Após dois encontros do Conselho de Representantes podemos esperar que, agora em Março, a Agenda 2012 tenha início.
Na primeira reunião (11) “O Conselho do Sinafresp, decidiu suspender a realização do primeiro Congresso Estadual do Fisco Paulista (Conefip) … ponderaram sobre a conveniência de a classe concentrar seu foco e seus esforços na mobilização da categoria neste ano.”
Na reunião de ontem (25), “aprovou um plano de mobilizações para 2012 e o início de ações destinadas a buscar o atendimento das demandas da classe. Também decidiu manter o elenco de reivindicações aprovado pela categoria na AGE de 18 de junho de 2011, a começar pela PEC, extinção do Nível Básico, revisão da LC 1.059/2008, Lei Orgânica do Fisco, e outras. O Conselho de Representantes concluiu que não haverá necessidade de ser convocada agora AGE para deliberar sobre os pleitos da categoria. Na oportunidade, os diretores assinaram um compromisso de trabalharem em conjunto (sic) pelas reivindicações.”
Embora com desarmonia crônica na cúpula do sindicato, mesmo com o esforço do Conselho para administrar os conflitos, a chamada de uma AGE (centralizada) seria de vital importância para reavaliação da disposição e percepção do interesse dos filiados em participar efetivamente das “mobilizações”. Agora com previsão no novo Estatuto, poderia ser convocada ao menos uma AGE Regional, que facilita sobremaneira, economizando o deslocamento, para que decisões pontuais sejam deliberadas diretamente por parte dos seus filiados. A urgência para o início das “mobilizações”, não serve de justificativa para a não realização de AGE, pois, no espaço de 60 dias, desde o início do ano, era tempo mais que suficiente para a realização da mesma.
O mínimo que se espera para um real despertamento e efetivo avanço de uma organização sindical é que aja, ao menos no início de cada ano, um Balanço Geral e amplo debate aberto.
O primeiro passo (seria): OUVIR OS SEUS FILIADOS EM ASSEMBLÉIA GERAL!
De outra forma, não se poderá lamentar a baixa adesão e “falta de comprometimento” dos AFR’s. Enquanto as Escolas de Samba já iniciam os preparativos para o desfile de 2013, por aqui se pretende energizar a categoria e colocar o bloco na rua, para, em muito pouco tempo (até junho) atingir todos os entes envolvidos e alcançar as inúmeras reivindicações através da “MOBILIZAÇÃO”…
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“Tenho ouvido muitas criticas à atuação do nosso sindicato, na pessoa do seu presidente e vice-presidente, por suas condutas omissivas, letárgicas e desestruturantes. Nós escolhemos nossas amizades e os nossos dirigentes têm a liberdade de assim o fazer. Não obstante, o que não pode acontecer é não saber delimitar os espaços, o que necessariamente não resultariaem rompimento. Conversei pessoalmente com o presidente por duas vezes e expus o desconforto da categoria, que esperava uma atitude mais efetiva, mais participativa na busca dos nossos direitos. Engana-se quem pensa que queremos um movimento paredista de supetão. Hoje, já não tenho como contestar o que fora previsto e proclamado pela oposição quando do último pleito eleitoral da nossa instituição [...] Cada um tem de entender suas atribuições, negá-las é atirar no próprio pé [...] Por definição, pelego é tido como o líder sindical de confiança do governo que garanti o atrelamento da entidade ao Estado. A palavra, que antigamente designava a pele ou o pano que amaciava o contato entre o cavaleiro e a sela, virou sinônimo de traidor dos trabalhadores e aliado do governo e patrões. Logo, quando chamada de pelego, significava que a pessoa era subserviente/servil/dominada por outra, ou seja, capacho, puxa-saco, bajulador. Mas como se pode rotular esse trabalhador que se estremece, que aceita tudo o que o governo quer, sem questionar? Pelego é trabalhador que se deixa montar pelo governo; é o que não consegui reagir frente à humilhação da categoria; é quem não luta por seus direitos, por medo das conseqüências; é o pusilânime que se esconde atrás de desculpas esfarrapadas para justificar a própria covardia; o que não tem coragem de lutar; o que se esconde atrás dos que lutam, aproveitando da peleja alheia como um parasita. Pelego não sabe o significado da palavra solidariedade, é egoísta que não consegue ver nada além de suas próprias e momentâneas necessidades; é aquele que terminada uma assembléia não consegue olhar nos olhos dos seus companheiros, porque se sente uma sub-pessoa, uma não gente, pois lhe falta uma parte essencial a todo ser humano que se preze: o brio, a coragem, o amor próprio, a nobreza de caráter, enfim. Recentemente encontrei amigos do Ministério Público e da Magistratura e me perguntaram o que estava acontecendo com o nosso sindicato. Eu apenas respondi: Um pequeno desvio de rumo. O GPS não está bem conectado com o satélite. Não quero destas ilações acreditar que a presidência da minha entidade seja pelega. Eu quero apenas dignidade, o restabelecimento do crédito construído com muita luta e coragem da nossa categoria” [...] 
Sindifern realiza Assembléia Geral Extraordinária para tratar da redução da mensalidade sindical. Na ocasião, a comissão de base criada para analisar a redução da contribuição sindical apresentará o seu parecer sobre esse tema. Segundo Eleazar Brito, Presidente do Sindifern, a sua promessa de campanha, quando foi eleito pela primeira vez para presidir o Sindifern, era que a redução da mensalidade para os filiados fosse de 20%, e isso a sua administração conseguiu atingir. “Com uma política de controle de despesas, e aumento de novos colegas filiados, o Sindifern, hoje, tem uma receita mensal na ordem de 100 mil reais. O que possibilita haver uma redução.
Dentro da política de interiorização adotada pelo Sindifisco-PB, a diretoria realizou nos dias 8 e 9/fev/11, em Patos e Cajazeiras, um Café da Manhã com aposentados e pensionistas da região. O intuito do encontro é a troca de informações importantes com os colegas sobre diversos assuntos, entre os quais, as demandas judiciais, tratadas pela própria assessoria jurídica do Sindicato. A diretoria do Sindifisco-PB pretende também colher sugestões dos colegas para que o Sindicato desenvolva mais ações em prol desses grupos.
O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Tocantins (SINDIFISCAL) também está nessa mobilização em favor do reajuste da tabela do IR. No dia 18 de Janeiro, o Sindifiscal protocolou na Justiça Federal uma ação cominatória com pedido de antecipação de tutela contra a União pedindo a correção da tabela do Imposto de Renda. Esse Ato faz parte de uma mobilização da Força Sindical no Estado em conjunto com o Sindifiscal.