HAMILTON COIMBRA CARVALHO


Artigos

(Em ordem decrescente de publicação)

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Sobre jacarés, cadáveres e maldições nas organizações

Eu faço porque todo mundo faz: Notas sobre o comportamento desonesto

Dois sistemas e realidade distorcida: o naufrágio da ética

Motivação e filosofia de resultados


Nota do editor: Os textos assinados não refletem necessariamente a opinião do BLOG do AFR, sendo de única e exclusiva responsabilidade de cada autor.

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Sobre o articulista

HAMILTON COIMBRA CARVALHO é AFR-SP, graduado em Administração pela FGV-SP e com mestrado em Administração pela FEA-USP, com a tese de mestrado: ”O governo quer que eu mude: marketing social e comportamento do consumidor na adoção de um programa governamental“. Gosta de ler e estudar sobre campos do conhecimento aplicados ao estudo do comportamento humano em diversos contextos, em especial psicologia social, economia comportamental e comportamento do consumidor.

4 Comentários para “HAMILTON COIMBRA CARVALHO”

  1. Email- sscequeira@yahoo.com.br

    Ajude a sociedade, melhore o texto e divulgue ou pelo menos divulgue, passe por E-mail para todos que você puder.

    COMO COMBATER A CRIMINALIDADE COM EFICÁCIA

    Com o sistema de penalidade que temos implantado, só aumentaremos a criminalidade, inconscientemente, estamos pagando caro para prenderem indivíduos, e formá-los na faculdade do crime.

    Hoje, se pegarmos qualquer homem por mais integro que seja, e colocarmos na penitenciária em pouco tempo ele vira bandido, até parece que tem interesse que isso ocorra, para beneficiar algum grupo que ganha dinheiro com isso.

    A lógica, mostra, que qualquer, pessoa que fica presa e ociosa, certamente ela se revolta e vai pensar em sair da prisão, de qualquer forma, para isso aprende as piores táticas para conseguir e pior, pago pela sociedade.

    Qualquer pessoa que sai da prisão, por mais que lute para não voltar ao crime, atualmente, será difícil, porque, ao sair, ninguém, com razão, dá emprego a ele, pois este indivíduo não está acostumado a trabalhar e nós não aceitamos em nosso convívio, se ele voltar a porta da penitenciária e pedir para ficar lá, lugar que terá casa e comida, não pode, pois já cumpriu a pena, o lugar dele é a rua. Então qual a decisão óbvia que tomará, cometer outro crime, assim terá direito a ficar na penitenciária comendo e dormindo na custa do povo. Dessa forma nós estamos estimulando a criminalidade e defendendo os falsos direitos humanos.

    Qual seria o cominho lógico de combater esta situação?

    Trabalho, muito trabalho, não aceitar a demagogia dos falsos direitos humanos, de que alguém que perdeu a liberdade deve ser assistido pelo Estado, esquecendo de que o estado somos nós.

    Se uma pessoa em liberdade, trabalha oito horas por dia para sobreviver, o preso deve trabalhar catorze, para ganhar para sua sobrevivência e até de sua família.

    Através de prisão agrícola ou industrial, de forma privatizada e fiscalizada pelo Estado, o preso trabalharia e ganharia por sua produção e de seu ganho teria de sobreviver, comprando seu alimento, fazendo sua higiene, em fim, todo seu gasto pessoal.

    A sela, pode ser tipo, micro-quitinete, só com uma sala e banheiro, para quatro indivíduo, da qual eles teriam de zelar, pois é sua casa até o final da pena.

    A Empresa ficaria dentro da penitenciária, assim como o refeitório da qual ele compraria suas refeições.

    A prisão agrícola seria da mesma forma, só que na zona rural.

    Seria iniciada a experiência, com presos selecionados, entre os de bom comportamento e que tivessem a fim de ir para este tipo de prisão.

    Com certeza, ao sair da prisão, no final da pena, teria empresários esperando- os na porta da penitenciária para contratá-los, por que estes iriam até trabalhar doze horas por dia, ganhando oito, sem reclamar, para não ter que voltar para prisão, trabalhar mais e perder a liberdade.

    Os que não quisessem trabalhar e pudessem financeiramente, teriam prisão sem local para trabalho, mas a manutenção seria por conta própria.

    Os outros restantes, com certeza, lentamente iriam preferir este tipo de prisão, porque iriam entender a forma lógica e humana de recuperar um indivíduo.

    O Estado arcaria somente com a despesa da segurança do presídio, escola e assistência social dos presos.

    Para os crimes hediondos, teriam tratamento diferenciado, no terceiro crime (para não alegar que foi condenado inocentemente), após estar neste sistema prisional, seria decretada a prisão perpétua, logo que não podemos implantar a pena de morte no Brasil, por que um indivíduo, após receber este tipo de tratamento não recuperou, deve ser excluído da sociedade, ou terá de ficar eternamente sustentado pelo povo, da qual não deseja ele no sei social.

    Certamente alguém poderá se assustar em falar de pena de morte, mas essa condenação de fato já esta implantada, só que ao contrário, os bandidos matam e prendem os inocentes atrás das grades e eles vão para as ruas.

    Tudo isso para que um dia não tenhamos pena de morte de forma alguma, para isso acontecer, temos de educar, reeducar, disciplinar e punir de forma coerente e contínua.

    Para tanto, precisamos fazer um trabalho de conscientização do povo, a fim de modificar a constituição federal e a legislação subalterna para adequar ao que realmente desejamos.

    Devemos corrigir os filhos enquanto temos condições, implantarmos neles o ROL (Respeito, Obediência e Limites), para que no futuro não termos que visitá-los nas penitenciárias.

    MELHORE A IDÉIA E PASSE PARA AUTORIDADES, MEIOS DE COMUNICAÇÃO E CONHECIDOS.

    PARA ALCANÇARMOS O OBJETIVO PRECISAMOS DO SEGUINTE:

    1 – A ÉTICA, COMO PRINCÍPIO BÁSICO.
    2 – A INTEGRIDADE.
    3 – A RESPONSABILIDADE.
    4 – O RESPEITO ÀS LEIS E REGULAMENTOS.
    5 – O RESPEITO PELO DIREITO DOS DEMAIS CIDADÃOS.
    6 – O AMOR AO TRABALHO.
    7 – O ESFORÇO PELA POUPANÇAE PELO INVESTIMENTO.
    8 – O DESEJO DE SUPERAÇÃO.
    9 – A PONTUALIDADE.

  2. O BRASIL SERÁ DESENVOLVIDO EM 25 ANOS

    Temos de conscientizar o povo para atingirmos o desenvolvimento, somente com atitudes corretas da sociedade conseguiremos atingir este objetivo.

    Lendo uma matéria da revista Super interessante, resolvi colocar no papel esta idéia que ao longo do tempo venho pregando aos que me houvem nos bate papo do cotidiano.

    Precisamos acabar com o analfabetismo e darmos esperança aos mais necessitados, profissionalizando-os para enfrentar os trabalhos tecnicamente reclamados pelos empreendedores, e ao interessado, na formação superior, condições que os façam com financiamento público. Como:

    1- Vamos começar agindo na infância, com a obrigatoriedade do curso básico para todos, porque é até aos catorze anos que temos o maior domínio sobre os filhos, assim, podemos exigir o ROL (respeito, obediência e impor limites) no comportamento delas. Imagine todas as crianças na escola, até aquelas lá dos longínquos rincões com oportunidade de um dia, pelo menos, saber ler e de continuar seu curso técnico.

    2- Fazermos uma mudança profunda no curso médio. Em vez do ensino médio atual, transformarmos em curso técnico profissionalizante, para que tenhamos pessoas qualificadas e preparadas ao trabalho exigido no mercado de trabalho, no máximo aos dezenove anos de idade teremos grande quantidade de profissionais disputando as vagas oferecidas.

    3- Agora vem a parte mais difícil de implantar, devido os grandes interesses de classes. Temos de nos conscientizar de que o curso superior no Brasil é para privilegiar, na maioria, os mais abastados em detrimento dos necessitados e o pior, pago por todos. Então precisamos acabar com o curso superior gratuito e implantarmos o financiamento integral, tipo FIES, a todos que passarem no vestibular quando concluírem o curso técnico, assim, todos aqueles que realmente querem estudar, terão oportunidade em fazer um curso superior, até aqueles mais pobres que vivem nos lugares mais longínquos do Brasil. Os que puderem e quiserem pagar o curso, não precisando do empréstimo, ajudarão aos outros que precisam do financiamento.

    O dinheiro para o financiamento dos universitários pode sair dos atuais repasses às universidades e os já utilizados para financiamento dos estudantes e tenho certeza que dará, pois, retornarão quando forem se formando.

    Com certeza, em vinte e cinco anos teremos profissionais para todas as vagas que exige qualificação e nascerão inúmeros empreendedores que abrirão novas vagas de trabalho para aqueles que realmente produzem e geram riquezas para o País, pois, são eles, os que precisam trabalhar para alimentar suas famílias. Não podemos ficar pagando para pessoas irem passear nas universidades, alguns estudam e muitos atrapalham os outros.

    Adotar estas sugestões é amar o Brasil.

    ************************************************************************************
    Ajude a sociedade, melhore o texto e divulgue ou pelo menos divulgue, passe por E-mail para todos que você puder.

  3. POLÍTICA E POLITICAGEM

    Para separarmos o joio do trigo precisamos conhecer o que é um e o outro, senão corremos o risco de falar que um é o outro e vice versa, sem conhecimento de causa.
    POLÍTICA

    Política é fazer as coisas em prol da coletividade, em favor do povo e não para fim pessoal, podemos dizer voltarmos para o bem, contemplar a divindade, com fidelidade, amizade, responsabilidade, paciência, prudência, modéstia, fortaleza, temperança, respeito e humildade, em busca da harmonia e paz entre as pessoas em geral.
    POLITICAGEM
    Politicagem é procurar fazer as coisas para si e seu grupo e que os outros que se lasque, não importando se é para o bem da maioria, inconscientemente, toma decisão pensando que está levando vantagem e na realidade leva a si e seus entes queridos ao mundo da desordem, ao caos social onde também convive. Politicagem é ignorância, falta de conhecimento do que é melhor para si, agindo inescrupulosamente.
    Então, aqueles que conseguem articular com coerência, tendo um pouco mais de conhecimento, devem ajudar a levar aos menos informados o que é mais adequado para uma boa convivência social, logo que certo e errado depende do ponto de vista de cada um.
    Com um pouco de vontade podemos fazer uma sociedade mais justa e combater os maus intencionados, tudo depende de todos nós, de uns mais e de outros menos, conforme sua capacidade, cargo, função e consciência.
    Então, politicagem é coisa ruim, do mau, que muitos estão fazendo nos governos e instituições, portanto, devemos combater, esclarecendo o povo do que é política e politicagem, para não falarmos de política como se fosse coisa ruim para a sociedade.
    Vamos melhorar esta idéia e divulgar para, pelo menos, tentarmos fazer um mundo melhor.

    Sebastião dos Santos Cerqueira

  4. Boas idéias você encontrará no google em nome de Sebastião dos Santos Cerqueira.

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