Posts tagged ‘liderança’

abril 7, 2012

Síndrome de rubro-negro

O artigo do último dia 5, do cronista esportivo Téo José, com tom de indignação, trata do fraco desempenho do Mengão na Copa Libertadores da América. A crítica dirigida ao clube carioca, que enfrenta crise de comando, nos remete naturalmente a situação crônica do nosso time sindical, tamanha a semelhança entre as duas equipes:

“O mais fanático torcedor do Flamengo sempre teve a noção que as coisas não andam bem. Dentro e fora de campo. A paixão pode ser cega, mas não é burra. E 2012 tinha tudo para ser um grande ano para o clube. Mas na preparação e saída de Vanderlei Luxemburgo, os problemas ficaram ainda mais evidentes. O Flamengo de hoje não tem comando, seus dirigentes batem cabeça e os mais bem intencionados são apenas torcedores. Falta capacidade. Em campo se vê um treinador ultrapassado, sem força e com discurso pronto. Os jogadores, na grande maioria, não têm comprometimento. Com todos estes sintomas,  o que vemos  é um time muito doente. Só que as pessoas que hoje estão no comando não respeitam a tradição e tratam o clube sem profissionalismo. A bagunça é geral. É isto que se reflete em campo. O Flamengo precisa de uma faxina. Limpar dirigentes, jogadores e comissão técnica” [...] Leia mais

Transcorridos 3/4 do mandato desta gestão sindical… faltando 15 minutos, portanto, para encerrar a partida, ainda não convenceu a maioria com o seu futebol. Sem mobilização efetiva dificilmente chegará ao gol, e, assim, com este NEGRO resultado só nos resta ficar RUBRO de vergonha… ou de raiva.

TeoFranco

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dezembro 27, 2011

LESA RONDÔNIA – O golpe de 1 bilhão e o Chico

Paulo Andreoli

Paulo Andreoli*

Chico, servidor público, que vale por 300 policiais federais, 24 deputados estaduais, um secretário de finanças e um governador

Um golpe que estava sendo tramado contra o erário rondoniense e que foi  cessado pela Justiça. Um golpe que deixa em valores a quadrilha da operação Dominó e seus 23 deputados corruptos no chinelo. Uma fortuna que deixa o pessoal da operação Termopilas parecendo “crianças de fralda”. Estou falando da vergonhosa, imoral e corrupta lei estadual que pretendia dar isenção de ICMS ás empresas que constroem as Usinas do rio Madeira.

O valor do butim podia chegar a quase 1 bilhão de reais (R$1.000.000.000,00) e foi corrigido graças a corajosa atuação de um auditor fiscal que descobriu a tramóia nos porões imundos da Sefin – Secretaria de Finanças. Francisco Barroso, este é o nome do Homem que merecia ganhar da Assembléia Legislativa o titulo de cidadão rondoniense. O Chico (para os amigos) recebeu o total apoio do Rondoniaovivo e outros veículos de comunicação deste Estado comprometidos com a comunidade. Outros jornais e Tvs, acertados com as “Usinas” ficaram calados, como verdadeiros covardes e traidores que são do povo rondoniense. Chico protocolou denuncia no MPE – Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas e outros órgãos fiscalizadores. Correu atrás, fez pressão e graças a atuação de corajosos diligentes da lei, a golpe multimilionário foi brecado. 
Vale lembrar que tudo começou com a mudança de um parágrafo num decreto que concedia isenção de ICMS para empresas locais na compra de materiais e insumos fora do estado. O decreto datava de 1991. Pois bem, algum marginal mal intencionado acrescentou no decreto do século passado, um parágrafo que também permitia a isenção para compra de Turbinas (Alstom e Bardella) e Torres de Energia (Toshiba) entre outras empresas que seriam beneficiarias. E olha que em 1991, ninguém nem sonhava ainda com Usinas em Rondônia. O decreto fajuto precisava virar “lei” e para tanto foi enviado para a Assembléia Legislativa, onde os deputados estaduais, vergonhosamente na calada da noite, aprovaram a “toque de caixa” a lei do “Lesa Rondônia” como foi batizada por este escriba. Não é difícil imaginar, agora depois da operação Termopilas que a “mala preta” das Usinas deve ter corrido entre os corruptos de plantão.

Tudo caminhava para que Rondônia, um estado que ainda necessita de saúde de qualidade fosse penalizado por uma sangria criminosa, que iria privar nossos irmãos de um futuro melhor. A quantia que seria “doada” aos grandes empresários poderia conceder aumento para policiais militares em greve e todos os outros servidores estaduais. Poderia se construir centenas de casas populares. Dezenas de escolas e postos de saúde. Hospitais e estradas.

Mas tudo foi diferente do que arquitetaram os marginais e criminosos do ICMS rondoniense. E olha que nem precisou da Policia Federal. Bastou um auditor fiscal sério, comprometido com suas obrigações patriotas.

A quadrilha que preparou o golpe está solta. Não existe acusação criminal contra os “espertos” empresários, políticos e gestores estaduais. Não duvido que todos estes quadrilheiros estão arquitetando novo golpe em favor da Usinas. É uma questão de tempo.  O que não falta é vagabundo querendo sacanear o povo a troco de propina.

Chico Barroso

Fica o recado aos bandidos do colarinho branco. Aqui não! Aqui tem o Chico, que vale por 300 policiais federais, 24 deputados estaduais, um secretário de finanças e um governador. Tudo bem que como retaliação à sua atuação ética e cívica, Chico foi transferido de setor por integrantes do grupo “Lesa Rondônia”. Jogaram o cara numa sala lá pelas bandas do porto graneleiro e o caso está na Jusitça. Aqui também tem o Rondoniaovivo. E não pretendemos nos ajoelhar perante Usineiros. Bem diferente de alguns que já venderam o corpo, a alma e entregaram a mãe como brinde para as Usinas.

Então fica assim. Nem Termopilas, muito menos Dominó. O maior roubo da história rondoniense  foi tramado e cessado em 2011. Foi a operação Lesa Rondônia que não deixou quase um bilhão de reais sair pelo ladrão. Sem duplo sentido.

*Paulo Andreoli é jornalista e editor do www.rondoniaovivo.com

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dezembro 5, 2011

Sobre jacarés, cadáveres e maldições nas organizações

Hamilton Coimbra Carvalho

Vou contar um segredo pessoal: eu já fui eleito uma vez para um cargo. Era 1987 e eu estava no segundo colegial. Vá lá: o cargo era simbólico, representante de classe. Meus colegas estavam insatisfeitos com a representante anterior e me convenceram a me lançar candidato. (…) Eu iria, com a melhor das intenções, buscar formas de melhorar qualquer coisa que pudesse beneficiar os alunos da minha classe. Bom, essa boa vontade deve ter durado não mais do que um mês. Logo eu estava fazendo apenas o que a colega anterior fazia (…) Essa história pessoal ilustra um fenômeno bastante abrangente. A esperança dos que querem mudança sempre se renova quando há alteração de comando nas organizações. Seja por meio de eleições, como no caso de associações e sindicatos, seja por meio da renovação da cúpula, como no caso de organizações públicas e privadas. Porém, passado algum tempo, é comum a percepção de que pouca coisa mudou ou de que as eventuais promessas ou intenções de mudança não conseguiram ver a luz do dia. Qual a razão de tudo continuar como antes ou de pouca coisa de fato ser mudada na condução das organizações? [...] Leia o artigo completo

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agosto 21, 2011

A geração Y é mais produtiva do que a X?

Depende. A geração Y (os nascidos na década de 80) ingressa nas empresas com altas expectativas referentes à carreira e à conquista de seu espaço no mundo dos negócios. Lembrando que ela cresceu em ambiente rápido, competitivo e onde a informação havia se tornado ’commoditie’. Atendo clientes da geração Y, que procuram processos de coaching exatamente para lidar melhor com a ansiedade, frustração e raiva causada pela suposta ‘lentidão’ dos X e do mundo corporativo, ainda bastante direcionados pelos mesmos. Com base na experiência que tenho com esses profissionais, posso dizer que a geração Y pode ser mais produtiva caso a interface com outras pessoas, principalmente da geração X, seja baixa ou nenhuma. Já se o progresso de sua produção depender de relações interpessoais com a geração X, terão sua produtividade reduzida, e muita frustração para digerir. (Guilherme Lang Dias Rego)

O LÍDER MODERNO TEM QUE OUVIR

Consultora de 26 anos fala da arrojada geração Y e das novas formas de liderança
O líder moderno, a meu ver, é uma pessoa estratégica, disponível para o relacionamento interpessoal, com boa comunicação e habilidade de inspirar pessoas com os valores de uma causa comum. Consegue estabelecer um estilo de liderança participativo, integrando-se, criando um ambiente e relacionamento horizontal com seus liderados, não sendo a pessoa que fala mais alto, mas a que possui grande capacidade de ouvir e compreender. Sabe libertar e incentivar o talento de seus colaboradores, tendo boa visão de futuro, sendo auto-confiante e firme, sem ser arrogante. É proativo, consciente, realizador, apaixonado por liderar e por pessoas. Para ser líder, não basta ter conhecimento técnico, mas também em gestão de pessoas, sensibilidade e maturidade para lidar com diferentes demandas técnicas e humanas. (Janete Trevisani)

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agosto 4, 2011

LOAT paraense inspira outros Estados

  A Lei Orgânica do Fisco paraense está se tornando referência para os fiscos estaduais do país. No dia 1º de agosto, o coordenador-geral do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat), Eudaldo Almeida de Jesus, distribuiu o projeto da Lei Orgânica da Administração Tributária (Loat) do Pará a todos os coordenadores e administradores tributários estaduais do Brasil. A iniciativa de Jesus, que receita o projeto como modelar, foi comunicada à representante paraense no Encat, auditora fiscal Rute Tostes, através da qual ele parabenizou toda a categoria.

A proposta de Lei Orgânica do Fisco do Pará, que já está sob a análise do governador Simão Jatene para ser encaminhada à apreciação e votação da Assembleia Legislativa, foi redigida por comissão bipartite, formada por integrantes da categoria e da Secretaria da Fazenda. No que tem de mais emblemático da luta histórica dos auditores e fiscais de receitas estaduais, o anteprojeto consagra as carreiras do Fisco como típicas de Estado, como preceitua a Constituição Federal.

O Encat é importante fórum de estudos, reflexões e compartilhamento de experiências de gestão e tecnologia no âmbito das administrações tributárias estaduais. A meta, diz o seu Regimento Interno, é, também, uniformizar “procedimentos entre os Estados e o Distrito Federal visando à implementação conjunta de soluções consensuais comuns às unidades federadas”.

Parabéns para os colegas do Estado pela importância vitória”, escreveu Eudaldo de Jesus na mensagem eletrônica que distribuiu aos fiscos estaduais apresentando as idéias contidas na proposta paraense considerada pelo jurista e professor Juarez Freitas, que atuou como consultor ao projeto da Lei Orgânica do Fisco do Rio Grande do Sul, como a mais avançada em todo o Brasil.

SÃO PAULO - Nesta quinta-feira, 4, entre as muitas demandas sindicais brasileiras por cópias do documento, o presidente do Sindifisco, Charles Alcantara, atendeu a pedido do Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo (Sinafresp) e fraqueou exemplar do projeto da nova legislação fazendária paraense. “Espero que o projeto de Lei Orgânica do Fisco do Pará seja útil aos nossos pares do Fisco de São Paulo e faço votos de que vocês o aperfeiçoem ainda mais”, afirmou Alcantara ao comando sindical paulista.

Fonte: Sindifisco-PA

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julho 26, 2011

Sindifisco encaminha Lei Orgânica ao Governador Jatene

O secretário de Fazenda, José Tostes Neto, encaminha nesta terça-feira, 26, ao governador Simão Jatene (PSDB) o anteprojeto da Lei Orgânica do Fisco, que propõe uma nova organização para a administração fazendária e reconhece auditores e fiscais de receitas agrupados no Grupo TAF (Tributação, Arrecadação e Fiscalização).

A nova versão da Lei Orgânica da Administração Tributária do Estado do Pará (Loat), assim denominada tecnicamente, confere ao Pará a vanguarda nacional entre as leis orgânicas de todos os fiscos estaduais, segundo observação do jurista gaúcho Juarez Freitas, que ajudou a redigir a Lei Orgânica do Rio Grande do Sul, hoje considerada a mais moderna legislação fazendária do país.

As modificações feitas ao projeto de lei resultaram em versão superior à encaminhada à AL em 2010, e, assim, mais habilitada a instaurar um Fisco de Estado, de caráter estritamente profissional, ético e cidadão”, testemunha o presidente do Sindifisco, Charles Alcantara.

A mais importante mudança na administração fazendária está na consagração do mérito como critério para a composição da lista tríplice com base na qual o chefe do Poder Executivo nomeará o Subsecretário da Administração Tributária quanto para a seleção de candidatos aos demais cargos comissionados de direção e coordenação da administração tributária. O sistema de mérito fortalece o Fisco como órgão de excelência técnica, dotado de pessoal altamente qualificado, dedicado ao constante estudo e aperfeiçoamento profissional e de elevado espírito público.

Figura nova no staff da Secretaria da Fazenda, o autônomo subsecretário da Administração Tributária será escolhido em lista tríplice composta por auditores fiscais ativos com mais de dez anos de exercício no cargo.

Sem impacto financeiro imediato na folha salarial do funcionalismo estadual, o anteprojeto prevê que os servidores do Fisco alcançarão os níveis remuneratórios das carreiras de Estado no âmbito do Executivo apenas em 2014. Gradual, a valorização salarial dos auditores e fiscais de receitas começará em 2012.

Elogiado pelo secretário da Fazenda, que durante 15 anos chefiou a Receita Federal no Pará, o regime disciplinar embutido na proposta de lei prevê rigoroso regramento da conduta funcional no Fisco. Por esse conjunto de dispositivos, que já constava do projeto original escrito pela comissão bipartite e mandado à AL em 2010 pela ex-governadora Ana Júlia (PT), os servidores do Fisco ficarão submetidos a normais mais rigorosas no tocante à conduta e à ética. A Lei Orgânica supera em exigências de retidão profissional o próprio Regime Jurídico Único (RJU), que fixa os deveres e obrigações do funcionalismo público.

Documento constitucional que transforma o Fisco em instrumento de Estado – e não de governos transitórios -, a Lei Orgânica oferece aos contribuintes a segurança jurídica de que necessita para ver seus impostos de fato recolhidos à Fazenda pública, instrumentalizando os governos a garantirem obras e serviços, como segurança, saúde, educação, geração de emprego e bem-estar. A expectativa é que o projeto de lei seja encaminhado pelo governador à AL no início do segundo semestre legislativo.

Sindifisco

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abril 16, 2011

O rabo que abana o cachorro

OPINIÃO

Quando ouvimos de colegas, perplexos, sobre o marasmo do movimento sindical, perguntamos: Por que nos falta motivação? Seria atribuição das lideranças o dever de motivar a categoria?

É lógico, dizem alguns. Quem esta no comando da tropa, deveria orientar os soldados. Do outro lado, o líder cansado e desanimado responde: é da base que deve vir o incentivo para a liderança se projetar!

Alguns enxergam no líder características pessoais, como carisma e firmeza, quase um profeta. Enquanto outros entendem que liderança esta ligada a uma sinergia do próprio grupo de comandados com os dirigentes de plantão. Um processo dinâmico de influenciar uns aos outros.

De qualquer forma, o que buscamos é a eficácia da atuação da organização, através da liderança, bem como de seus agregados diretos. O sucesso advém da postura em formar e desenvolver equipes, transmitir credibilidade, fazer comunicação eficiente e se aproximar das pessoas. Capacitar e inspirar. À liderança, cabe o papel de facilitador.

Se a função do líder não é a de criar motivação nos seus liderados, pelo menos, cabe a ele manter os que já estavam motivados”

Esta ideia baseia-se na premissa de que quando se elege um novo líder, todos estão cheios de esperanças e expectativas, e, por isso, são depositários de um rico manancial de motivação. Cabe ao líder manter a chama acesa.

Não é comum o líder se deparar com um grupo voluntariamente motivado. Na maioria das vezes, ele precisa saber criar um ambiente no qual os seguidores possam despertar o seu potencial motivacional. Por isso, todo esforço no sentido de não desmotivar é fundamental no processo de liderança. O pior dos mundos é encontrar um grupo motivado e deixar esvair toda essa energia.

É bem verdade que manifestações de encorajamento e apoio, fazem parte do contraponto, e são bem vindas. Mas o verdadeiro líder, pode ser comparado ao regente de uma grande orquestra, que precisa fazer bom uso da batuta. Cabendo aos ouvintes do espetáculo avaliarem a música que a banda toca.

Todos os envolvidos, nesta espécie de simbiose, tem a sua parcela de responsabilidade. Que cada um assuma o seu papel para o bem comum da nossa organização sindical!

TeoFranco

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