É inegável a importância da realização de um Congresso Estadual do Fisco. Há muito venho defendendo aqui no BLOG do AFR. A questão apresentada é a da OPORTUNIDADE. Ou bem fazemos uma (melhor) mobilização e articulação de política estratégica - rapidamente num ano espremido pelas eleições municipais – ou partimos para um mega encontro de expressão – com o apoio hipotético da mídia – e aguardamos (sentados) os seus efeitos, a longo prazo.
Não temos visto nem os passos mais básicos serem dados por parte do Sinafresp, até mesmo um PLANEJAMENTO estratégico e a simples divulgação de uma AGENDA de ações no início de cada exercício de atividades, 2010, 2011 e 2012. Pelo contrário, a força é contrária, com o inicio de uma “campanha” velada de não realização de uma nova (sic) AGE. A notícia no site do Sinafresp traz a patética frase:
“…os colegas* do Predião manifestaram sua vontade de que o Sindicato não realize (sic) uma nova AGE para alterar as reivindicações, mas que intensifique e retome, o mais rápido possível, as mobilizações em todo o Estado…” http://www.sinafresp.org.br/index.html?method=mostrarNoticia&id=6652
*sujeito indeterminado
Uma frase construída para confundir: “Ou queremos AGE ou queremos mobilização”. É tomar a classe como infantil.
Além disso, uma AGE só serve para alterar as reivindicações? Dá a impressão que há um temor oculto ou orquestração para a (completa) desmobilização da categoria. Na minha terra uma AGE além do congraçamento natural, aquece o ânimo e motiva a persistir na luta em busca dos objetivos. Parece surreal, elegemos uma nova diretoria para fazer (ainda) menos que se criticava de “paralisia” da anterior. A gestão passada realizou, pelo menos, uma dezena de AGE’s, algumas convocadas por iniciativa exclusiva do Conselho de Representantes que tinha mais vigor que o atual.
Será que teremos que partir para a convocação através de Abaixo Assinados para que os filiados (donos do sindicato) possam participar das decisões de forma efetiva?
Leia também: Vale a pena ler de novo II









Neste momento podemos avaliar se vale a “pena” adotar uma “estratégia” diferente do padrão da etiqueta, por exemplo, deixando de promover coquetel de boas vindas para recepcionar a nova autoridade máxima da Casa. É bem verdade que o