vicente Falconi ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, será a educação. O guru do “choque de gestão” de Aécio Neves em Minas Gerais tratará da revisão da política de metas e das promoções por mérito na rede pública de São Paulo. Mas, quem preside agora a organização de Vicente Falconi, chamada INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial) é o gaúcho Mateus Bandeira. Trata-se de um auditor de carreira da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, onde tirou licença para tratamento de interesse para assumir a presidência do instituto. Ele foi assessor de Antonio Palocci, no Ministério da Fazenda, e depois da assessoria da bancada do PT no Senado Federal, trabalhando sob o comando do ex-senador Aloizio Mercadante. Ou seja, é um funcionário público gaúcho de longo contato próximo com petistas. Durante o governo de Yeda Crusius no Rio Grande do Sul, ele foi inicialmente diretor da despesa da Secretaria da Fazenda (era o “dono” do cofre do governo gaúcho), depois secretário do Planejamento e, por último, presidente do Banrisul. Logo que assumiu a direção do banco estatal gaúcho, ele se distanciou totalmente de Yeda Crusius, a ponto de sequer atender seus telefonemas. Em plena campanha eleitoral, suspendeu todas as autorizações de mídia do Banrisul (maior anunciante gaúcho), sob alegação de que a polícia política do PT (Polícia Federal) havia desmontado uma operação de desvios na área de marketing do banco. Geraldo Alckmin poderia começar por perguntar a Yeda Crusius sobre a sua experiência.

Fonte: www.videversus.com.br

http://poncheverde.blogspot.com/2011/01/ex-assessor-de-mercadante-via-comandar.html

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janeiro 25, 2011

Tabela do IR x Salário mínimo maior

A presidente Dilma Rousseff decidiu reajustar a tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física em 2011 pelo índice da inflação de 2010 (6,46%), desde que essa concessão faça parte de um acordo com os partidos e as centrais sindicais para estabelecer o salário mínimo em R$ 545. No máximo, admite-se internamente no governo que o mínimo chegue a R$ 550. Nunca os R$ 580 defendidos pelas centrais. E também não seria atendida, neste acordo, a terceira reivindicação da pauta dos sindicatos, que é o aumento de 10% das aposentadorias acima do mínimo – esses benefícios foram reajustados apenas pela inflação.

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=35868