Posts tagged ‘reforma da previdência’

abril 11, 2011

Previdência complementar do servidor na pauta

O projeto de lei do governo (PL 1.992/07), que institui a Previdência Complementar do Servidor Público, conforme determina os parágrafos 14 e 15 do artigo 40 da Constituição, com a redação dada pela Emenda Constitucional 41, de 19 de dezembro de 2003, retorna à pauta da Câmara nesta semana.

O projeto está em discussão na Comissão de Trabalho, cujo relator é o deputado Sílvio Costa (PTB-PE), presidente do colegiado. Costa apresentou parecer favorável ao projeto que estará na ordem do dia desta quarta-feira (13).

A iniciativa institui o regime de previdência complementar para os servidores públicos titulares de cargos efetivos da União, e também cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), o fundo de pensão do funcionalismo.

O objetivo da proposição é limitar a cobertura do regime próprio, que atualmente equivale à totalidade da remuneração do servidor, ao mesmo teto praticado pelo regime geral do INSS, atualmente fixado em R$ 3.689,66.

Segundo prevê o PL 1.992/07, a administração dos recursos garantidores, das provisões e fundos dos planos de benefícios será terceirizada, mediante a contratação de instituição autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), observado o disposto no artigo 10 e nos incisos I, III e IV do artigo 13 da LC 108/01.

Fonte: DIAP

abril 7, 2011

Jacob e os aposentados

“Sete anos de pastor Jacob servia…”, genial soneto de Camões, serve de modelo para os AFRs aposentados do Estado de São Paulo que de longa data têm sido agraciados com o também genial  “REDUTOR SALARIAL”  produto da Reforma Previdenciária  – EC 41/2003.

Em boa hora o SINAFRESP resolveu elaborar um comunicado sobre as ações judiciais referentes ao famigerado Redutor. Considero, porém, que também já passou da hora de trazer informes sobre o julgamento dessas ações, as quais dormem nas gavetas do S.T.F. o sono dos injustos. Algumas perguntas ressoam nos ouvidos dos fiscais mais antigos, em especial os aposentados, produzindo ecos estrondosos:

A algum ministro foram distribuídas essas ações ?

Por que não se vislumbra qualquer manifestação a respeito?

A quem interessa a demora dessa decisão, senão aos governadores que, em caso de decisão justa, mandarão as diferenças salariais  para o cemitério  dos precatórios?

Haverá vergonha de ministros que, manifestando-se contrariamente aos pedidos, terão um borrão em suas biografias e servirão de chacota a juristas e doutrinadores?

Há alguma dúvida quanto à violação dos direitos adquiridos, do ato jurídico perfeito, da coisa julgada?

O ESTADO não se torna estelionatário quando exige o cumprimento de certas condições para proporcionar benefícios e, após o cumprimento das condições, burla a concessão do benefício?

Há poucos meses presenciei a morte de dois colegas aposentados que ansiavam por ver seus direitos preservados, seus precatórios resolvidos, mas perderam suas vidas sem qualquer resultado.

Mas… ainda restam sobreviventes… teremos que servir outros sete anos?

Piracicaba,07 de abril de 2011

Ary Marconi

AFR-SP aposentado

ary.marconi@gmail.com

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março 26, 2011

Respeito com os servidores públicos

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

A partir da publicação, no início de março, do Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal, onde há o detalhamento dasdespesas e receitas da União em 2010, foi reiniciado um debate eivado de desinformação sobre as aposentadorias do funcionalismo público.

Alguns dos principais veículos de comunicação abordam o assunto em seuseditorais, cometendo leviandades e assacando aleivosias, atingindo deforma direta e gratuita o universo de cidadãos que, denodadamente, prestou, durante décadas, serviços à sociedade brasileira.

Vilson Antonio Romero

presidente do Sindifisco Nacional em Porto Alegre

Leia o artigo completo

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Previdência – Sindifisco Nacional se posiciona

Volta a baila a questão da Previdência II

Volta a baila a questão da Previdência do Servidor Público

março 25, 2011

Sindifern promove debate com lideranças sobre a Importância do Fisco

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Rio Grande do Norte vai reunir mais de 500 auditores fiscais de todo Brasil para discutir, entre os dias 06 e 08 de abril, em Natal-RN, o tema: “Fisco: essencial para uma sociedade justa e democrática”.

O evento terá a participação da governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, que vai fazer a palestra de abertura do evento. Também já confirmaram presença o senador do PMDB e ministro Garibaldi Alves, que vai falar sobre os desafios da Previdência Social; e o senador do DEM, José Agripino Maia, que fala sobre a Reforma Tributária sob a ótica política.

Confira a programação do VIII CONEFISCO

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Plano de Ação e Metas – Sinafresp

Casa Grande & Senzala x Participação

Feliz Ano Novo!

março 21, 2011

Previdência – Sindifisco Nacional se posiciona

Sindifisco Nacional rebate argumentos do Estadão

O Jornal “O Estado de São Paulo” vem, insistentemente, repercutindo em suas publicações um suposto rombo no regime de previdência dos servidores públicos da União. Segundo matéria publicada no último dia 12, houve no ano passado, em comparação com 2009, um acréscimo de 9% no déficit previdenciário do Regime Próprio. [...] ao longo dos anos, [se] os recursos recolhidos pelos servidores tivessem sido aplicados a uma taxa mínima de 6%, talvez hoje não houvesse o tão propalado suposto déficit. Como destacou o segundo vice-presidente do Sindicato durante o seminário, os governos se esqueceram de fazer o lançamento escritural e contábil dos valores recolhidos, de modo a deixar transparente para a sociedade brasileira seu verdadeiro destino.

Esqueceram-se também que o servidor público foi, por um longo período de tempo, um dos grandes capitalizadores do sistema previdenciário brasileiro. Ou seja, ele teria que ter crédito com o Estado e não débito, como parte da sociedade e também a grande mídia têm pregado ultimamente.[...] Segundo estudiosos em assuntos previdenciários, se houvesse capitalização dos recursos do Regime Geral da Previdência Social desde o seu surgimento, haveria no ano de 1997 em torno de 70% do PIB brasileiro daquele ano nesse fundo.  [...] O Sindifisco Nacional entende que deve haver um debate sério e responsável acerca do sistema previdenciário do país. Há que se pensar em uma ampla reestruturação. Em lugar nenhum do mundo, a Previdência Social tem que ser superavitária. Ela tem que ser equilibrada para garantir o sustento do trabalhador brasileiro ao fim da sua capacidade produtiva.

Fonte: Sindifisco Nacional

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Volta a baila a questão da Previdência II

março 19, 2011

Volta a baila a questão da Previdência II

CARTA DO EDITORInfomoney publicou duas matérias falando do seminário O Futuro da Previdência no Brasil, realizado nesta semana.

Uma delas relata o painel que discutiu o futuro da Previdência em debate realizado pelo Ministério da Previdência na última quarta-feira (16). Especialistas apresentaram estimativas demonstrando que se o Regime Geral da Previdência Social mantiver as regras vigentes, em 40 anos a população de trabalhadores ativos não conseguirá financiar a população idosa, que será três vezes maior em 2050, pela razão de que houve um ganho acentuado na idade das mulheres, por exemplo, entre os anos 2000 e 2005. Antes, a expectativa de vida era de 60 anos, hoje é de 78,5.

Por por outro lado defendem que o ideal seja repor a renda dos aposentados e pensionistas e não mais transferir ganho real para aqueles que não participam mais do mercado de trabalho. Outra mudança sugerida é alterar as regras para a pensão por morte, é preciso considerar o número de filhos, o valor da pensão e a idade do pensionista antes de definir o valor do benefício.

A outra notícia fala que o valor médio da aposentadoria paga aos servidores públicos brasileiros é mais de oito vezes superior ao dos trabalhadores da iniciativa privada. Enquanto o valor médio das aposentadorias pagas aos trabalhadores das empresas privadas é de R$ 700, o dos benefícios pagos aos servidores é de quase R$ 6 mil.

O Regime Próprio contribui para a desigualdade da distribuição de renda do Brasil, afirmou o pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcelo Abi-Ramia.

Enquanto que o Regime Próprio da Previdência Social da União conta com 941 mil servidores, incluindo os militares, e teve uma necessidade de financiamento de R$ 51 bilhões em 2010. A necessidade de financiamento do Regime Geral, com 24 milhões de beneficiários, foi de R$ 43 bilhões no mesmo período.

Não há como avançar em equidade sem a introdução da previdência complementar, afirmou o pesquisador, em relação ao regime dos servidores.

Ele disse que o teto do Regime Geral da Previdência Social, hoje em R$ 3.689,66, é razoável, dada a situação econômica brasileira, e ainda explicou como funcionaria a previdência complementar dos servidores“Até o teto do INSS, mantém o mesmo tratamento. Acima deste valor, dá-se um tratamento diferente para as pessoas com renda mais alta”.

O outro lado

Também, nesta semana, aconteceu reunião do FONACATE (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), onde se debateu sobre o tema Previdência Complementar dos servidores através do Projeto de Lei Complementar (PLP) n° 466/2009, tido como uma proposta que promete apresentar uma solução benéfica para a questão. O ex-presidente da União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, Celso Malhani de Souza, afirmou que “os anseios dos servidores públicos estão contemplados no atual texto do PLP 466, mas muita coisa ainda pode ser aperfeiçoada por meio de emendas”.

Um dos preocupações é com o PL n° 1.992/2007, que cria o regime de previdência complementar para os servidores públicos federais titulares de cargo efetivo, fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo regime de previdência e autoriza a criação de entidade fechada de previdência complementar. O projeto, que traz diversas ações prejudiciais para os servidores, está parado na Câmara dos Deputados, principalmente por causa das pressões das entidades representativas.

Reforma da Previdência

A questão do “rombo” da previdência tem sido pauta permanente da imprensa, agora, divulgando a intenção do governo em enviar ao Congresso Nacional novo projeto de Previdência Complementar para formalizar a questão. Afora o estigma impingido ao servidor público como o bode expiatório do problema, a reforma da previdência é um tema sensível que atinge toda a população, e, por isso mesmo, necessita de permanente reflexão responsável por parte de todos os servidores. É o momento das entidades de classe estimularem estudos complementares e debates com os seus filiados, tendo em vista a importância do tema. Só assim, com propostas concretas e pressão junto ao parlamento poderá se alcançar resultado positivo.

TeoFranco

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Volta a baila a questão da Previdência do Servidor Público

Governo quer minirreforma na Previdência

Como anda a Previdência?


março 18, 2011

Governo quer minirreforma na Previdência

A histórica barreira à realização de uma ampla reforma da Previdência — que toque em pontos sagrados como fixação de uma idade mínima para aposentadoria — levou o governo a optar por mudanças mais específicas. A estratégia é a mesma que se quer adotar na reforma tributária: trabalhar para minimizar problemas. No caso previdenciário, a equipe econômica quer mudar regras que hoje pesam sobre as contas públicas. O governo terá três focos de atuação: o regime de previdência complementar dos servidores públicos, benefícios como pensão por morte e o fator previdenciário.

No caso do regime dos servidores públicos, o governo quer aprovar projeto que cria o fundo de previdência complementar da categoria. A proposta foi enviada ao Congresso em 2007 e engavetada por pressões da própria base aliada, em especial PT e PCdoB. A intenção é negociar com o Congresso a aprovação da medida o mais rapidamente possível.

Somente no ano passado, a União desembolsou R$ 51,3 bilhões para garantir a aposentadoria de apenas 949.848 servidores públicos. O quadro é discrepante em relação ao regime do INSS, que paga aposentadorias para 24 milhões de pessoas e tem um gasto anual de R$ 42,8 bilhões.

Teto para servidores seria de R$ 3,6 mil

O projeto prevê que o fundo será apenas para novos servidores federais e terá alíquota máxima de contribuição de 7,5%, acompanhando tendência do mercado de fundos de pensão. O tema é polêmico inclusive no governo, porque só teria resultado em até 30 anos. Se o fundo dos servidores públicos entrasse em vigor, o teto para aposentadoria seria o mesmo do INSS, R$ 3.689,66. Para receber mais seria necessário contribuir para o fundo. [...]

Idade mínima para cônjuge ter pensão

Segundo o especialista, nos Estados Unidos, por exemplo, cônjuges com menos de 60 anos não têm direito a receber pensão por morte. Existem apenas algumas exceções para o caso dos casais com filhos. Caetano defende a fixação de uma idade mínima para o cônjuge receber o benefício ou a limitação do tempo para o pagamento.

por Martha Beck e Cristiane Jungblut

Fonte: Extra

março 14, 2011

Volta a baila a questão da Previdência do Servidor Público

14 mar 2011

Artigos como o editorial do Estadão de hoje reacendem um tema polêmico e sensível. Se as entidades representativas dos servidores não iniciarem um forte movimento, inicialmente, de esclarecimento junto à população, a batalha será bem mais difícil. No artigo não é tratada a distinção e especificidade de cada regime, muito menos a forma como foram administrados os recursos arrecadados nas últimas décadas.

“Aposentadoria custosa e desigual – Em 2010, a cobertura do déficit do sistema de aposentadoria dos funcionários públicos federais consumiu R$ 51,248 bilhões dos tributos pagos pelos contribuintes. Essa assustadora quantia equivale ao ajuste prometido pelo governo para evitar a deterioração das contas fiscais e reduzir as pressões sobre a demanda interna, que tem alimentado a inflação. Mas, apesar de suas dimensões, o rombo de 2010 não é o aspecto mais preocupante do desequilíbrio do regime de previdência do servidor federal: o pior é que, se nada for feito, o déficit continuará a crescer, impondo ônus ainda maior aos contribuintes, atuais e futuros. Em 2010, os funcionários federais contribuíram com R$ 22,5 bilhões para o seu sistema previdenciário, mas as despesas com benefícios somaram R$ 73,7 bilhões, como mostrou o Estado na sexta-feira. A diferença, coberta pelo Tesouro Nacional, é 9% maior do que o déficit de 2009. Mantidas as regras atuais, pelas quais o servidor se aposenta com vencimentos integrais, mas não recolhe o suficiente para garantir atuarialmente esse benefício, os gastos do regime público de previdência federal continuarão a crescer bem mais depressa do que suas receitas – e esses encargos serão transferidos automaticamente para o contribuinte. Já o déficit do Regime Geral de Previdência Social, que atende os inscritos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de R$ 42,89 bilhões no ano passado, foi praticamente idêntico ao registrado em 2009, de R$ 42,87 bilhões. Em valores reais, isto é, descontados os efeitos da inflação, o déficit diminuiu 4,5%. A melhora deveu-se ao aumento do emprego formal observado no ano passado, que fez as receitas do INSS crescerem mais depressa do que cresciam nos anos anteriores. [...] A Emenda Constitucional n.º 41, de 2003, instituiu a previdência complementar do servidor público, em todos os níveis de governo. Na esfera federal, a criação desse regime complementar foi proposta pelo governo em 2007, mas o projeto está parado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. [...] Quanto mais depressa o Congresso aprovar essas mudanças, menores serão os custos para os contribuintes.”

Fonte: Estadão

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Leia também: Reforma da Previdência 2003

março 9, 2011

PT quer baixar o subteto no Rio Grande do Sul

09 mar 2011

“Se nós não pudermos cortar o presente, aqueles beneficiários que recebem salários, aposentadorias e pensões absurdas hoje, nós vamos fazer daqui para a frente.”

Para mexer no vespeiro da Previdência, o governador Tarso Genro decidiu antes colocar a mão em outro. Até o fim do mês, pretende enviar para a Assembleia uma proposta de emenda à constituição para reduzir o teto do funcionalismo em todos os poderes no Rio Grande do Sul.

Atualmente, há dois limites em vigor. Executivo e Assembleia adotam a restrição de R$ 24,1 mil (90,25% do salário de ministro do Supremo Tribunal Federal). Os demais utilizam como parâmetro a remuneração de ministro do STF (R$ 26,7 mil). Tarso irá propor que novos funcionários e aposentados ganhem até R$ 17.347,14, o equivalente ao salário do governador. Ele condena a aplicação de dois valores e diz que a referência, neste momento, deveria ser de R$ 24,1 mil.

Fonte: Zero Hora

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março 8, 2011

Deputados da carreira nas Comissões da Câmara Federal

04 mar 2011

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL – CAPADR

Política agrícola e assuntos atinentes à agricultura e à pesca profissional, destacadamente. Política e questões fundiárias; reforma agrária; justiça agrária; direito agrário, destacadamente, etc.

Júlio Cesar (DEM/PI) Presidente

___________________________

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA – CCJC

Aspectos constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa de projetos, emendas ou substitutivos sujeitos à apreciação da Câmara ou de suas Comissões, etc.

Chico Lopes (PCdoB/CE) – Suplente

___________________________

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR – CDC

A modernização do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) será uma das prioridades.

Chico Lopes (PCdoB/CE) – Titular

___________________________

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO – CFT

Compete dar parecer acerca da compatibilidade e/ou adequação financeira e orçamentária das proposições a ela distribuídas e, quando for o caso, a respeito do mérito.

João Dado (PDT/SP) – Titular

Vaz de Lima (PSDB/SP) – Titular

Amauri Teixeira (PT/BA) – Suplente

Júlio Cesar (DEM/PI) – vaga do PP – Suplente

___________________________

COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE – CFFC

Tomada de contas do Presidente da República; acompanhamento e fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta; planos e programas de desenvolvimento nacional ou regional, após exame, pelas demais Comissões, dos programas que lhes disserem respeito; representações do Tribunal de Contas, etc.

João Dado (PDT/SP) – Suplente

Vaz de Lima (PSDB/SP) – Suplente

___________________________

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA – CSSF

Amauri Teixeira (PT/BA) – Titular

___________________________

Fonte: Câmara dos Deputados

fevereiro 25, 2011

Fenafisco é recebida pelo Ministro da Previdência

O presidente da FENAFISCO entregou ao Ministro as revistas da Federação e solicitou a indicação de uma pessoa especialista em Previdência Complementar que possa ajudar a FENAFISCO em uma matéria para a próxima edição da revista Visão FENAFISCO. Garibaldi Alves, muito solicito, chamou o Secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério, Jaime Mariz de Faria Júnior, para participar da reunião e para prestar apoio na pesquisa para produção da matéria. O secretário falou do PLP 1.992/07 que tramita no Congresso Nacional e pretende criar um fundo para a Previdência Complementar do servidor público federal. Segundo ele, o Brasil está seguindo uma tendência mundial na adoção de Previdência Complementar, e que esta é uma forma do servidor construir sua aposentadoria do jeito que lhe convir. Jaime Mariz disse ainda que acredita que se esse projeto vir a ser aprovado, possivelmente os Estados também seguirão o exemplo e instalarão o mecanismo. O secretário passou todos os seus contatos para o presidente da FENAFISCO e se colocou a disposição total para ajudar na pesquisa para produção da matéria para a Visão FENAFISCO.

Muitas questões foram levantadas a cerca da esfera previdenciária, principalmente sobre uma possível Reforma da Previdência neste governo. Tanto o Ministro quanto o secretário indicaram que a intenção proferida pela presidenta Dilma é que não haverá uma reforma no sistema previdenciário brasileiro, apenas ajustes pontuais.

Ainda no rol de eventos do Fisco Estadual e Distrital o, Garibaldi Alves está confirmado no encerramento do VIII CONEFISCO promovido pelo SINDIFERN/RN.

Fonte: FENAFISCO

fevereiro 17, 2011

União Gaúcha em defesa da previdência social pública

A primeira reunião de 2011 da União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública contou com a presença da grande maioria dos representantes da entidade. O novo cenário político trouxe para mesa de debates uma antiga preocupação: a questão previdenciária e a forma como o assunto será tratado pelo governador Tarso Genro, que já acenou com mudanças que desagradam aos servidores públicos.
fevereiro 17, 2011

PEC-227/2004 – Reforma da Previdência

16 fev 2011

Proposição: PEC-227/2004
PEC Paralela – Altera a Emenda Constitucional nº 41, de 2003 – Reforma da Previdência ou Previdenciária.
REQ 229/2011
Autor: Dr. Rosinha
Ementa:  Requer o desarquivamento de proposições.

Fonte: Câmara dos Deputados

NOTA: Trata-se de pedido genérico de desarquivamento de todas as proposições do Deputado Dr. Rosinha.

fevereiro 17, 2011

Teto do INSS para servidores no novo regime de previdência

O governo vai mandar ao Congresso Nacional um novo projeto para instituir o regime de previdência complementar dos funcionários públicos. O projeto está sendo discutido no âmbito dos Ministérios da Previdência Social; e do Planejamento, segundo informou na segunda-feira (14) o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

O PL 1.992/2007 autoriza a criação de entidade fechada de previdência complementar denominada Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), que teria regras únicas para todos os servidores e seria constituída sob o regime de contribuições definidas.

A reforma prevê que os funcionários públicos passarão a receber aposentadorias até o teto do INSS, como ocorre com os trabalhadores da iniciativa privada, podendo complementar esses valores por meio do fundo de pensão.

Fonte: DIAP

fevereiro 16, 2011

Aposentadoria no mundo – idades mínimas

11 fev 2011

Agência Senado

Um trabalhador filiado ao Regime Geral de Previdência Social (a previdência dos empregados na iniciativa privada) pode aposentar-se no Brasil aos 54 anos (homens) ou aos 52 (mulheres), dependendo evidentemente do tempo de contribuição. A tabela mostra que os números em muitos países são bem diferentes. Veja abaixo:

País

Homens

Mulheres

Igualdade de gênero

Alemanha

65

65

Sim

Chile

65

60

Não

Coreia do Sul

65

65

Sim

Dinamarca

67

67

Sim

Espanha

65

65

Sim

Estados Unidos (*)

67

67

Sim

Itália

65

60

Não

Noruega

67

67

Sim

Reino Unido (**)

65

65

Sim

Suíça

65

65

Sim

(*) Regra prevista para 2027  (**) Regra válida para homens. Para mulheres, limite valerá para 2020

Fonte: Terceira reforma da previdência: até quando esperar, de Meiriane Nunes Amaro

janeiro 20, 2011

CNJ pretende criar novo modelo de aposentadoria para magistrados

Conselho Nacional de Justiça (CNJ) formou uma comissão para elaborar um modelo de fundo de pensão para juízes. A ideia é substituir o atual sistema de aposentadoria integral, extinto pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998, por um fundo de pensão com contribuição dos magistrados e da União, que proporcione resultados melhores do que os atuais. Simulações do sistema que poderá ser desenvolvido, apontam, por exemplo, que magistrados que contribuírem com R$ 2,9 mil por mês, tendo o mesmo valor de contrapartida da União, pelo período de 30 anos, podem se aposentar recebendo até R$ 70 mil mensais.

Leia mais: http://cnj.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=noticias&dtlh=149738&iABA=Not%EDcias&exp=

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