Na última quinta-feira ocorreu o “Dia de Mobilização” em todo o estado, sendo que na Capital onde se encontra o centro das decisões, de um estalo, achou-se por bem, cobrar a resposta ao ofício para agendamento de audiência diretamente na porta do gabinete do Sefaz. Por acaso, se deu um encontro rápido com o titular da pasta, na antessala, por alguns minutos, em pé, ocasião na qual os dirigentes do Sinafresp saíram, da mesma forma que chegaram, com a notícia de que qualquer tratativa, daqui pra frente, será através do Adjunto.
Nas regionais continua o mesmo script, a “mobilização” se resume a uma foto, de um grupo de colegas enfileirados, que é divulgada no site e no jornal do sindicato. Pobre modelo para uma, chamada, categoria exclusiva de estado.
Ainda temos, alguns raros, valores com energia para fazer o chamado arrastão entre os departamentos tentando energizar os desanimados. Mas, não seria a hora de repensar a postura e estratégia? Terminamos o ano com assuntos mal resolvidos e não foi chamada uma AGE para balanço geral, nem mesmo a recém criada AGE Regional, que, diga-se de passagem foi bandeira de campanha desta diretoria. A “agenda 2012″ saiu do gabinete, de uma diretoria em crise, e servida como prato pronto requentado. Em resumo:
A falta de diálogo por parte do governo, reclamada pelos dirigentes sindicais, é praticada na relação destes com os sindicalizados. Da mesma forma também são as resoluções de cima pra baixo, os chamados pratos feitos. É a cultura que se copia e “aperfeiçoa”. Nessa toada não há como impedir que o desânimo e a apatia prevaleçam.
A solução: Inicia com amplo diálogo interno com a categoria, passa pela reavaliação de estratégia e culmina no afastamento de qualquer tipo de ideologização política nas negociações, sob pena de enterrarmos 2012 antes da hora e depois transferir a culpa para a categoria, dizendo que esta não se interessa em participar…





