Archive for janeiro 9th, 2011

janeiro 9, 2011

Governo mineiro não prevê aumento de salários

Anastasia não cumpre promessa feita em 2004 e funcionalismo não terá reajuste mesmo com aumento da receita.

O governador anunciou no domingo passado que os dados “colocariam o Estado no topo do ranking dos que mais tiveram aumento da receita”. Mas ao contrário de outros Estados que prometeram em 2011 reajuste aos servidores estaduais, como o Estado do Rio de Janeiro, em Minas Gerais está fora dos planos de Anastasia.

http://ajosp.blogspot.com/2011/01/anastasia-nao-cumpre-promessa-feita-em.html

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janeiro 9, 2011

Alckmin demite funcionários da gestão Serra

Em quatro dias, foram assinadas 39 ordens de exoneração do governo

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/alckmin-demite-funcionarios-da-gestao-serra

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janeiro 9, 2011

Calabi dentro, MR fora

Geraldo Alckmin, ufa, nomeou Andrea Calabi como secretário da Fazenda. Mauro Ricardo cai fora. Alckmin deixa os setores produtivos aliviados. MR tinha uma fome pantagruélica. Era muito duro. Gostava de onerar a produção. Aliás, Serra perdeu a embocadura que tinha junto ao empresariado por conta do aperto dado por seu secretário da Fazenda. Com a nomeação de Calabi, o novo governador põe um ponto final no mando serrista. (Por Gaudêncio Torquato – Jornal A Hora Online)

http://www.jornalahoraonline.com.br/coluna.php?id=3224

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janeiro 9, 2011

5.000 acessos na 3ª semana

Na 3ª semana no ar o Blog do AFR atinge 5.000 acessos. Hoje (9/1/11) recebemos a motivadora mensagem do colega Manoel Jardim:

Não sei quais são os criadores do blog, mas cumprimento pela iniciativa; sou AFR aposentado e nos últimos anos tenho me mantido informado através do AFRpaulista, que tem prestado grandes serviços à integração da classe; entretanto, tenho a impressão de que muitos colegas da ativa têm um certo receio de se manifestar, como se a atitude de participar de um forum de discussões dos interesses da classe fosse uma “traição” aos superiores, o que é uma pena. Parece que não se vislumbra no grupo seu grande objetivo, que é o de interação da classe, e ocorre uma fulanização da iniciativa.
Assim, o surgimento de mais um meio de comunicação entre a classe é muito bem vindo, para encorajar os colegas a maior participação.
Prometo solenemente ler todos os emails que me forem encaminhados.
Boa sorte.

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janeiro 9, 2011

5 pontos para um sindicato forte

Cinco temas estratégicos para o fortalecimento do sindicalismo classista:

1) Politização da classe: A experiência nos mostra que não basta o sindicalismo lutar pelas questões imediatas, econômicas e corporativas. Há a necessidade de se forjar um sindicalismo que politize a classe para o reconhecimento e a valorização do servidor. Sem um sindicalismo protagonista de participação política não haverá reavaliações estruturais.

2) Organização na base: Não existe sindicalismo forte sem estruturas regionais. A ditadura militar proibiu os sindicatos, o neoliberalismo procurou quebrar sua espinha dorsal e as novas técnicas gerenciais tentam torná-lo supérfluo. O novo ciclo político possibilita esta visão de reorganização.

3) Formação de classe: A ofensiva neoliberal acuou os sindicatos. Entre outros malefícios, houve um natural envelhecimento das direções sindicais, fruto do defensividade das lutas e do esvaziamento das entidades. Pesquisa realizada no 8º Concut (2003) revelou que 58% das lideranças tinham mais de 40 anos de idade, enquanto no 5º Concut (1994) eram 29%. Essa amostragem, revela a preocupante ausência da renovação das lideranças e a fragilidade do trabalho de formação e de reciclagem político-sindical dos dirigentes e ativistas de base. O investimento em formação é hoje uma prioridade e deve ser tratada como emergencial. Do contrário, os sindicatos não expressarão as novas realidades do trabalho, inclusive com o crescente ingresso de jovens, e não terão como dar respostas ao complexo debate de idéias que permeia a sociedade e os próprios temas fins da atividade da categoria.

4) Ação intersindical: Para interferir nos rumos do país não basta a atuação meramente corporativa, por categoria. A unidade da classe é indispensável. No governo Lula ainda são tímidas as medidas no sentido de fortalecer as centrais como instrumento de horizontalização e de unificação da classe. O sindicato é um instrumento de frente única no qual se expressam diferentes concepções. A sua força reside exatamente na garantia da unidade na diversidade. Qualquer postura hegemonista coloca em risco a indispensável união dos trabalhadores. Hoje, mais do que nunca, é preciso democratizar as Centrais Sindicais, garantir sua autonomia diante do Estado e imprimir-lhe uma marca nitidamente classista. Do contrário, o papel das Centrais corre sérios perigos.

5) Ações sociais: As recentes mutações do mercado capitalista, do amargo remédio neoliberal e da reestruturação produtiva, colocaram em cheque a própria forma-sindicato. É imperioso fazer uma reflexão para a inserção e participação ativa do sindicato nas ações sociais.

Campinas, 08/01/2011

Teo Franco

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