Posts tagged ‘relações públicas’

junho 12, 2011

Mobilização: Gaúchos conversam com políticos

O secretário Kalil Sehbe (PDT) recebeu, na tarde desta quinta-feira (9), a visita de um grupo de agentes fiscais para conversar sobre o pacote de sustentabilidade do governo do Estado. Na oportunidade, o grupo presenteou o secretário com uma faca com os dizeres “Kalil – 50 anos. Dos AFTE´s de Caxias do Sul” pela passagem do seus 50 anos. “Reconhecemos no secretário um grande parceiro na nossa luta para consolidação da AT que o Estado e o cidadão merecem”, afirmou o AFTE Luis Frenando Crivelaro. Na sexta-feira (1o), a visita foi feita ao deputado Barbosa Velho (PDT)

Sindifisco/RS

maio 26, 2011

Prêmio Gestor Público é de iniciativa das entidades do fisco gaúcho

A décima edição do Prêmio Gestor Público foi lançada oficialmente nesta terça-feira (24), no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa. Todas as prefeituras gaúchas podem participar gratuitamente com até cinco projetos classificados em alguma das funções de governo existentes. Desde o seu início, em 2002, o Prêmio Gestor Público contabiliza 1.759 projetos participantes, dos quais 541 foram agraciados com as diferentes modalidades de premiação existentes. Para esta edição comemorativa, a ênfase temática será “Da administração do tributo: da arrecadação à aplicação. Um olhar da sociedade”.

O presidente da Famurs, Vilmar Perin Zanchin, afirmou que há 10 anos o Prêmio Gestor Público foi o “grande incentivador para que novas e boas práticas surgissem”. O presidente da Afisvec, Abel Henrique Ferreira, exaltou as prefeituras que, segundo ele são “a base onde as coisas acontecem”. A Afisvec se junta ao Sindifisco-RS, em 2010, como co-realizadora do Prêmio Gestor Público. “A união das entidades demonstra também a união na Secretaria da Fazenda, trabalhando juntas para o bem da sociedade”, disse.

Convite oficial

maio 26, 2011

Contatos imediatos

As diretorias da Afisvec e do Sindifisco-RS estiveram nesta sexta-feira (13) visitando os agentes fiscais que exercem cargos de chefia na Fazenda. Receberam o grupo, os subsecretários da Receita (foto), Cage e Tesouro, além dos colegas da Aplan, Supad, SSI e Sudesq. As entidades pediram o apoio da equipe diretiva no sentido de mostrar a contrariedade dos AFTEs em relaçao ao pacote de medidas anunciado pelo governo do RS.

AFISVEC

maio 17, 2011

Governo do Pará apoia a Lei Orgânica

Secretário José Tostes Netto com o presidente do Sindifisco Charles Alcantara

RELAÇÕES POLÍTICAS ESTRATÉGICAS

O secretário da Fazenda, José Tostes Neto, emite declaração, logo depois da assembleia geral que aprovou por unanimidade o nome de quatro representantes da categoria para inserir mudanças propostas pelo próprio secretário ao projeto de lei que o governo mandará à Assembleia Legislativa:

Sou inteiramente favorável à aprovação da Lei Orgânica para o Fisco. Tal previsão foi inserida na Constituição Federal exatamente para assegurar que a Administração Tributária tenha garantias e prerrogativas de atividade de Estado”. 

Sindifisco-PA

abril 9, 2011

Estranhas relações

CARTA DO EDITOR 

Entre nós existe um conceito de que sindicalista esta de um lado e patrão de outro. Uns defendem até, que quem foi sindicalista não deveria depois ocupar função de confiança. Como se tivesse (mais) uma ‘pena’ a pagar. E o inverso valeria? O chefe convertido? Aquele que ocupou função e depois buscou atuar diretamente pelos interesses da categoria. O cenário brasileiro tem mostrado um relacionamento de forças bem diferente desse conceito já ultrapassado.

O Brasil sofreu transformações marcantes na última década onde o sindicalismo alcançou o cargo máximo da Nação ocupado pelo seu maior expoente, Luis Inácio Lula da Silva. Houve ocupação generalizada nos diversos escalões. Agora, com a eleição de Dilma Roussef as Centrais perderam espaço em Brasília, mas, por outro lado, elegeu a sua maior bancada no Congresso Nacional, com 83 deputados e 8 senadores (Veja quadro).

Apesar da relação entre governo e centrais sindicais ter começado com estranhamento de ambas as partes, por causa da votação do reajuste do salário mínimo, a presidenta sabe que precisará, mais que qualquer um de seus antecessores, negociar com o movimento sindical. Talvez, por isso, no início de março, ela regulamentou lei, que determina que todas as empresas públicas com mais de 200 funcionários deverão ter um representante dos empregados em seus conselhos de administradores.

Em São Paulo, parte dos cargos nos conselhos de administração de empresas estatais é ocupada por indicação do governo. Reportagem do Estadão, de 14 de março, mostra que uma boa parte dos atuais integrantes dos Conselhos de Administração é formada por filiados do PSDB e quadros ligados à sigla (Veja quadro).

O outro lado

A bancada patronal também cresceu. Com 273 congressistas, a maior bancada empresarial dos últimos 20 anos, teve um crescimento de 25%. Contudo, a capacidade de articulação dos empresários é menor que a do movimento sindical. Segundo o DIAP, é um grupo heterogêneo, que vai do ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi (PR-MT), um dos maiores produtores de soja do mundo, eleito para o Senado, ao secretário de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR).

As bancadas sindical e empresarial devem se enfrentar em pautas polêmicas, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais – pedido das centrais – e a regulamentação da terceirização.

Tudo isso aponta para algo que em outros tempos era visto como relações estranhas. Hoje, as relações públicas ou políticas se tornaram o principal elemento condutor estratégico para o avanço em qualquer demanda de uma categoria profissional.

Resta-nos fazer o melhor uso delas!

TeoFranco

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abril 2, 2011

Planejamento de Relações Públicas

As relações públicas exercem a função estratégica que significa ajudar as organizações em geral, bem como entidades representativas, empresariais e sindicais. Estes organismos, face às novas exigências no sistema social global, necessitam, além de rever posturas, planejar estrategicamente a comunicação e administrar o relacionamento com o público alvo. Valorizar a dimensão e o seu posicionamento institucional.

a organização se converteu em um ator social … agindo politicamente … e suas regras de comunicar foram, progressivamente, impregnando todo o corpo social (Armand Mattelart) na sociedade contemporânea ser transparente passou a ser um imperativo para as organizações (Don Tapscott e David Tipoll)

A transparência vai muito além da obrigação de fornecer informações, implica a necessidade de planejar estrategicamente a comunicação organizacional com todos os públicos.

Assista aos slides sobre Planejamento de Relações Públicas:

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